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FIM DE SEMANA
Foi uma semana de chuva, até chegamos à sexta-feira, mas, com o Sol a mostrar tranqüilo e calmo, sem pressa para nos aquecer. Tomara que ele não se deixe vencer pela preguiça e dê o ar da sua graça, no fim de semana.
Os raios não tão brilhantes que apareceram pela manhã me deixaram com uma certa euforia a tocar meu coração e para não me deixar empolgar tanto, fiz um contraponto e pus-me a ouvir Loreena McKennitt. Acho que me fez bem, agora, estou me sentindo mais equilibrado.
Aí, decidi começar a minha conversa com vocês, mas, troquei de música e ouço agora “Campo Branco”, do príncipe da caatinga, Elomar, na voz açucarada da Diana Pequeno: “Campo branco que pena minhas penas secou/ Todo o bem que nóis tinha era a chuva era o amor/ Não tem nada não nóis dois vai penano assim/ Campo lindo ai qui tempo ruim/ Tu sem chuva e a tristeza em mim”. Não disse que estou a fim de contrapor-me ao meu estado de espírito, pois, chuva é que não falta nestes dias, aqui, nesta cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro e estou com o coração pra lá de exultante. Mas, gostei dos versos do Elomar.
E, o meu desejo é que vocês tenham um fim de semana o mais entusiasmado possível! Que possam vibrar com cada pétala desfolhada, com cada grão dividido e com cada nota tocada.
Escrito por Ernâni Motta às 14h38
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MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA
Porta Estandarte
Geraldo Vandré
Olha que a vida tão linda se perde em tristezas assim
Desce o teu rancho cantando essa tua esperança sem fim
Deixa que a tua certeza se faça do povo a canção
Pra que teu povo cantando teu canto
Ele não seja em vão
Eu vou levando a minha
Cantando e canto sim
E não cantava se não fosse
Levando pra quem me ouvir
Certezas e esperanças pra trocar
Por dores e tristezas que bem sei
Um dia ainda vão findar
Um dia que vem vindo
E que eu vivo pra cantar
Na avenida girando, estandarte na mão
Para ouvir o link está ao lado
Escrito por Ernâni Motta às 14h24
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PRESTÍGIO, SAÍ NO DIÁRIO DO AMAPÁ
Um recadinho ao meu amigo Luis Melo: Antes de tudo, senti-me prestigiado em saber que você visita o meu blog. Obrigado! Depois, gostaria de dizer que os blogs são um “vale-tudo” mesmo, no que possa haver de mais positivo na expressão. Devo reconhecer, todavia, que há quem os use para – digamos – o mal ou pelo mal, o que não invalida, entretanto, a liberdade de expressão neles proposta. Este foi, inclusive, o motivo que me impediu de cancelar os comentários desairosos à pessoa do meu dileto amigo.
Agora, um pedido, sei que seu tempo é curto, mas, quando der, não esqueça de visitar-me. Ser-lhe-ei grato, por isso, e não esqueça de fazer seus comentários, sobretudo, quando você discordar das minhas idéias.
Escrito por Ernâni Motta às 14h12
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DA COLUNA DO ANCELMO GOIS, HOJE, EM O GLOBO
Festa da banca
Lula gosta de comparar seu governo ao de FH. No caso do lucro dos bancos, a comparação “favorece” o PT.
Na era tucana, os 1408 bancos brasileiros lucraram R$ 5,7 bi por semestre, em média. É muita grana. Mas, com Lula lá a média semestral pulou para R$ 18,5 bi. Ou seja: 3,2 vezes mais.
O estudo foi feito pelo economista José Roberto Afonso com base nos dados do site do BC.
Escrito por Ernâni Motta às 14h07
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TOQUE DE RECOLHER
Li, hoje, na edição eletrônica do jornal A Gazeta do Amapá, que o juiz Heraldo Costa decretou “toque de recolher”, nos municípios de Serra do Navio e Pedra Branca do Amapari, no estado do Amapá, em decorrência da onda de violência que toma conta dos lugares.
