A música para este final de semana é uma daquelas baladas dos anos 1960, que fez muito namorado cantar ao ouvido de sua amada, enquanto a embalava, com um autêntico dois pra lá, dois pra cá, de rostos colados, nos “bailes da vida”. E ela, leve e solta, se deixava levar absorta em doces sonhos. A música para este final de semana conta a história de um amor, como todas daqueles tempos de “jovem guarda”, com temperos de tragédia, abandono ou coisa parecida. Hoje, não se dança mais de rosto colado, nem cantando ao ouvido da amada, porque o tempo mudou, a música mudou, os amantes mudaram, enfim, tudo mudou... Senhoras e senhores, a música para este final de semana é “Girl, you’ll be a woman soon”, numa versão de 2001, com seu criador, Neil Diamond.
I love you so much, can't count all the ways I'd die for you girl, and all they can say is "He's not your kind" They never get tired of puttin' me down
And I never know when I come around What I'm gonna find Don't let them make up your mind Don't you know
Girl, you'll be a woman soon Please come take my hand Girl, you'll be a woman soon Soon you'll need a man
I've been misunderstood for all of my life But what they're sayin', girl, just cuts like a knife "The boy's no good" Well, I finally found what I've been looking for
But if they get the chance, they'll end it for sure Sure they would Baby, I've done all I could Now it's up to you
Girl, you'll be a woman soon Please come take my hand Girl, you'll be a woman soon Soon you'll need a man
Girl, you'll be a woman soon Please come take my hand Girl, you'll be a woman soon Soon, but soon you'll need a man
“Eu não creio em bruxas, porém que elas existem, existem!”, o velho ditado que nem sei onde se originou, mas que não é o caso aqui, ao que parece, continua a valer, embora eu não creia em bruxas. Assim como, não creio que sexta-feira, 13, tenha alguma coisa a ver com uma passageira falta de sorte.
Entretanto, na tarde de sexta-feira passada, que foi um dia 13, enquanto escrevia para atualizar o blog, eis que uma tempestade abateu-se sobre o Rio de Janeiro, obrigando-me a suspender o que fazia e terminando por queimar o meu computador. Socorri-me com meu filho, mas, inutilmente, havia perdido todos os arquivos. Como, por desleixo, nunca fiz cópia de nada, nada me restou... A não ser a tristeza!
O interessante é que eu escrevia exatamente sobre os avanços da tecnologia, particularmente, sobre o “ultra book” e um relógio, com habilidades de um smartphone, mostrado no programa “Estúdio I”, da Globo News, que assistira naquela tarde. O comentarista do programa, Marcelo Balbio, disse que o “ultra book” seria, mais ou menos ao que entendi, uma mistura de tablet com note book e que no tal relógio o usuário poderia ler e-mails, acessar redes sociais e falar, além de outros serviços.
Inicialmente, eu tentava entender essa agilidade da tecnologia, pois, mal começamos a engatinhar entre um equipamento, outros são lançados, mais sofisticados, com possibilidades multiplicadas vezes mais capacitadas. A primeira resposta que busco é para: há limites, nos avanços da tecnologia? E, de imediato, me dou conta que não, afinal, quem a alimenta é a criatividade humana, o que dispensa outras conjecturas, penso eu.
Dou-me conta, entretanto, que há sim, ao menos, mais uma questão, a da acessibilidade a essas geringonças, cada vez mais necessárias ao nosso dia a dia. E isso, por suposto, cria uma massa alienada, por desconhecer seus meandros e modos de utilização. Estaríamos, então, a caminho de uma moderna maneira de elitização? A elite econômica disporia de mais uma ferramenta para se afastar da massa ignara?
Certa vez, ouvi um comentário, em tom de brincadeira, sobre a defesa de Bill Gates de que em breve não precisaremos mais do papel, mas, para isso, teria escrito um livro de “trocentas” páginas. Não sei até quando a história é verdadeira, mas, acho esse tempo ainda está bem longe. Não só pelo que me aconteceu, mas, notadamente, pelo desprezo que algumas pessoas têm por essas geringonças, por seu custo altíssimo, pelo limitado conhecimento sobre elas, enfim, pela distância que o povão vive da tecnologia. Um exemplo rápido, quando o Banco do Brasil começou a instalar os terminais de auto-atendimento, vi a dificuldade que tinham funcionários e clientes em sua utilização. Hoje, quase duas décadas depois, ainda é visível a falta de entendimento entre alguns clientes e a máquina.
