Ernâni Motta


MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA

Acho que o Renato Russo pensou e disse tudo, confira.

 

Fátima

Capital Inicial

Composição: Fê Lemos, Renato Russo

Vocês esperam uma intervenção divina
Mas não sabem que o tempo agora
está contra vocês
Vocês se perdem no meio de tanto medo
De não conseguir dinheiro pra
comprar sem se vender
E vocês armam seus esquemas ilusórios
Continuam só fingindo que o mundo
ninguém fez
Mas acontece que tudo tem começo
Se começa um dia acaba, eu tenho pena
de vocês

E as ameaças de ataque nuclear
Bombas de nêutrons não foi
Deus quem fez
Alguém, alguém um dia vai se vingar
Vocês são vermes, pensam
que são reis
Não quero ser como vocês
Eu não preciso mais
Eu já sei o que eu tenho que saber
E agora tanto faz

Três crianças sem dinheiro e sem moral
Não ouviram a voz suave que
era uma lágrima
E se esqueceram de avisar pra todo mundo
Ela talvez tivesse um nome e era Fátima
E de repente o vinho virou água
E a ferida não cicatrizou
E o limpo se sujou
E no terceiro dia ninguém

Ressuscitou

Para ouvir, o link está ao lado



Escrito por Ernâni Motta às 19h12
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O PT AINDA TEM JEITO?

Quando estourou o escândalo do valerioduto, o pessoal do PT disse que quem dirigia o partido era um grupo chamado Campo Majoritário, sob a mão forte de Zé Dirceu, e que o tal grupo não representava a maioria do PT. E que esta maioria mantinha-se firme em seus princípios éticos, morais e não sei mais o quê.

No dia 18 de setembro, houve eleição para escolha da direção do PT, em primeiro turno, com meia dúzia de candidatos. No domingo passado, realizou-se o segundo turno, com os candidatos mais votados no primeiro. Um que representava o que eles chamam de ala mais à esquerda do partido e o outro do amaldiçoado Campo Majoritário.

A apuração acabou ontem, adivinhem quem ganhou? Isto mesmo, o candidato do Campo Majoritário, Ricardo Berzoini. Exatamente, aquele que, num instante de rara lucidez, fez velhinho sair de casa e enfrentar fila no INSS para provar que estava vivo.

Agora, me digam, o tal Campo Majoritário representa ou não a maioria do PT?



Escrito por Ernâni Motta às 18h01
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O VIAGRA E O SUS

Li nos jornais, esta semana, que o Ministério da Saúde está verificando a possibilidade de distribuir medicamentos aos homens com disfunção erétil, através de seus programs de saúde pública.

Acho que será legal. Mas, gostaria de lembrar uma conversa que tive com um amigo que é psicanalista, que me disse o seguinte: “O problema do ‘viagra’ é que o homem, muitas vezes, tem dificuldades, em casa, porque não sente mais atração pela mulher dele. Mas, sob o efeito do medicamento, qualquer garotinha que passar na frente, ele vai querer mostrar do que é capaz”. A se confirmar a tese do meu amigo, acho que o governo vai contribuir significativamente para o aumento do número de divórcios entre velhinhos.

A conferir!



Escrito por Ernâni Motta às 18h00
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AFTOSA ATACA O GOVERNO LULA

O foco de febre aftosa que apareceu numa fazenda, no Mato Grosso do Sul, como acontece a toda criança feia, ninguém quer ser o pai.

A proprietária diz que vacinou o gado, pondo em dúvida a eficácia da vacina. No governo, cada um diz uma coisa. O Ministro da Agricultura diz que faltou verba para financiar a vacinação, o Ministro da Fazenda desmente e acusa o Ministério da Agricultura de ter usado mal o dinheiro. Agora, surge a denúncia de bioterrorismo, isto é, a doença teria entrado no Brasil, através de gado contrabandeado do Paraguai.

E o presidente da República faz o que? Vai para a Rússia, que é lugar frio para refrescar a cabeça.



Escrito por Ernâni Motta às 17h58
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E O REFERENDO? SIM OU NÃO?

Apesar de ter minhas implicâncias com a Veja, sinceramente, já estava quase me bandeando pros lado do “não”. Mesmo com aquela capa patética da Veja, de semana passada, em que mostra um sujeito com cara de imbecil, fazendo com as mãos o símbolo da paz, cercado de fuzis e escrito “7 razões para votar NÃO”.

