Ernâni Motta


Ontem, à noite, escolhi como a música do dia para hoje a do ministro Gil, “Nos barracos da cidade (Barracos)”, que me parece sempre muito atual, neste nosso Brasil. Mas, o frio está me deixando meio desanimado, ou seriam os nefastos que infestam o nosso quadro político? Não sei!

Como é fim de semana, não posso me deixar abater tão facilmente, então, resolvi meditar um pouco sobre o que vi em seu decorrer, porém, sem maiores preocupações. Por isso, a primeira providência foi trocar o CD, agora, estou ouvindo blues. Acho que as dissonâncias de Albert King e B.B. King têm mais a ver com o meu estado de espírito. Também, é muito bom ouvir a Sarah Vaughan cantar Beatles. Quem quiser me acompanhar, é só chegar, valeu?

 

Marchinha de carnaval

 

 

Como num bom bate-papo, uma coisa puxa outra, uma das declarações do publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, na quarta-feira, fez-me lembrar da marchinha de carnaval que diz: “É dos carecas que elas gostam mais”. Qual foi a declaração? A que ele deu em resposta a um dos deputados que o inquiriam e que lhe questionou se ele sabia por que o deputado Roberto Jefferson o escolheu como alvo. Respondeu ele: “acho que é porque sou meio carequinha”.

Se os meio carequinhas viram objeto de cobiça para bem ou para o mal... Acho que quem não vai gostar muito da idéia é a minha mulher!

 

Nota de esclarecimento, que piada!

 

E a nota de esclarecimento que o Roberto Jefferson publicou, ontem, tentando explicar sua fala, no Programa do Jô? Recordou-me um personagem que o próprio Jô interpretava na TV, cujo bordão era: “Eu não sou palhaço, estão me fazendo de palhaço!”.

 

Vou aumentar um pouco mais o som, é que a Sarah Vaughan começou a cantar: “And I love her”.

 

Bolsa-cosmético

 

Não, esta é demais! Putz! E a secretária, considerada a mais forte integrante da tropa de choque do “primeiro-marido” Garotinho, que se demitiu segunda-feira? A dona Ana Paula, simplesmente, brindava com batons e esmaltes as moradoras das comunidades carentes do Estado, junto à distribuição das bolsas-família. E o interessante é que foram os próprios caciques do PMDB – partido do ex-governador – que denunciaram a ação da bem intencionada secretária.

 

Ah! Mas esta semana... Perdão, mas, dá um tempo. É que agora a Sarah está catando com o Marcos Valle, “Something”, em ritmo de samba. Simplesmente, impagável!...



Escrito por Ernâni Motta às 12h37
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Diana Bouth, uma verdadeira zona de impacto!

 

Bom, esta semana, recebi a Playboy, deste mês de julho, que traz a Diana Bouth, mais impactante do que nunca! O que, você não sabe quem é Diana Bouth? Então, passa lá no SPORTV, às 15h30m, que vai encontrá-la apresentando o Zona de Impacto. Se bem que eu acho que é melhor vê-la na Playboy. As “zonas” que ela mostra na revista achei muito mais interessante. Aliás, Diana é nome de deusa, não é? Se não for, agora, passa a ser.

 

Continua a rolar o blues. Agora, por conta de Lou Rawls.

 

Ex, que furada!

 

Caramba, esse negócio de ex é mesmo uma furada! Ex-mulher, por exemplo, dizem é sempre uma senhora dor de cabeça. Agora, o carequinha Marcos Valério deve estar achando que furada mesmo é ex-secretária. Ainda mais quando a ex está desejosa de seus 15 minutos de fama.

Vocês viram o ar de satisfação dela, ontem, com os holofotes? Aquele sorriso era quase orgástico, não era, não?

 

Estou revirando minha precária memória, sobre os acontecimentos da semana, e não consigo recordar de boas notícias, tirando o recebimento da Playboy e o início da 3ª FLIP, que é a Festa Literária de Paraty, nada mais me recordo.

 

“You Can’t Go Home”, começa a cantar o Lou Rawls.