E você acredita que a sexta-feira, 13, seja culpada pela falta de sorte das pessoas, mas que a tecnologia irá superar esses sortilégios? Seja como for, vou torcer para que você tenha um fim de semana de muita sorte e diversão com seus tablets, games e outros gadgets.
Vou aproveitar o feriado de hoje para levar o meu neto Matheus ao shopping, para que ele escolha o seu presente de aniversário.
Amanhã, 21, o Matheus completa quatro anos, e o vovô aqui está com o coração a mil por hora. Vê-lo correndo, questionando, mostrando suas descobertas enche-me de uma alegria inenarrável.
Essa semana, o meu amigo Humberto Moreira, jornalista de boa cepa, lá de Macapá, fez um comentário em sua página no Facebook, onde estampou a felicidade que sentia, pelo nascimento de mais uma neta. É por demais interessante como esses seres dão-nos um motivo a mais para viver, como são capazes de nos fazer descobrir que temos muito amor a dar do que imaginamos, como têm o poder de provocar na gente sentimentos jamais imaginados.
Então, como agradecimento a Deus e ao Matheus, vou levá-lo ao shopping e deixá-lo à vontade para correr, brincar, se deslumbrar, perguntar, enfim, viver a liberdade que somente Deus pode proporcionar a ele e a todos nós.
Parabéns, meu neto, e que Papai do Céu lhe abençoe, com muita luz, espírito de Justiça, generosidade, humildade, sabedoria, tolerância, inteligência e muito amor!
Hoje, dia 20 de janeiro, é feriado aqui, no Rio de Janeiro, pela comemoração do dia do padroeiro da cidade, São Sebastião.
E sobre esse feriado, que antigamente era chamado de Dia Santo, contam uma história de que lá pelos anos 1960 um prefeito resolveu acabar com o feriado. Resultado o Rio viveu um de seus mais trágicos dias, em todos os tempos, com um temporal tomando conta da cidade e deixando um rastro de mortes e prejuízos materiais, até hoje, incalculáveis. Ruas foram alagadas, barreiras rolaram, por todo canto, enfim, o caos.
No ano seguinte, o tal prefeito acabou com a brincadeira que se mostrou do mais profundo mau gosto e retomou o feriado. O carioca jamais esqueceu o fato e sempre que fala sobre o dia de São Sebastião o faz com a mais alta reverência, sem esquecer aquele fatídico ano.
Eu que já me sinto um pouco carioca, pelos meus 30 anos vividos nessa Cidade Maravilhosa, deixo aqui o meu pedido a São Sebastião para que proteja a cada um de vocês e suas famílias.
A LUIZA ESTAVA NO CANADÁ E O CARLOS NASCIMENTO NO SBT
Essa semana, o país viveu um verdadeiro fenômeno de comunicação de massa, com a frase “Luiza que está no Canadá”, dita por seu pai, em um comercial de lançamento de um empreendimento imobiliário.
O lamentável, nessa história, é a falta de bom humor de algumas pessoas, que, de qualquer modo, é desculpável. Houve, entretanto, gente que perdeu o bonde da História, como, por exemplo, o jornalista Carlos Nascimento, âncora do Jornal do SBT, que, ontem à noite, ao abrir o noticioso, bradou: “Luiza já voltou do Canadá, e nós já fomos mais inteligentes”.
O carrancudo jornalista perdeu uma boa oportunidade de questionar um fato que mostrou a força da Internet, que, por certo, ele desconhece, como de resto muita gente boa. Ao invés dele achar que o povo perdeu o dia com futilidades, ele deveria ter discutido porque a tal futilidade ganhou patamares fenomenológicos. No fundo, Carlos Nascimento não deixa de ter razão, a inteligência já foi uma de suas virtudes, agora, só lhe resta o mau humor e um lugar na bancada de um dos noticiários de pífia credibilidade e parca audiência.
TITULAR DE GOVERNO PARALELO VAI PARAR NA DELEGACIA
Eu adoro o Amapá, mesmo depois de mais de 30 anos fora de lá. Acho que é porque a velha frase “há coisas que só acontecem com o Botafogo” se encaixa, particularmente, com Macapá, sua capital, e, como sou botafoguense desde “gitinho”, como diziam os ribeirinhos amapaenses, não tive como não fugir da comparação.
O ex-senador Gilvan Borges (PMDB), depois de perder o mandato para o seu rival João Capiberibe (PSB), voltou para Macapá e lá inventou um tal de “governo paralelo”. Em princípio se poderia pensar que o objetivo seria o de fiscalizar o governo estabelecido, nada mais justo e saudável para a Democracia, apesar de que há a Assembleia Legislativa do estado e demais órgãos competentes que devem exercer esse controle.