Mas, no domingo, o Lucas Mendes, no Manhattan Connection, do GNT, canal de TV a cabo, disse que nos Estados Unidos cada unidade da federação estabelece o seu modelo. Assim, no estado da Flórida, o uso da arma é permitido e incentivado e em Nova Iorque, é rigorosamente proibido. No entanto, nos dois estados os índices de criminalidade despencaram após a adoção das leis respectivas. Aí, o nó na minha cabeça apertou mais!

Hoje, a jornalista Bárbara Gancia diz o seguinte, em sua coluna, no jornal Folha de S. Paulo: “Veja, que se ufana em apontar o dedo para repórteres que recebem iPods de gravadoras, poderia ter sido mais generosa com o leitor ao explicar sua opção pelo ‘não’. Para não deixar dúvidas no ar, por que a revista não nos contou que a empresa à qual pertence paga aluguel de cerca R$ 1milhão à família Birmann, da construtora homônima, que vem a ser proprietária do prédio que serve de sede da Editora Abril e também, veja só, da CBC, a Companhia Brasileira de Cartuchos?

Desse jeito, volto a desistir do “não”.



Escrito por Ernâni Motta às 17h56
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DIA DO PROFESSOR

Neste sábado, 15 de outubro, comemora-se o Dia do Professor.

Cabe a ele, ao Professor, a difícil tarefa de ensinar o Homem a ler e a escrever, mas, acima de tudo, a pensar, por isso, merece todas as honrarias, neste dia.

Daqui, do meu cantinho, manifesto o meu respeito e agradecimento a todos os mestres, que, nos mais diversos momentos da minha vida, em salas de aula ou em qualquer lugar, contribuíram para que eu me tornasse um pouco menos inábil.



Escrito por Ernâni Motta às 17h54
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HORÁRIO DE VERÃO

A meia-noite deste sábado para domingo, inicia o horário de verão, em plena primavera, que, com a temperatura andando nas alturas, mais parece verão mesmo.

As opiniões dividem-se, como não podia ser diferente. Os que acordam cedo alegam que sairão de casa ainda escuro. Os que largam mais tarde do trabalho sairão com o Sol ainda fervendo o asfalto e justificando, portanto, um chope a mais.

O governo, responsável pela alteração do horário, justifica a mudança, dizendo que economia obtida é o suficiente para abastecer uma cidade como Brasília. Será?



Escrito por Ernâni Motta às 17h52
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RIO 40 GRAUS

Agora, com horário de verão ou não, o Rio viveu ontem e hoje com temperatura de 40 graus. Isto mesmo, quarentinha!

Aí, só de lembrar do tempo em que eu tinha de por paletó e gravata para ir trabalhar passo mal. Salve minha bermuda, meu chinelo dedo e a minha camiseta!

Agora, com licença, porque, com este calor, vejo-me obrigado a ir tomar um chope geladinho, que não sou de ferro.

É servido?



Escrito por Ernâni Motta às 17h48
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RAPIDINHO

Quanto ao lançamento de O AMOR QUE MOVE O SOL E OUTRAS ESTRELAS, postado abaixo, gostaria de fazer dois comentários rápidos e um pedido de desculpa.

1 – No depoimento da presidente da REBRA, escritora Joyce Cavalcante, há dois instantes, em que gostaria de chamar a atenção de vocês, o primeiro é quando ela está se referindo à seriedade da Rede e cita como exemplo a Alcinéa. O segundo é a manifestação explícita de admiração ao talento da escritora amapaense, quando fala das facilidades criadas pela Internet. Acho que não preciso dizer mais nada, as conclusões são mais do que evidentes.

2 – A Alcinéa está conseguindo me tornar famoso (rs), já tenho meu nome citado em jornais amapaenses. Obrigado, viu, amiga!

E o pedido de desculpas é pela má qualidade das fotos. Admito que esqueci quase tudo que me foi ensinado no curso de fotojornalismo. Mas, vou procurar caprichar nas próximas.

Um bom fim de semana a todos!



Escrito por Ernâni Motta às 08h30
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O AMAPÁ NA ABL

Na terça-feira, dia 11, aconteceu o lançamento do livro O AMOR QUE MOVE O SOL E OUTRAS ESTRELAS, no Centro Cultural da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro.