Menores de 18 anos estão proibidos de circularem, naquelas localidades, depois da meia-noite. O juiz solicitou ainda aos responsáveis que intensifiquem a fiscalização nos bares e casas de diversão, para que todos obedeçam ao horário de funcionamento.
A origem do estado de beligerância, que tomou conta das duas cidades, está na chegada de migrantes, em busca de trabalho e o insuficiente aparato policial, diante do aumento da demanda.
Pois é, chama a atenção o paradoxo de que as pessoas procuram emprego num lugar, onde não há trabalho para todos. E a velha cantilena da ausência de polícia em efetivo suficiente para defender os direitos dos cidadãos. O que fazer? Apelar aos céus?...
Escrito por Ernâni Motta às 14h03
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DO LIVRO
Minha Não Metade
(Neida Wobeto)
Quando eu te conheci,
pensei que tivesse encontrado
minha outra metade.
Hoje eu sei que estava errada.
Não és minha outra metade,
és meu outro “EU”.
E não posso ter só tua metade,
porque preciso
Amar-te por inteiro.
Escrito por Ernâni Motta às 16h53
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LENTIDÃO DA JUSTIÇA
O Brasil, hoje, amanheceu boquiaberto e a praguejar a nossa Justiça, porque concedeu hábeas corpus aos irmãos Cravinhos.
Há três anos, Cristian e Daniel Cravinhos confessaram ter matado, enquanto dormiam, o casal Manfred e Marísia Richthofen. E ontem foram soltos e aguardarão o julgamento em liberdade, juntamente com a filha dos mortos que também confessou participação no crime. Não há, porém, previsão de quando o caso irá ao Tribunal do Júri.
Entre as muitas dúvidas que tenho, apareceu-me mais uma: a Justiça é lenta ou cheia de desvãos? Ou seriam os dois casos?...
Escrito por Ernâni Motta às 16h51
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FEBRE MACULOSA
O problema da saúde no Brasil é mesmo uma doença.
Descobre-se agora que entre 1995 e 2005, há registro de 386 casos de febre maculosa, em cinco estados e 107 pessoas já morreram, vítimas da doença.
Os técnicos do Ministério da Saúde explicam que o carrapato transmite a doença depois de contato de quatro horas com a pessoa. Mas, afirmam que se ele for retirado rapidamente, o risco é menor.
Somente, agora, depois da notícia da morte de pelo menos duas pessoas, no Rio de Janeiro, é que as autoridades informam como o inseto transmite a doença e quais os procedimentos para evitá-la.
Se as providências tivessem sido tomadas há mais tempo, quantos óbitos se teriam evitado? Quem responde?...
Escrito por Ernâni Motta às 16h50
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QUEM É QUE MANDA?
O governo Lula, cada dia que se passa, parece mais um balaio de gatos. Agora, engalfinham-se a Ministra Chefa da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o Ministro da Fazenda, Antonio Palocci Filho, o Pedro Malan II.
No governo FHC, quando o Ministro do Desenvolvimento, Clóvis Carvalho, levantou a voz, em público, contra a política econômica de Pedro Malan (o original), foi demitido em menos de 24 horas.
Escrito por Ernâni Motta às 16h47
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QUEM DIRIA?
Sempre tenho o cuidado de não colocar todos os políticos no mesmo bornal, mas, ontem, assistia à TV Senado e pude perceber o quanto a senadora Heloísa Helena (P-SOL-AL) anda de bem com os seus colegas Arthur Virgilio (PSDB-AM) e José Agripino (PFL-RN).
Quem diria que eu ainda iria assisti-la ironizar de Mercadante e ouvir Virgilio dizer: “a senadora Heloísa Helena é digna dos melhores encômios”.
Será que os três agora brincam juntos de amarelinha?
Escrito por Ernâni Motta às 16h46
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CRÔNICA
SAUDADE, ONDE ESTAVAS?
Para começo de conversa, que tal encontrarmos uma definição para a saudade. A saudade tantas vezes provocadora dos mais belos, românticos e, até mesmo, luxuriantes versos! Será que conseguiremos definir, conceituar, denominar o que é saudade? Quantos já tentaram, mas, como ela é subjetiva, por excelência, o que é um bom significado para alguém não é resposta para mais ninguém.