Ocorre que na semana passada, o homem resolveu abrir uma rua, segundo informações, em uma área de preservação ambiental. Pronto, o rebuliço estava instalado! E terminou com o titular do “governo paralelo” indo parar na delegacia. Naturalmente, o ex-senador tem seus correligionários, e estes o acompanharam, conforme as notícias que recebi, em manifestação contrária a sua remoção para a delegacia. Sinceramente, fechei os olhos e viajei... Cheguei a ouvir palavras de ordens, gritos histéricos e a ver olhos esbugalhados, faixas e bandeiras desfraldadas... Tudo em apoio ao novo salvador da Pátria.
Conversa pra cá, depoimentos pra lá, olhares de curiosos desejosos de saber o que acontecia, e eis Gilvan liberado e pronto para se jogar nos braços do povo, que, salvo engano, estava somente em sua imaginação.
Mas, irrequieto, o titular do “governo paralelo” tem feito promessas de novas e importantes obras para o povo amapaense, como, por exemplo, a climatização do Hospital Maternidade, construção de não sei quantas mil casas, nos próximos anos, destinadas às pessoas de baixa renda e outras “cositas mas”...
Sinceramente, como dia o outro lá, isto é uma vergonha!
A pérola que o blog reproduz hoje está, originalmente, publicada no blog da autora, Jac Rizzo (link ao lado), a quem manifesto o meu mais profundo agradecimento, pela generosidade, em me permitir ornamentar o meu espaço com sua sensibilidade e sua criatividade. Vá visitar a minha amiga, por certo, você irá se maravilhar com o talento dela.
A música para este final de semana, o primeiro do ano, é uma homenagem a uma das mais belas vozes deste país, que, aos 83 anos, voltou a lançar um álbum com 12 faixas, ao final do ano passsado. A homenageada, aliás, recebeu uma crítica de seu CD, no Segundo Caderno de O Globo, hoje, em que, salvo eu tenha interpretado muito mal as palavras do autor, nada acrescentam e muito menos consegue diminuir a consagração, por ela recebida ao longo de décadas dedicadas a arte de cantar. Se ela já não consegue alcançar os agudos de outrora, ao que me parece, não há novidade nenhuma nisso, a se considerar a sua idade. E “bolero de beira de estrada” é o que mais se ouve nesse país continental, diverso e miscegenado. Senhoras e senhores, a música para este final de semana é “Risque”, com Angela Maria.
RISQUE
ANGELA MARIA
Composição: Ary Barroso
Risque, meu nome do seu caderno Pois não suporto o inferno Do nosso amor fracassado Deixe, que eu siga novos caminhos Em busca de outros carinhos Matemos nosso passado Mas, se algum dia, talvez, a saudade apertar Não se perturbe, afogue a saudade Nos copos de um bar Creia, toda a quimera se esfuma Como a brancura da espuma Que se desmancha na areia
Feliz Ano Novo! Pois é, já estamos em 2012, e desejo que, verdadeiramente, ele possa lhe representar mudanças para melhor. Afinal, é o que todos nós desejamos a cada novo ano! Eu diria, mesmo, que a cada novo dia.
E como foram as suas festas de fim de ano? Espero que com saúde, paz, mesa farta, uma boa bebida para um brinde, pelo Ano Novo, gente que vocês amam ao redor e, cá para nós, com alguns bons níqueis nos bolsos.
Por aqui, transcorreu tudo bem, ou quase tudo! É que nos estertores do velho ano, a minha sogra sentiu-se mal e foi um corre-corre, mas, tudo não passou de um susto e podemos saudar 2012, com muita alegria.
Sei que há quem gostasse que a passagem do ano acontecesse com mais alegria, menos dores e sofrimentos, porém, se não pôde ser assim, torço para que no decorrer dele tudo se modifique e se tenha festas, motivos de sobra para gargalhar, enfim, que se seja muito feliz. Assim, ao raiar do 2013, tudo esteja renovado!
Agora, nós precisamos fazer a nossa parte para que o Ano Novo possa fazer a dele. Eu estou pensando em fazer uma faxina em um monte de papel que tenho guardado. Meu Deus, preciso me livrar daquelas tralhas, vocês nem imaginam quanto!... Quero também cuidar mais de mim, uma vez que já passei dos 35 anos. E como!... (risos).