 

Parece que só me resta desejar a todos bom um fim de semana! Amanhã, vou para uma festa junina, quer dizer, julina, mas, a motivação é a mesma. Para os que não moram na Cidade Maravilhosa, é bom que se diga que as “festas de São João”, por aqui, avançam julho adentro.

Aquele abraço!

 



Escrito por Ernâni Motta às 12h37
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A música do dia:

 

Nos Barracos da Cidade (Barracos)

 

Liminha/Gilberto Gil

 

Nos barracos da cidade

Ninguém mais tem ilusão

No poder da autoridade

De tomar a decisão

E o poder da autoridade

Se pode não faz questão

Se faz questão não consegue

Enfrentar o tubarão

Ôôô ôô

Gente estúpida

Ôôô ôô

Gente hipócrita

 

O governador promete

Mas o sistema diz não

Os lucros são muito grandes

Mas ninguém quer abrir mão

Mesmo uma pequena parte

Já seria a solução

Mas a usura dessa gente

Já virou um aleijão

Ôôô ôô

Gente estúpida

Ôôô ôô

Gente hipócrita



Escrito por Ernâni Motta às 09h32
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QUEM É O INOCENTE?

 

Como vocês sabem, fui funcionário do Banco do Brasil, e, como tal, exerci a função de gerente, na área de atendimento. Vou narrar-lhes uma história que me foi contada inúmeras vezes e depois vou contar outra que ouvi ontem, 6/julho, para que vocês guardem a semelhança entre as duas, se é que há.

            O cliente chegava à minha mesa e todo humilde pedia licença, sentava-se e começava: “Seu gerente, eu estou com problema, aqui, no Banco do Brasil”. Como estava sempre de bom-humor, não perdia a oportunidade da ironia e respondia: “Seu fulano, aqui, no Banco do Brasil, o senhor não está com problema nenhum, mas, vamos lá, conte o que aconteceu”. E a ladainha era a mesma, com a alternância entre um ou outro parente/personagem:

            “Sabe o que é, seu gerente, a minha cunhada teve um problema no banco, que ela tem conta, que foi um cheque que ela passou pré-datado pro supermercado e eles meteram antes do dia”. Ao que eu interrompia e indagava: “Mas o senhor começou me dizendo que o problema era seu. Afinal, é seu ou da sua cunhada?” E o coitado, a partir daí, se enrolava todo. Mesmo assim, tentava continuar: “Pois é, aí, ela precisou fazer uma compra e como estava sem cheque, pediu um meu emprestado. Só que a loja apresentou o cheque duas vezes e nas duas estava sem fundos, porque ela esqueceu de fazer o depósito”. A essas alturas da nossa conversa, eu apenas escutava. E o dono do problema continuava: “Agora, o Banco do Brasil suspendeu meu cheque e mandou meu nome para o Banco Central. E eu queria ver o que o senhor pode fazer por mim...”.

            Agora, a segunda historinha: Estava o publicitário Marcos Valério depondo na CPI dos Correios, quando disse ter conhecido a cúpula do PT, em 2002, através do deputado Virgilio Guimarães; que no início do ano de 2003, teria servido de avalista numa operação de empréstimo, no valor de R$ 2.400, do PT; que o PT, quando do vencimento da primeira parcela do pagamento do referido empréstimo, não conseguiu honrá-la e que ele, o senhor Valério, teria efetuado o respectivo pagamento; e que pediu para o tesoureiro do PT, Delúbio Soares, retirar seu nome, como avalista, quando da renovação do contrato.

            O deputado inquisidor, então, argüiu-lhe: “Senhor Marcos, vossa senhoria continua como avalista”.

            E ele tentando se defender: “Não, senhor deputado, eu já pedi para o senhor Delúbio retirar meu nome do contrato”.

            O deputado: “O senhor sabe dizer se o contrato já foi liquidado?”

            Ele, claudicante: “Não. Acho que não”.

            O deputado: “Senhor Marcos Valério, se o contrato não foi pago, não pode ser renovado, vossa senhoria sabia disso?”

            A resposta, com a mais deslavada ironia: “Não, senhor deputado. Agradeço a Vossa Excelência pela informação”.