O livro é uma antologia organizada pela Rede de Escritoras Brasileiras (REBRA), com textos, em prosa e verso, de 42 escritoras brasileiras, entre as quais Alcinéa Cavalcante, jornalista, escritora e poetisa amapaense, única representante do Estado.

                             Reprodução da capa do livro

 

O evento foi coordenado pela presidente da REBRA, escritora Joyce Cavalcante, contou com a presença do presidente da ABL, escritor Ivan Junqueira, e de diversas autoras, cujos trabalhos fazem parte do livro.

                                                       foto: Ernâni Motta

 Escritora Joyce Cavalcante discursando, com Ivan Junqueira, presidente da ABL, à direita    

  

Após, o discurso de abertura da presidente da REBRA, a palavra foi franqueada, então, disse aos presentes que estava ali a convite da minha amiga Alcinéa que participa do livro, com o poema EXPLICAÇÃO, e que, lamentavelmente, não podia estar presente. Falei do meu orgulho como amapaense e da felicidade que todos sentíamos, por ser a Alcinéa a única representante do norte a participar da coletânea.

                                                                               foto: Lorena Monteiro

 

                        Ernâni Motta fala do orgulho dos amapaenses

 

O significado maior deste trabalho para a cultura amapaense dá-se por se ter a participação de Alcinéa Cavalcante, cujo talento transpôs as fronteiras do Amapá e do País. Portanto, para ela, os meus votos de uma vida longa, para que ela possa, por muito tempo, espargir sobre nossos corações a sua arte de fazer literatura.

A obra está prometida a percorrer o mundo para divulgar a literatura brasileira feita pela mulher brasileira. E sobre isto, tomei o depoimento da presidente da REBRA, que transcrevo abaixo.

 



Escrito por Ernâni Motta às 19h32
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O DEPOIMENTO DE JOYCE CAVALCANTE

A Rede de Escritoras Brasileiras (REBRA), como tudo que dá certo, nasceu dum sonho. Sonho de fazer a voz da escritora brasileira ouvida. Claro que o escritor brasileiro deve ser ouvido, mas, a escritora está em desvantagem.

Eu costumo dizer que mulher quando ganha empata. O que eu quero com isso? Eu quero empatar, chegar na vantagem, chegar junto com o homem e não ser nem notado que aquele texto é de homem ou de mulher, que aquele texto é bom. O divisor de água, quero que seja o bom, o ruim, o que transmite, o que não transmite, o que cresce, o que não cresce.

A REBRA seu não a tivesse criado, acho que ela se criaria sozinha, porque desde quando ela foi fundada, em 8 de março de 99, que ela só cresce. Ela não incha, ela cresce, diariamente, ela cresce.

A noite de hoje foi mais uma amostra disso, de um crescimento natural, legítimo, justo, com o referendo da Academia Brasileira de Letras, e todos os imortais nos conhecem.

Eu, Joyce, já tenho 25 anos de literatura, todo mundo me conhece, neste Brasil inteiro. E, ninguém sabe se sou louca ou se sou sã, mas, todo mundo sabe que sou séria. Ninguém discute a minha seriedade e qualquer loucura que eu fizer, todo mundo vai dizer: pode ser, é possível, mas, sabe que tudo é sério. E a REBRA é séria. Essa seriedade foi repassada, e só chega em gente séria. Para se inscrever na REBRA é pela Internet e nunca recebemos um formulário com palhaçada, com alguma coisa ofensiva, que não esteja dentro do equilíbrio. São pessoas sérias, como, por exemplo, a Alcinéa. Essa seriedade dentro da leveza nos faz maiores.

A REBRA só atrai gente grande, talentosa, que está também querendo batalhar um pouco o espaço da mulher, mas, antes disso, tem a consciência de que seu talento é individual. E nós trocamos informações, benefícios, nisso nós estamos sendo respeitadas no mundo inteiro.

No Brasil, temos o apoio da Academia Brasileira de Letras e na Suécia, estão criando uma associação a partir da REBRA. A mulher do presidente da Comissão do Prêmio Nobel está muito revoltada com o fato de as mulheres nunca terem ganhado um Prêmio Nobel e está criando a associação lá, na Suécia. E queria saber como criá-la. Então, respondi-lhe que não sabia e disse para ela, inscreva-se na REBRA, como se fosse uma escritora brasileira, e vá acompanhando passo a passo com ela funciona, analise as qualidades e defeitos, já que tudo é feito com muito voluntariado, nada é feito com muito profissionalismo e sem recursos financeiros.