A gente fica sempre desejando que o Ano Novo nos traga um monte de coisas boas, mas pouco fazemos para merecê-las, não é verdade? Não estou dando lição de moral, em ninguém. Estou apenas fazendo uma constatação, a partir de minhas próprias ações. Mas, vou me esforçar em fazer as mudanças que preciso!
Mas, e você também está a fim de fazer uma faxina geral, nesse 2012? Seja como for, vou torcer para que a sua decisão lhe proporcione um Ano de realizações, de mudanças para melhor, com cuidados com a sua saúde, mais amor para dividir e, enfim, muitas felicidades para viver.
ENQUANTO O GOVERNO BATE CABEÇA AS PESSOAS MORREM AFOGADAS
As chuvas que maltratam Minas, Rio e Espírito Santo, desde o fim do ano, escancaram que o DNIT era mesmo um antro de corrupção e que o Ministério de Integração está mais para “ministério da entregação”.
A rodovia BR 356 que liga Itaperuna a Campos, no Noroeste do Estado do Rio, já foi reconstruída várias vezes, desde 2007, e, com as chuvas atuais, mais uma vez não suportou a força das águas. O distrito de Três Vendas foi para o fundo, com pessoas sendo obrigadas a abandonar suas casas e seus pertences às pressas para não morrerem afogadas. Quantos milhões de reais foram gastos nessas obras? Ninguém consegue contabilizar ao certo, mas ficam claras duas coisas: uma, alguém se locupletou com as verbas que deveriam custear a construção de barragens e estrada que suportassem as enchentes de todos os verões. Outra, o Ministério da Integração Nacional foi entregue, no governo petista, a pessoas mais preocupadas com questões paroquiais do que com a Integração Nacional.
O Ministério sofre com o casuísmo de seus titulares, nesse governo. Antes foi um ministro baiano que beneficiou o seu estado e esqueceu dos demais. Agora, o ministro é pernambucano e, por sua vez, priorizou Pernambuco, em detrimento dos demais estados, o que ele, o ministro, nega. Antes que esqueça, eu tenho um especial carinho por Pernambuco e sua gente, mas assim não dá, ministro!
As denúncias de favorecimento de seu estado contra Fernando Bezerra (PSB-PE), o atual ministro da Integração Nacional, começaram a surgir quando as águas invadiram municípios inteiros de Minas e Rio. O que o ministro já atribuiu a fogo amigo. É que PT e PSB, o partido de Fernando Bezerra, vivem às turras, já com vista às eleições de 2014, conforme publica, hoje, O Globo.
O presidente do PSB, Eduardo Campos, governador de Pernambuco, recomendou, então, ao ministro que dissesse à imprensa, quando surgiram as denúncias, que a liberação das verbas para o seu estado receberam o aval da presidente Dilma. Sobretudo, porque a presidente recomendou à ministra-chefe da Casa Civil que passasse monitorar os repasses do ministério de Fernando Bezerra.
É ou não é uma forma de emparedar a presidente? Só não entende assim quem não quer. Tanto que a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, apressou-se em publicar uma nota negando a interferência.
Mais bueiros, no centro do Rio, voltaram a explodir essa semana para pavor dos necessitam passar por ali. Até quando, meu Deus?
Segundo foi informado, os tais bueiros haviam sido vistoriados, no mês passado, e não tinha sido constatado o vazamento de gás. Será que o sobrenatural resolveu agir contra os cariocas?
Publiquei, hoje, o texto abaixo, em minha página no Facebook. Como houve quem gostasse, resolvi publicá-lo aqui também. Que me desculpem os poetas, por tomar o lugar deles hoje.
O tempo não para, já disse o poeta. E assim, chegamos à primeira sexta-feira do ano cheios de expectativas, tarefas por cumprir e, como não poderia deixar de ser, sem tempo para as mil coisas a fazer.
Como se pode perceber, o calendário muda, porém, continuamos os mesmos. Por quê? Quem se atreve a responder? Será que alguém tem a resposta? Ninguém, muito provavelmente, a terá, porque não temos tempo para pensar. É preciso, antes de tudo, continuar a viver, seja como for, pois, o tempo não para!
Abraço para quem é de abraço, beijo para quem é de beijo e Rá para quem é de Rá.
A música para este final de semana é a música para este final de ano. Acredita-se que tenha sido composta em 1857, pelo Reverendo John Henry Hopkins, que teria reproduzido as palavras dos três Reis Magos, Gaspar, Balthazar e Melchior, que visitaram Jesus, dias após o Seu nascimento. A música para este final de ano é de uma beleza mágica, sem trocadilho. Nomes famosos da música mundial já a interpretaram, mas, o blog selecionou a versão executada pelo coral do Kings College, Cambridge. Senhoras e senhores, a música para este final de ano é “We Three Kings Of Oriente Are”.