            Isto posto, eu indago: quem é o mais inocente, o cliente do Banco que emprestou o cheque para a cunhada ou o publicitário que serviu de avalista para o PT?

           



Escrito por Ernâni Motta às 19h59
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O terror volta a atacar

 

O terrorismo é a mais covarde das ações humanas. A sociedade é obrigada a enfrentar um inimigo sem rosto, que se esconde pelos esgotos, sem o mínimo de escrúpulos.

Se é verdade que o Homem é um misto de razão e emoção, com certeza, terrorista contraria esta assertiva para ser calculista e traidor, e, portanto, não deve ser tratado com a menor complacência. Não que eu seja um sequaz da idéia do olho por olho, dente por dente, mas que a justiça seja rigorosa e implacável com gente desse tipo.

O atentado à Londres, hoje, é abominável por sua natureza e uma temeridade por suas conseqüências. Vi, pela TV, enquanto o primeiro ministro inglês, Tony Blair, discursava, os olhos crispados de Bush. O que pensaria ele àquela hora?... Que Deus, Ala e todas as divindades tenham piedade de nós!



Escrito por Ernâni Motta às 15h16
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POESIA

 

Em meio ao mar lama que transformaram o País, um pouco de poesia faz bem. Então, lembrei a que coloco abaixo, de autoria da psicóloga e psicanalista, especializada em políticas públicas e doutora em filosofia Viviane Mosé, capixaba, radicada no Rio de Janeiro, desde 1992.

 

GENTE

 

Gente é mais ou menos como rio:

Tem os que gostam de perigo e se lançam de grandes alturas.

Tem os de muitos braços que atiram pra todos os lados.

Tem os de muitos redemoinhos que comem bois e gente.

Tem os que gostam demais de si e viram lago.

Tem os que só sabem correr parados.

Os empoçados, os pantaneiros, os alagados.

Tem os que transam com a terra formando ilhas.

O fundo de alguns é de pedra.

 

Tem os de peixes coloridos.

Outros têm água clarinha.

E tem gente córrego seco.

E tem gente riacho escuro.

Alguns a terra engole vivos.

E tem até rio que corre pra trás.

O rio que eu sou nasceu em janeiro.



Escrito por Ernâni Motta às 09h58
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O inverno dá ar da sua graça

 

Após 15 dias de ser anunciado o seu início, o inverno parece que chegou, baixando a temperatura, fazendo o povo tirar seus casacos do armário. O tempo que andava na casa dos 30 graus até a terça-feira, ontem, chegou aos 18, no termômetro daqui de casa. Foi o suficiente para eu, depois de ficar o dia todo, em frente à TV, assistindo ao depoimento do comediante, ou melhor, publicitário Marcos Valério, abrir uma garrafa do portuga Acácio e me empanturrar de uma bela macarronada.



Escrito por Ernâni Motta às 09h56
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PMDB emite nota escrita desligando os novos ministros

 

Logo após o Planalto haver anunciado os nomes do senador Hélio Costa (PMDB-MG), do deputado Saraiva Felipe (PMDB-MG) e do presidente da Eletrobrás, Silas Rondeau para os ministérios das Comunicações, Saúde e Minas e Energia, respectivamente, o PMDB publicou uma nota por escrito desautorizando as negociações.

A nota, assinada pela direção e os sete governadores do partido, propõe ainda o desligamento imediato de Helio Costa e Saraiva Felipe e uma censura pública aos senadores José Sarney e Renan Calheiros, presidente do Senado, por terem contrariado a executiva do partido e negociado, sem autorização, a participação no governo.

 

O que está havendo com o PMDB, que por tantos anos, esteve sempre sedento por cargos em Brasília, para agora dispensá-los? A não ser que eles estejam achando pouco...



Escrito por Ernâni Motta às 09h55
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Valério nega o mensalão, não explica os saques e ainda se mostra generoso.

 

Durou cerca de 14 horas o depoimento do publicitário Marco Valério, à CPI dos Correios, quando negou ser quem efetuasse os pagamentos do mensalão aos deputados do PL e do PP e não soube explicar a razão dos saques de R$ 21 milhões, em dinheiro vivo no Banco Rural. Disse o publicitário que os valores movimentados destinaram-se ao pagamento de fornecedores e investimentos, negando-se a especificar quais os tipos.