                                 foto: Lorena Monteiro

           Ernâni Motta e a escritora Joyce Cavalcante



Escrito por Ernâni Motta às 18h59
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CONTINUAÇÃO

Não queremos muita proximidade com o governo, senão, corremos o risco de perder a nossa autonomia, daí, que posso dizer que dinheiro não é o que faz a REBRA. Ela vive da contribuição de cada associada, que elas dão com a maior alegria. Nós temos uma estrutura barata e eficaz, pois, ela funciona pela Internet. Não fosse assim, não teríamos tomado conhecimento do talento da Alcinéa, no Amapá, porque a distância é muito grande. Eu não entendo como era o Brasil, antes da Internet (rindo). A comunicação ficou facilitada pela Internet.

Eu tenho, no meu estúdio, uma estrutura particular, que eu divido com a REBRA, para que ela possa existir. A contribuição das associadas para manter a home-page delas, webmaster... Cada uma tem uma página trilíngüe (português, espanhol e inglês) e essas páginas são divulgadas nas comunidades dos países que falam essas línguas. Então, cada associada que cria uma página é apresentada para 30 mil e-mails, no mundo inteiro. É uma forma que nos encontramos de dizer para o mundo todo que o Brasil existe, que o Brasil tem escritoras maravilhosas. E muitas das nossas associadas já têm colhido frutos efetivos, como traduções, publicações, estudos universitários.

Este livro foi feito intencionalmente para ser estudado na Universidade de Miami, Ohio e Barcelona. Ela já parte para ser estudado em três universidades.

A REBRA tem 2000 sócias inscritas. As efetivas em torno de 600, mais ou menos, que é aquela que participa, que faz home-page, que está presente, que paga anuidade. E todo dia, estamos recebendo mais sócias e isto nos dá uma gratificação muito grande.



Escrito por Ernâni Motta às 18h54
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LANÇAMENTO

            Fui ao lançamento do livro O AMOR QUE MOVE O SOL E OUTRAS ESTRELAS, na Academia Brasileira de Letras, a convite da minha amiga, Alcinéa Cavalcante, uma das autoras da coletânea, que é o livro.

            Por motivos, já devidamente explicados a Alcinéa, que me impossibilitam de fazer hoje, colocarei amanhã, aqui, no blog, depoimento, fotos, enfim, como ocorreu o evento.

Escrito por Ernâni Motta às 13h25
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DIA DAS CRIANÇAS

A minha homenagem às crianças, hoje, em comemoração ao Dia a elas dedicado, é uma mensagem aos pais, transcrita abaixo. É um convite à reflexão sobre as nossas ausências, não só físicas, mas, por muitas vezes, de compreensão e afeto.

Feliz Dia das Crianças pequenas e grandes, pois, estas são poucas as que, em momento algum, não relembram os “pequenos” que guardam dentro de si.



Escrito por Ernâni Motta às 10h01
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A CAIXINHA CHEIA

Há certo tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de três anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado.

O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso, ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.

Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente a seu pai e disse: "Isto é pra você, paizinho!". Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.

Gritou, dizendo: "Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?" A pequena menina olhou para cima com lágrima nos olhos e disse:

"Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixa. Todos para você, Papai!”.

O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.

Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali.

De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos...

Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita que esta.



Escrito por Ernâni Motta às 09h59
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INTÉ

Por enquanto é só. Mas, ainda volto hoje, se as crianças deixarem!



Escrito por Ernâni Motta às 09h52
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O AMOR QUE MOVE O SOL...

            Recebi um convite da Scortecci Editora e da REBRA – Rede de Escritoras Brasileiras – para o lançamento da antologia O AMOR QUE MOVE O SOL E OUTRAS ESTRELAS, através da minha amiga, poetisa amapaense, Alcinéa Cavalcanti.

            Fazem parte da antologia 42 escritoras brasileiras de representativos textos em prosa e verso, entre elas, Alcinéa Cavalcanti, única representante do estado do Amapá e participa da coletânea com o poema EXPLICAÇÃO, publicado abaixo.

            Alcinéa, cuja obra é conhecida internacionalmente, herdou o dom poético de seu pai, o jornalista, poeta e escritor Alcy Araújo.