Parece que foi ontem, mas, eis que chegam à nossa porta o Natal e o Ano Novo, renovando a nossa fé no Homem e em Deus e nos garantindo que podemos, sim, ser felizes.
Entretanto, é preciso refletir um pouco sobre como se comportou, nesse ano, o seu Coração! A minha convicção, sem desejar parecer apressado, é a de que você serviu-se dele com serenidade e crendo no futuro. E que o seu propósito será o de continuar a utilizá-lo no Ano Novo, de forma magnânima e iluminada, para difundir a verdade, a Justiça e fazer a sua parte a fim de que a Paz, entre os homens com a bênção de Deus, seja um horizonte alcançável!
Sendo assim, quero lhe pedir para de mãos dadas agradecermos, em oração, ao Menino Jesus, pelas graças e vitórias obtidas e renovarmos as nossas promessas de continuar lutando por um mundo mais criativo e tolerante, onde o Amor floresça verdadeiramente!
Um santo e feliz NATAL e um ANO NOVO de insofismáveis realizações e as mais irreparáveis conquistas são os nossos votos a você e a sua família,
Ela, havia pouco tempo, tinha completado seus 15 anos, quando a vi pela primeira vez. Seu olhar perscrutador, contudo, já não era de uma menina, mas, de uma mulher que, precocemente, se apresentava. Atimidez de seu sorriso, porém, dizia, sim, que ela ainda era tão somente um pouco mais de uma menina. Mas, ela saiu porta à fora e nunca mais a vi...
O tempo passou e nem um mínimo encontro aconteceu, ainda que a cidade fosse pequena. A verdade, todavia, é que o destino havia nos prometido um ao outro, e assim haveria de acontecer. Logo, tranquilamente, aguardei!... Não sei bem quanto tempo depois, nos reencontramos e quase nada nos dissemos, porque quase nada tínhamos para nos dizer. Nossos olhos possuíam as verdadeiras palavras que se explicavam melhor e, por isso, não necessitavam ser pronunciadas.
Três anos seguintes, numa tarde de sábado, o Padre Jorge Basile, na Igreja de Jesus de Nazaré, ainda com suas obras por terminar, nos declarava marido e mulher. E, então, começamos a nossa caminhada... E nela encontramos toda sorte de acontecimento, alguns inesquecíveis, outros que melhor seria o tempo consumi-los definitivamente. Foram altos e baixos; encontros e desencontros; momentos da mais absoluta felicidade e de angustiantes tristezas, de risos e choros...
Mas, tudo temos vivido, com temperança, em alguns instantes, e intolerância, noutros, como todo casal, eu acredito. E assim estamos escrevendo a nossa história, que, certamente, Deus ainda há de nos reservar muitos capítulos.
O tempo passou tão rápido, ao que me parece, que quase não me dou conta disso, são já 35 anos, neste domingo, 18/12, desde aquele em o Padre Jorge, com sua longa barba, nos ajudou a rezar para agradecer pela felicidade, que vivíamos.
À minha Marli, o meu muito obrigado, por seu determinismo, por sua coragem e lucidez, por ser, nesses anos, uma autêntica e verdadeira companheira! Muito obrigado, por todas as graças e, notadamente, pela felicidade de me conceder dois filhos. Por tê-los educado e formado um homem e uma mulher de caráter ilibado, de equilibrado espírito de Justiça, de respeito ao semelhante e amor a Deus. Este orgulho, preciso dizer a todos, é você, Marli, que me proporciona!
fotos feitas dia 04/12, aniversário de Marli. Ela e este locutor que vos fala e na outra ela e nossa filha, Lorena
O blog entra em recesso, nesse período de festas natalinas, por compreensíveis, eu espero, razões, tendo em vista que o tempo fica mais apressado e curto para todos nós.
No próximo dia seis de janeiro, dia dos Santos Reis ou Reis Magos, estaremos de volta, com a perspectiva de um Ano Novo iluminado, com fatos que mereçam, de verdade, comentários positivos, com renovadas esperanças, no Homem e em Deus.
Divirtam-se! Aproveitem ao máximo possível esses dias e façam deles um marco de felicidade em suas vidas.
Mais uma vez, Feliz Natal e um grandioso Ano Novo!