Marcos Valério respondeu a quase todas as perguntas dos parlamentares da CPI, o que se esperava que não fizesse, já que foi para o depoimento munido de habeas-corpus preventivo, concedido pelo STF, na terça-feira. Mostrou-se respeitador com seus inquisidores, sem deixar de mostrar diversas suas diversas faces. Num instante, desculpava-se com os deputados e senadores por tratá-los por você, era o seu lado disciplinado. Noutro, disse haver pago uma parcela do empréstimo de R$ 2,4 milhões feito pelo PT, junto ao banco BMG, era o Valério generoso. Foi desafiador ao propor que CPI suspendesse seus contratos, por uma semana, para apurar as irregularidades denunciadas. Ao desmentir os deputados Roberto Jefferson, seu algoz, e José Borba, líder do PMDB na Câmara, que declarara ter tratado com ele sobre alocação de cargos, desferiu: “Daqui a pouco, vou ser ministro sem pasta”. E fez graça ainda ao ser indagado mais uma vez a que atribuía a ira do deputado Roberto Jefferson contra ele, quando respondeu: “Acho que é porque sou meio carequinha”.

Os membros da CPI mista, porém, não ficaram convencidos das declarações de Marcos Valério que será convocado para depor novamente, após ser entregues os documentos com a quebra dos sigilos fiscal, bancário e telefônico do empresário

Escrito por Ernâni Motta às 09h54
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Salman Rushdie é o destaque da 3ª FLIP

 

Inicia-se, nesta quarta-feira, a terceira Festa Literária Internacional de Paraty – Flip – que se estenderá até domingo, tendo como homenageada a escritora Clarice Lispector. A Flip contará com 20 mesas-redondas na Tenda dos Autores, com capacidade para 600 pessoas. O festival colocará a disposição dos visitantes 1.400 lugares e terá um telão transmitindo os encontros simultaneamente.

Nesta terceira edição da Festa Literária Internacional de Paraty, estão representados 11 países e 25 editoras e o destaque desta edição é o escritor anglo-indiano Salman Rushdie, que fará o lançamento internacional de seu novo livro “Shalimar, o Equilibrista”, romance em que analisa os conflitos entre a Índia e o Paquistão.

Os debates do festival iniciam-se às 10 horas e outros quatro realizam-se, durante o dia, até às 19 horas.

O Flip discutirá de culinária ao jornalismo de guerra, observando a importância literária da Bíblia. O evento idealizado por Liz Calder, fundadora da editora britânica Bloomsbury promete manter o caráter literário, mas promovendo o diálogo entre as mais diversas áreas de interesse.

Paraty, localizada ao sul do estado do Rio de Janeiro, é um Patrimônio Histórico Nacional e mantém até hoje os seus encantos naturais e arquitetônicos. Foi fundada em 1667, em torno da Igreja de Nossa Senhora dos Remédios. No ciclo da cana-de-açúcar, mostrou-se importante por seus engenhos. No século XVIII, destacou-se como importante porto por onde se escoava das Minas Gerais o ouro e as pedras preciosas que embarcavam para Portugal.



Escrito por Ernâni Motta às 16h20
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O presidente Lula anunciou, no início desta tarde, através do porta voz da Presidência, André Singer, os nomes que integrarão o novo ministério. São eles: Helio Costa para o Ministério das Comunicações, Silas Randau para o de Minas e Energia e Saraiva Felipe para o da Saúde, todos são parlamentares filiados ao PMDB. O porta voz anunciou ainda que, na sexta-feira, o presidente fará a comunicação de novos indicados.

Singer não soube informar se os novos nomes, também, serão de participantes do PMDB e nem quais são os ministérios que terão seus titulares substituidos.

De qualquer maneira, fica a interrogação: será que Romero Jucá continuará? Caso positivo, parece que o Presidente ainda não aprendeu.