Será com muito orgulho que me farei presente ao evento, lamentando, todavia, a ausência da minha amiga, que, por motivos particulares, ficou impossibilitada de participar da sessão de autógrafos. Isto, contudo, não me impede de renovar meus votos de sucesso a Alcinéa e repetir-lhe que estarei com ela, em pensamento, logo mais, na ABL.

O lançamento acontece, hoje, às 18:30h, no Centro Cultura da Academia Brasileira de Letras, na Av Presidente Wilson, 203 – no centro do Rio.

 

 

EXPLICAÇÃO

 

Vivo do ato de escrever

Sobre tragédias

E espetáculos

Sobre o candidato vitorioso

E o derrotado

Sobre o deputado corrupto

E o governante que finge

Ser honesto,

Sobre a exportação da mandioca

E a importância da farinha,

Sobre a fome

E a riqueza,

Sobre o real

E o dólar.

Perdoa-me, Anjo,

Não sobrou tempo

Para escrever

Um poema de amor.

 

Em tempo: Enquanto escrevia este post, ouvia “Stairway To Heaven”, com a London Philharmonic Orchestra, acho que tem tudo a ver.



Escrito por Ernâni Motta às 13h28
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A INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

Ele diz que tem, que tem como abrir o portão do céu.

Ele promete a salvação

Ele chuta a imagem da santa, fica louco-pinel

Mas não rasga dinheiro, não.

 

Estes versos são de Gilberto Gil, na música Guerra Santa, no CD Quanta. Gravados há quase 10 anos, eles atualizaram-se, ontem, com um vândalo, que arremessou pedras contra a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, em Belém do Pará.

José Ubiratan Leite, freqüentador da Assembléia de Deus e, segundo a mulher dele, esquizofrênico, aproveitou-se da grande quantidade pessoas que se dirigem à Praça Santuário, no centro de Belém, afim ver a imagem da Protetora dos paraenses, para praticar o atentado. As pedradas destruíram o pino de sustentação da imagem e a coroa de Nossa Senhora.

Há alguns anos, um pastor da Igreja Universal chutou, num programa de TV, a imagem de Nossa Senhora Aparecida, provocando a revolta dos fiéis da Padroeira do Brasil.

A intolerância religiosa tem exemplos assustadores pelo mundo afora. Não consigo entender como quem deve pregar a paz faz dela motivo de discórdia. Como disse Cristo: Pai, perdoai-os, pois, eles não sabem o que fazem!



Escrito por Ernâni Motta às 13h26
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A FÚRIA DA NATUREZA

A natureza, ultimamente, tem se mostrado muito raivosa. Por que será, meu Deus? Há mais de uma década, está proibido o banho de mar no Recife, por causa dos tubarões. A praia de Boa Viagem, na capital pernambucana, hoje, é triste e as pessoas não passam do calçadão. Os Estados Unidos vivem sofrendo com uma verdadeira aposta entre os furacões para ver quem provoca mais estragos. No fim de semana, um terremoto dizimou, segundo as agências de notícias, uma geração, no sul da Ásia. Os jornais, hoje, mostram trechos do Amazonas completamente vazios. Aqui, no Rio de Janeiro, ninguém sabe mais quando é inverno, verão ou qualquer outra estação, acabou geral!

Dizem que é a interferência predatória do Homem, pode ser!... E ainda querem implantar uma siderúrgica, movida a carvão vegetal, no Amapá.



Escrito por Ernâni Motta às 13h24
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ALEMANHA ESCOLHE MULHER COMO CHANCELER

            A Alemanha escolheu para ocupar a chancelaria, pela primeira vez em sua história, uma mulher. O chanceler no governo alemão exerce a função de primeiro ministro, e a indicada é Ângela Merkel, líder da conservadora CDU, partido de direita.

            Depois da Grã-Bretanha, a Alemanha é o segundo país europeu a ter uma mulher na chefia do governo. Merkel, de 51 anos, veio da antiga Alemanha Oriental, venceu a batalha pelo poder, mas terá de dividir o gabinete com o SPD, partido de esquerda.

            No Brasil, as mulheres que exerceram cargos de destaque no governo não deixaram boas lembranças, lembrem Zélia Cardoso de Mello e Benedita da Silva. E mesmo as que estão no poder, hoje, não têm conseguido grandes feitos, exemplos: Rosinha Garotinho e Marina Silva.