Uma das alegrias que 2011 me proporcionou foi minha ida a Macapá, de quem tanto faço referências aqui e pouco visito. Não que eu seja um ingrato, haja vista, o carinho, o respeito e as amizades que lá me são dispensados. Não, não se trata de ingratidão, e sim o fato de as nossas companhias aéreas tentarem me extorquir a cada vez que manifesto o meu desejo de voltar.
O desejo de visitar a Macapá mais amiúde é enorme, afinal, lá estão meu irmão, minhas irmãs, um monte sobrinhos, que já chegam a terceira geração, além de amigos de longuíssimas datas.
Por isso, ir a Macapá é sempre motivo de muitas alegrias, como foi este ano. Como a lista de coisas boas que me aconteceram é longa, estou resumindo-a com este registro. E um recado: Macapá me espere, pois, mais breve do que se imagine quero revê-la!
O fim do ano chegou e algumas esperanças esvaíram-se, em compensação algumas anunciadas desgraças não se sucederam. O mundo não acabou e muito menos às 11h11m11segundos do dia 11/11/11 nada aconteceu.
Até agora, estou por entender a inquietação das pessoas com a data. Se pensarmos um pouco mais, vamos nos lembrar de que já aconteceram os dias: 01/01/01, 02/02/02... E ainda deverá acontecer o dia 12/12/12. E tudo passou e passará simplesmente como mais um dia no calendário, apenas isso.
As chamadas redes sociais precisam se alimentar e como por vezes o material fica escasso, põem-se a criar esses misticismos baratos. A minha página no Facebook teve não sei quantas chamadas sobre o tal dia. Por e-mail, recebi diversas mensagens me alertando para a data. E mesmo assim terminei por esquecê-la. Quando me dei conta já era dia 12!...
A nota triste desse fim de ano é a partida, neste sábado, de dois ícones das artes: Sérgio Brito e Joãozinho Trinta.
Sérgio vai encarnar seus personagens e fazer a alegria dos anjos, enquanto Joãozinho irá lhes mostrar que o carnaval, quando levado a sério, é, sim, uma festa do povo.
Que Deus os receba no Reino Eterno e conforte suas famílias.
O ano se encerra e as expectativas para Ano Novo, no nosso mundinho político, são um tanto turvas. A presidente diz que fará uma reforma ministerial, mas, seus assessores diretos afirmam que será uma pequena reforma, com, no máximo, a incorporação de algum ministério por outro. Anúncio que desagradou profundamente os partidos da base aliada, afinal, há perspectiva de alguém ficar de fora, o que significa menos verbas por “administrar”.
A presidente recebeu um ministério, imposto, por mais que ela negue, por seu padrinho político, assim como, ele impôs o nome dela ao PT e aos partidos da base. Lula deu diversas demonstrações de ser leniente com a corrupção, e o que se terminou por ver, em consequência, foram pedidos para que ministros pedissem para sair.
O detalhe desolador é que nenhum órgão oficial, desde o Congresso até o menor deles, fez algum tipo de denúncia contra os ministros defenestrados. Não fosse a vigilância da imprensa, eles estariam em seus lugares, devidamente acobertados pela inépcia do governo.
Em 2012, teremos eleição para as prefeituras e câmara de vereadores, entretanto, o povo, ao que parece, está esquecido do fato. Ninguém questiona nada, ninguém cobra nada, ninguém reclama de nada...
Resta-nos tão somente pedir a Deus que tenha pena do povo brasileiro!
Essa maravilha que fecha o blog em 2011 é da minha querida amiga Alcinéa Cavalcante, e está publicada, originalmente, no livro “Coletânea (Poetas, Contistas e Cronistas do Meio do Mundo)”, que me foi presenteado pelo Paulo Tarso, outro amigo estimado que vive escrevendo nas estrelas, lá de Macapá. À Alcinéa e ao Paulo, o meu muito obrigado e um beijo no coração.
Essa maravilha que fecha o blog em 2011 é da minha querida amiga Alcinéa Cavalcante, e está publicada, originalmente, no livro “Coletânea (Poetas, Contistas e Cronistas do Meio do Mundo)”, que me foi presenteado pelo Paulo Tarso, outro amigo estimado que vive escrevendo nas estrelas, lá de Macapá. À Alcinéa e ao Paulo, o meu muito obrigado e um beijo no coração.
Essa maravilha que fecha o blog em 2011 é da minha querida amiga Alcinéa Cavalcante, e está publicada, originalmente, no livro “Coletânea (Poetas, Contistas e Cronistas do Meio do Mundo)”, que me foi presenteado pelo Paulo Tarso, outro amigo estimado que vive escrevendo nas estrelas, lá de Macapá. À Alcinéa e ao Paulo, o meu muito obrigado e um beijo no coração.