Ernâni Motta



Escrito por Ernâni Motta às 15h17
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Um velho índio descreveu certa vez os seus conflitos
internos.
"Dentro de mim existem dois cachorros, um deles é
cruel e mau, o outro é muito bom e dócil. Eles estão
sempre a brigar".
Quando então lhe perguntaram qual dos dois cachorros
ganharia a briga, o sábio índio parou, refletiu e
respondeu:
"Aquele que eu alimentar!"


Escrito por Ernâni Motta às 14h05
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Música do dia

Tatuagem
Chico Buarque - Ruy Guerra/1972-1973
Para a peça Calabar de Chico Buarque e Ruy Guerra



Quero ficar no teu corpo feito tatuagem
Que é pra te dar coragem
Pra seguir viagem
Quando a noite vem
E também pra me perpetuar em tua escrava
Que você pega, esfrega, nega
Mas não lava

Quero brincar no teu corpo feito bailarina
Que logo se alucina
Salta e te ilumina
Quando a noite vem
E nos músculos exaustos do teu braço
Repousar frouxa, murcha, farta
Morta de cansaço

Quero pesar feito cruz nas tuas costas
Que te retalha em postas
Mas no fundo gostas
Quando a noite vem
Quero ser a cicatriz risonha e corrosiva
Marcada a frio, a ferro e fogo
Em carne viva

Corações de mãe
Arpões, sereias e serpentes
Que te rabiscam o corpo todo
Mas não sentes



Escrito por Ernâni Motta às 11h51
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Quem sou?

Meus amigos, os de há muito e os que a partir de agora chegarem,

 

Sou um paraense do interior, que – como dizia aquele personagem da Escolinha do Professor Raimundo, na TV – mudou-se, quando ainda era menino-pequeno, para Macapá, então, capital do Território Federal do Amapá.

Lá estudei no Grupo Escolar Gen Azevedo Costa, no Ginásio de Macapá e no Colégio Amapaense. Fui moleque, joguei pedra em mangueira, tomei banho de rio, aprendi a andar de bicicleta, joguei bola, aliás, dizer que joguei é uma heresia, melhor seria dizer corri atrás da bola algumas vezes. Também, em Macapá, vivi minhas primeiras paixões, tive a minha primeira namorada e terminei por casar e consegui meu emprego, que foi na Rádio Educadora São José. Hoje, não sei definir se foi a partir daí que me foi inoculado o vírus do jornalismo ou se já convivia com ele sem saber.

Porém, viver de jornalismo, àquela época, em Macapá, era uma atitude heróica, e como nunca fui dado a heroísmos, fui ser funcionário do Banco do Brasil, onde fiquei por 26 anos. Naturalmente, comecei minha carreira no Banco, em Macapá, para sorte minha, aos 22 anos. E encerrei no Rio de Janeiro, aposentado, depois de, como disse, 26 anos de uma carreira, da qual tenho as mais gratificantes lembranças. Espero um dia, dividi-las com todos.

Em 1982, mudei para o Rio de Janeiro, depois de uma feliz estada no Recife, por quatro anos. Aqui, na Cidade Maravilhosa, nasceram meus filhos e, certamente, nascerão meus netos, haja vista, que meu filho já casou, e minha filha não tem intenção de daqui mudar.

No Rio de Janeiro, entre outras boas coisas que me aconteceram, fiz o curso de Jornalismo, um sonho acalentado desde os meus tempos iniciais de Rádio Educadora.

O objetivo de fazer esse blog é o de começar a compartilhar minhas idéias, aproveitando esta mídia fantástica, que é a Internet, com os meus amigos de todos os tempos, isto é, os de antes e os que forem chegando.

Como acho que nós iremos nos conhecendo melhor, com o passar do tempo, vou encerrando, por aqui, esta minha apresentação. A todos, devo dizer: é um prazer conhecê-los!

Ernâni Motta

 



Escrito por Ernâni Motta às 11h46
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Iniciando os trabalhos

  Estou iniciando este contato com meus amigos e com aqueles que quiserem se tornar meus amigos, através desta coisa fantástica chamada Internet. Os comentários serão livres e democraticamente respeitados, logo, quem quiser que o faça. Só espero que cada um saiba o que significa "democraticamente respeitado".

Escrito por Ernâni Motta às 22h43
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