            Rosinha tem feito um governo aquém das expectativas e Marina não conseguiu furar o bloqueio de Palocci para conseguir verbas para uma política ambiental consistente, como o Brasil esperava dela e do PT.

            O comentário pode parecer machista, mas, na verdade, acho que a política põe todo mundo, homens e mulheres, no mesmo balaio.



Escrito por Ernâni Motta às 13h23
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DA COLUNA DO JOSÉ SIMÃO HOJE NA FOLHA

“... E eu vou engarrafar a água do São Francisco. Ué, o padre não passou 11 dias só tomando água do rio e continuou forte? Vai se chamar Água do Velho Chico! Fraco, anêmico e depauperado? Tome Velho Chico e fique um gato. Rarará...”.



Escrito por Ernâni Motta às 13h19
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ALCY NA BLOGOSFERA

Há uma frase que diz mais ou menos o seguinte: “O Homem morre, mas sua obra é eterna”. Não sei quem escreveu, mas, concordo com ela. A verdade dela mais uma vez se acende sobre nós com a entrada na blogosfera do jornalista e poeta Alcy Araújo.

É uma demonstração de saudade e afeto de sua filha Alcinéa, ao montar o blog: “alcy.zip.net”. Nele, serão publicados os trabalhos do Tio Alcy, como ficou conhecido, para que os mais jovens deles tomem conhecimento.

E lá, já está uma entrevista concedida aos seus companheiros Pedro Silveira e Edivar Mota. Aliás, Alcy, dê licença, mas preciso dizer que Pedro Silveira foi uma das mais brilhantes vozes do rádio amapaense e Edivar Mota é uma lenda viva da radiofonia do Amapá.

Alcy Araújo, você conhecerá ou relembrará pelas publicações que a Alcinéa for fazendo no blog e com certeza lhe será um grande prazer. Assim como, será para mim.

Só um trecho da entrevista, para que você perceba a ironia do poeta:

 

Edivar – Como funcionário público você venceu aqui no Amapá?

Alcy – Funcionário não vence. Tem vencimentos. Eu hoje em dia nem isto tenho. Tenho proventos de aposentado



Escrito por Ernâni Motta às 15h24
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A MÚSICA DO DIA

Para começar a semana bem, ouçamos um pouco de rock progressivo: “Dust In The Wind”, com o Kansas.

O link está ali, ao lado.



Escrito por Ernâni Motta às 14h31
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O BLOG DO NOBLAT E A PLAYBOY

A PLAYBOY que chegou às bancas, na semana passada, vale à pena vê-la, pela presença de Camilla Amaral, a assessora da senadora Ideli Salvatti. Como diz a revista: “É um escândalo”.

Mas, há também a entrevista com Ricardo Noblat, o blogueiro da crise. Este pernambucano que iniciou como repórter, por aqueles benfazejos da sorte (era contínuo da sucursal do JB, em Recife, levado pelo noivo de uma prima, quando um mês depois um repórter assistente da época chamado Alceu Valença descobriu que o negócio dele era música), hesitava entre o jornalismo e Direito.

É irônico, franco e perspicaz, o que não é nenhuma novidade para quem acompanhava seus comentários políticos no JB, de onde saiu, diz ele, traumatizado. Foi ser Editor Chefe do Correio Braziliense, onde enfrentou o desafio de mudar a linha editorial do que ele chama de “jornalão chapa branca”, indo depois parar na redação de O Dia, jornal carioca.

Foi em O Dia, que ele descobriu o blog, que, inicialmente, julgava ser exclusividade de adolescente, e que mais uma vez se viu abençoado pela sorte.

Ao ser indagado, a certa altura da entrevista, que emprego o faria parar de fazer o blog, ele respondeu: “Estou tão entusiasmado que não enxergo nesse momento nada mais fascinante que o blog. Três meses depois de começar a fazê-lo, tive a chance de voltar para Veja. Minha mulher fez de tudo para eu aceitar. É a revista mais importante do país. E eu disse para a Rebeca: não vou, porque é capaz de esse blog dar certo”.

E pelo que pode comprovar, deu.

O blog do Noblat tem um link, aí, ao lado.



Escrito por Ernâni Motta às 14h21
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O BLOG E A DEMOCRACIA

O blog, hoje, é um instrumento fundamental para a democracia, conforme destacam os formadores de opinião, deste país e do mundo. Jornais de grande circulação estão estimulando seus repórteres e editores a criarem os próprios blogs, como uma forma de acelerar a informação.