Essa maravilha que fecha o blog em 2011 é da minha querida amiga Alcinéa Cavalcante, e está publicada, originalmente, no livro “Coletânea (Poetas, Contistas e Cronistas do Meio do Mundo)”, que me foi presenteado pelo Paulo Tarso, outro amigo estimado que vive escrevendo nas estrelas, lá de Macapá. À Alcinéa e ao Paulo, o meu muito obrigado e um beijo no coração.
A música para este final de semana é um passeio pelos anos 1960, gravada originalmente pela cantora Cher. Já neste século, fez parte da trilha sonora do filme Kill Bill, uma produção nipo-americana, dirigida pelo cineasta Quentin Tarantino. A música para este final de semana conta uma história de amor, nascida quando as personagens ainda eram crianças de cinco e seis anos, uma verdadeira água com açúcar, mas que até hoje enternece o coração dos mais românticos. A música para este final de semana teve a interpretação de muitos cantores e cantoras, o blog, porém, ficou com a filha do velho Frank. Senhoras e senhores, a música para este final de semana é “Bang Bang (My Baby Shot Me Down)”, com Nancy Sinatra.
Bang Bang (My Baby Shot Me Down)
Nancy Sinatra
Composição: Sonny Bono
I was five and he was six We rode on horses made of sticks He wore black and I wore white He would always win the fight
Bang bang, he shot me down Bang bang, I hit the ground Bang bang, that awful sound Bang bang, my baby shot me down
Seasons came and changed the time When I grew up, I called him mine He would always laugh and say "Remember when we used to play?"
Bang bang, I shot you down Bang bang, you hit the ground Bang bang, that awful sound Bang bang, I used to shoot you down
Music played and people said Just for me the church bells ring
Now he's gone, I don't know why Until this day, sometimes I cry He didn't even say goodbye He didn't take the time to lie
Bang bang, he shot me down Bang bang, I hit the ground Bang bang, that awful sound Bang bang, my baby shot me down
Ando meio preguiçoso, e quero reconhecer essa minha indolência publicamente para ver se me animo. E um dos reflexos dessa minha vontade de nada fazer pode ser visto na minha ausência, ao não atualizar mais frequentemente o blog.
Mas, por vezes, não é fácil escrever, ao menos, para mim. Para me exercitar como escriba, ainda que mediocremente, preciso ler muito. E como, ultimamente, pouco tenho lido, fica intrinsecamente complicado escrever. Na verdade, a minha preguiça começa no fato de estar sempre deixando para depois a leitura.
Ler é tão bom, sei disso! Faz a gente viajar sem sair de casa, e, com esses tempos de violência, não há coisa melhor. Ainda que eu não suporte a ideia de ter ficar trancado em casa, por medo da violência. Até porque, acho eu, será de pouca valia a minha leitura se não compartilhar as minhas descobertas com os meus amigos.
E aquela discussão surgida pelas interpretações diferentes sobre um livro, uma crônica no jornal, um artigo em uma revista... É boa demais! O interessante é a gente agregar conhecimentos àquilo a que pensávamos já ter domínio. É aí que se faz presente mais do que nunca o velho ditado: “duas cabeças sempre pensam melhor!”
Não sei, mas, acho que o meu descaso com a leitura advém do hábito de estar na internet e em frente à TV. A agilidade da internet e o recurso visual da TV nos levam a crer que já sabemos de tudo, entretanto, como o volume de informações é pantagruélico fica praticamente se absorver tudo.
E é aí que começam as dificuldades para escrever, como não houve tempo para a absorção das informações, a gente começa a misturar tudo, perde-se o entendimento ordenado do visto e assistido, e o pior, potencializam-se as nossas deficiências com o idioma de Camões. Seria esse um dos motivos de os nossos jovens terem cada vez mais dificuldades em falar e, sobretudo, escrever? Essa para pensar!...
E você acha também que a falta de leitura só nos deixa cada vez mais enrolados, com a nossa Língua Pátria? Como assim? Para você tanto faz, o importante é se fazer entender? É pode ser. Ah! Você concorda que a internet está deixando as pessoas com menos facilidade com a boa e velha Língua portuguesa? Bom, seja como for, vou torcer para que o seu fim de semana seja de deliciosas leituras.
No domingo passado, a nossa casa tornou-se uma festa só! E não podia ser diferente, é que “A dona da pensão” fez aniversário. Pois é, foi o dia de cantarmos parabéns para a Marli, a minha digna consorte.