Os blogs de notícia, com uma ou outra exceção, ainda estão atrelados à grande mídia, mas, há gente escrevendo sobre os mais diversificados assuntos, colocando em check a discussão sobre a necessidade de diploma de jornalismo para o exercício da profissão. Mas, por certo, novas discussões serão abertas, como, por exemplo, com fica a credibilidade, já que nem sempre as informações têm fontes seguras e não são efetuadas as checagens devidas?

O que é certo é que a Internet alterou, consideravelmente, a Comunicação. E cabe ao governo a sua universalização, com incentivos as instituições privadas e programas estatais que atinjam, cada vez mais, as comunidades menos favorecidas.



Escrito por Ernâni Motta às 14h18
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DIVERSIDADE DE ASSUNTOS NOS BLOGS

Ao lado, você encontra links para diversos blogs. Gostaria de fazer a indicação de alguns, sem que isto queira dizer que sejam melhores e/ou preferidos, mas, para utilizá-los como mostra da diversificação dos assuntos tratados:

O “Repiquete no Meio do Mundo”, da jornalista Alcilene Cavalcanti e o “Blog da Alcinéa” da jornalista Alcinéa Cavalcanti são jornalísticos, entretanto, com estilos diferentes. O "Repiquete" parece mais dinâmico, com atualizações diárias, enquanto o “Blog da Alcinéa” mostra-se mais reflexivo. Ambos, porém, não deixam de comentar as notícias, publicar poesias e outros assuntos culturais e mesmo familiares. Como se pode perceber, são como um grande jornal, onde as editorias diversificam-se.

O “Jornaleiro” chama a atenção por utilizar a linguagem ou simbologia descoberta e difundida pelos internautas. E sobre isto, embora, alguns torçam o nariz, disse o professor Pasquale Cipro Neto: “É bom lembrar que a língua é viva e dinâmica. Quando foi criado o telégrafo, também, houve uma mudança na escrita, como, por exemplo, a supressão dos artigos e a utilização de abreviaturas, como: pt, vg e outras”. Sobre o mesmo assunto, a professora Lúcia Hipólito, doutora em Comunicação da UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) disse que os jovens vivem a quebrar paradigmas, que foi o que aconteceu com a forma de escrever desenvolvida pelos internautas. Ou seja, o que o "Jornaleiro" faz é escrever nos modos instituídos, por essa nova simbologia, sem perder de vista o interesse de seu conteúdo.

E o “Gatinhavip” da Carla Almeida tem uma carga emotiva própria da juventude, com letras de músicas românticas, poemas, frases e pensamentos enaltecendo o amor, “na sua mais completa tradução”, como disse o Caetano. Não que os mais experientes não possam escrever sobre e do amor, mas é que estes têm de dividir seus pensamentos com o corre-corre, em que se transforma a vida com o passar do tempo e com as desesperanças vividas. O “Gatinhavip”, portanto, merece ser visitado por sua crença no amor, como força modificadora, pelas expressões românticas, sem qualquer tom pueril. E com um elogiável zelo gramatical.

Mas, quero reforçar que todos os blogs, sobretudo, os linkados ao lado, merecem ser visitados. Tem gente falando de meio ambiente, do cotidinao de uma família, de nutrição, de filosofia, enfim, de todo e qualquer assunto. Portanto, os citados, acima, somente serviram para mostrar o quanto os temas são diversos.



Escrito por Ernâni Motta às 14h16
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E O REFERENDO DO DESARMAMENTO? CONTINUO NO ZERO!

Anular o voto ou votar em branco é uma válvula de escape nessas horas. E como disse a minha amiga, Vânia Beatriz, não sei se estou interessado em defender meus direitos, como querem os do “não”, nem sei se o direito à vida passa pela renúncia de ter uma arma, que pregam os do “sim”.

Quero idéias. Quem as tiver que me mostre.



Escrito por Ernâni Motta às 14h03
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REVIRANDO OS ALFARRÁBIOS

Este final de semana, estive revendo meus poucos textos e encontrei uma crônica, que fiz a pedido do meu amigo Luiz Mello, que publicou no Diário do Amapá, quando do falecimento do nosso inesquecível Helio Penafort. Como o Milton Barbosa lembrou dele, do Hélio, e do seu delicioso rum com picolé há alguns dias e por achar que o texto é atemporal, resolvi publicá-lo abaixo. É, sim, uma homenagem ao meu saudoso amigo, Helio Penafort, que se ainda estivesse por aqui, imagino o auê que não estaria fazendo, num blog seu.