Este locutor que vos fala atreveu-se, por isso, a ir para frente da churrasqueira assar um peixe, conforme o desejo dela. Foi muita responsabilidade, ainda mais porque nunca havia me imiscuído no oficio. Mas, modéstia à parte, me saí bem, e todos se mostraram satisfeitos. Devo reconhecer que tive uma baita colaboração do meu filho Breno.
Para a Marli, ficam registrados os nossos votos de a mais profunda felicidade e o nosso pedido a Deus que lhe dê saúde, paze muitos anos de vida para, sobretudo, desfrutar dos mais doces momentos com o seu netinho Matheus, razão, hoje, do seu mais belo sorriso.
Marli, parabéns e um beijo especialmente carinhoso!
Sou um paraense que, se não chego a renegar as minhas origens, não dou lhe dou maiores importâncias. Mas, posso explicar. Lá por volta dos meus cinco, seis anos, minha família mudou para Macapá, onde estudei, consegui o meu primeiro emprego, namorei e casei. Daí, o meu caso de amor com o Amapá ser maior do que com o Pará.
A lembrança disso se deve ao fato de que neste domingo os paraenses vão às urnas para decidir se querem ou não a divisão do estado. A minha distância do Pará não me permitiu ter informações mais precisas sobre a proposta da divisão. Por isso, cheguei a pensar, em algum momento, que seria uma boa ideia, porém, refletindo um pouco mais, mudei de opinião.
Hoje, a minha percepção é a de que de pouco ou de nada adiantará a criação de outros dois estados, a partir da divisão do Pará. Os políticos (sempre eles), que pouco trabalharam pelo progresso do estado, serão os mesmo que administrarão, com licença da má palavra, as novas unidades federativas.
O Pará é um estado rico em minério, tem uma agropecuária que, não fosse pelo descaso, seria invejável, e possui um potencial turístico diverso e atrativo. Portanto, penso eu, o Pará não precisa ser dividido e, sim, bem administrado.
A ligação Rio-Niteroi feita pelas barcas já teve até um quê de romantismo, porém, com a privatização dos serviços, virou um salve-se quem puder. O acidente de dias atrás comprova que os equipamentos estão obsoletos e a exigir substituição, coisa que somente o governo do estado do Rio de Janeiro não sabe.
O jornal O Globo, hoje, traz uma reportagem em que o governador Sérgio Cabral, depois de anunciar o reajuste das passagens e dizer que iria subsidiá-las, diz que o subsídio somente acontecerá se a Barcas S/A se comprometer em oferecer mais 3.500 lugares aos usuários. O governador diz ainda “que não há, em todo o mundo, transporte de massa que funcione bem sem a participação do poder público”. Entretanto, mais à frente, ele rejeitou a ideia de se cassar a concessão da Barcas S/A, que tem sido alvo de críticas dos usuários e foi tema de uma CPI na Assembleia Legislativa do Rio entre 2008 e 2009, conforme está escrito na reportagem.
O governador conta com a aprovação pela Alerj do subsídio prometido, no valor de R$ 1,30, sobpena de o benefício não poder ser oferecido. Cabral, em um exercício de ufanismo, cita vários números para dizer que os serviços de transporte estão melhor hoje, devido as ações de seu governo.
Agora, faz-se preciso lembrar que qualquer subsídio é concedido com recursos públicos, que são frutos dos impostos que todos nós pagamos. Que se a Alerj não aprovar o benefício, a tarifa saltará dos R$ 2,80 hoje para R$ 4,40 a partir dos primeiros dias do Ano Novo. Que o mais importante não é aumentar o número de lugares, mas, sim, adquirir novas barcas para que a travessia se faça com a segurança devida e esperada. Que o populismo denunciado pelo governador também se faz presente quando ele propõe o subsídio e nada fala sobre cobrar melhorias dos serviços à empresa concessionária.
O cavaleiro mascarado, que costumava deixar sua marca na testa dos facínoras que ele combatia, tinha uma bala de prata usada em momentos certos. Os da minha idade devem se lembrar do gibi do saudoso e corajoso Zorro e seu companheiro, o índio Tonto.
E, ao que parece, uma dessas balas foi usada para derrubar o ex-ministro Carlos Lupi, do ministério do Trabalho. Lembrei disso porque o senhor Lupi disse, em alto, claro e bom som para todo o Brasil ouvir, que só sairia do ministério abatido a bala. E não é que ele saiu! E, ironicamente, sem que fosse preciso a bala de prata do cavaleiro mascarado.