Escrito por Ernâni Motta às 14h01
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UMA DOSE DE UM RUM COM PICOLÉ

Seria um final de semana como outro qualquer, com a mesma rotina, sem nenhuma atividade extra. Mas, ali pelo meio da tarde, ele chegou e falou: “Naninho, como gostava de me chamar, amanhã nós vamos para Mazagão”. Era a chance que aquele pirralho metido a repórter estava esperando para acompanhar o mestre, em uma de suas reportagens-aventura. Preciso dizer que dormi pouco, tamanha era a ansiedade?

No dia seguinte, cedo chegava a Educadora para partirmos rumo a nossa grande matéria. A primeira grande matéria de que eu iria participar. A pauta, na verdade, desconhecia. Coisa de principiante, sequer tive a preocupação de me inteirar do assunto. Até porque aquele convite me soou aos ouvidos como uma ordem dada, pelo mestre ao aluno.

Gravador na mão, fizemos um teste para verificar se tudo funcionava, entramos no carro e vamos nós para o Porto de Santana, onde tomaríamos a embarcação, que nos levaria ao nosso destino, a pitoresca cidade de Mazagão.

Como o tempo ajudava e o motor de popa era dos bons, fizemos o trajeto em tempo considerado rápido para os acostumados com a viagem. Se bem que para mim foi uma eternidade, visto que minha desenvoltura, com os esportes náuticos, beirava o zero. E ali só se via água para todos os lados e aquela canoa me parecia tão segura quanto um bêbado tentando se equilibrar numa corda bamba.

Chegamos àquele rincão que tantas histórias tem, mas que o tempo está se encarregando de fazer com que não cheguem ao conhecimento dos mais jovens. Saímos pela cidade cumprimentando políticos e comerciantes ilustres e todos os que nos cercavam. Afinal, éramos representantes da mídia que tanto encantava aquela gente, que estava “sempre com um sucesso rodando no toca-discos”. E eu sem saber que matéria iríamos fazer, já começava a ficar meio intrigado, até que ele depois de uma dose de rum com picolé me revelou:

- Naninho, nós viemos aqui para participar de um baile de 15 anos, no clube da cidade. Você está representando a Rádio e eu a Voz Católica. E estamos na relação dos cavalheiros que vão dançar a valsa com as debutantes.

Tentei dizer que não sabia dançar, principalmente valsa e que, portanto, a missão estava comprometida. Ao que ele respondeu: “Isso não é nada, toma umas duas que você se vira”. Era uma das minhas primeiras lições no jornalismo: “Ao repórter nada é permitido desconhecer. Ele que busque a melhor forma de realizar a tarefa”. E assim se sucedeu e até hoje lembro daquele baile, embora não tenha ainda aprendido a dançar valsa. Esta é uma das boas lembranças que guardo do meu amigo, HÉLIO PENAFORT.

Filho de político herdou a capacidade de fazer da política uma arte, da solidariedade um exemplo e da profissão de repórter um modus vivendi. A irreverência era sua bandeira. Perspicaz, estava sempre antenado com o mundo, sem se afastar da realidade que o fascinava, que era o povo de sua terra.

Seu caráter ilibado, sua dignidade, sua coragem já está nos fazendo falta, meu amigo, Hélio. A ausência de sua alegria nos deixa triste e sem muita inspiração para escrever. Se bem que eu não duvido nada que você esteja rindo, aí no céu, da nossa cara de babaca, sem compreender direito porque você se foi.

Nós que tivemos o privilégio de conviver, ou melhor, de aprender com o Hélio, José Maria de Barros, Zeca Banhos, estamos meio à deriva, pois, não temos mais os seus ensinamentos. Então, façamos o seguinte, com eles vamos selar um compromisso: aos mais novos vamos passar o nosso aprendizado. Creio ser esta uma forma de mantê-los por perto.

Hélio, sabe o que vou fazer, agora? Meu amigo, em sua homenagem, vou tomar uma dose de rum com picolé, porque sei que da tristeza, você procurava manter distância. É pena que não possa ser na Casa Santa Catarina, ali perto do prédio da Educadora.

 

Ernâni Motta

 



Escrito por Ernâni Motta às 13h59
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