Como será a saudade? Bonita ou feia? Agradável ou intragável? Doce ou amarga? Luiz Gonzaga cantou: Se a gente lembra só por lembrar/ O amor que a gente um dia perdeu/ Saudade inté que assim é bom/ Pro cabra se convencer/ Que é feliz sem saber/ Pois não sofreu. Pois é, costumamos associar saudade à tristeza, à melancolia, mas, aqui Gonzaga mostra que não, que também há uma saudade que faz com que nos sintamos felizes.
Penso que ela vive em mim, paralelamente, àquilo que vai acontecer, o que faz com que me sinta forte, corajoso, alegre, com fé e muita vontade de rir. A saudade, em mim, é uma antítese da expectativa.
Você lembra quantas vezes já riu ao recordar de algum momento, que à época lhe pareceu a mais tenebrosa das tempestades? E dos “micos” que pagou? A saudade tem essa capacidade de transformar choros em risos. Quantas vezes, já me peguei, feito louco, rindo sozinho, paradoxalmente, em meio à multidão? A saudade, penso, é um agradável delírio!
Por um bom tempo, recusei-me a entregar-me à saudade, até descobri-la tão saudavelmente minha amiga. São viagens proporcionadas sem nada me cobrar, é um bom recomeço de alguma coisa que, dentro de mim, insiste em não acabar...
A saudade, hoje, fez-me ouvir os Beatles cantando “Penny Lane” e o Geraldo Vandré, “Para não dizer que não falei de flores”... Fez-me dirigir, novamente, o meu querido e inesquecível Fusquinha, que faço questão de grafar com a inicial maiúscula. E não admito contrariedades, por causa disso.
A garganta secou, então, vou me servir de uma bem preparada cuba-libre, puxada no rum e muito gelo. Ao reentrar no meu Fusquinha, lembrei de um pouco mais atrás, quando via o meu vizinho, todo domingo, pela manhã, lavando o seu portentoso Chevrolet Bel-Air, 1958, que meu pai chamava de rabo-de-peixe, devido ao design daquela máquina maravilhosa. Design, vamos deixar bem claro, é coisa destes tempos de globalização e desrespeito com a língua pátria.
Por falar em cuba-libre, havia um momento de revolução para o meu estômago, nos hi-fi’s, quando dançávamos juntinhos, de rosto colado: era a mistura dela, da cuba-libre, com aquele cheiro de laquê, nos cabelos das meninas... Ah, meu Deus! Disso, eu queria esquecer... Para quem não sabe, hi-fi eram as festinhas que se fazia, nos domingos, à tarde.
Mas, como era bom dançar de rosto colado! Por favor, põe para tocar de novo o Roberto, cantando “Como é grande o meu amor por você”. Espere um pouco, de rosto colado, vírgula, de todo o corpo colado. A gente gostava de ouvir um bom rock’n roll, mas para dançar tinham de ser as canções do Roberto. Preciso dizer o por quê?
Dizem, e já acredito, que ter saudades é se ter historia. Quando jovens, temos muitas perspectivas, mas pouco para contar... Até que chegamos a um certo instante da vida, em que começamos a conviver com a dicotomia do antes e do depois. Temos histórias e projetos, podemos dizer o que foi e perscrutar o que será, nos deliciamos com o vivido e nos angustiamos com as projeções...
Falei dos cabelos das meninas... Deixe-me voltar um pouco nesta conversa, porque se aquele laquê infernizava o meu estômago, as mini-saias endemoniavam-me o cérebro e mais alguma coisa. Bendita seja a autora dessa invenção para vestir as mulheres! Ou desvestir, não sei. A saudade fez-me rever algumas que reinventaram a invenção, só para nos deixar muito mais alucinados.
Dançávamos, acredite, sobre três ou quatro tacos, por não sei quanto tempo. Se bem que não precisávamos mesmos de mais espaço, nossos corpos conversavam tão baixinho, que precisavam estar cada vez mais juntos...
As primeiras namoradinhas eram arredias, até que a curiosidade mostrava-se maior, e tudo ficava deliciosamente delicioso! Estou chamando de curiosidade, mas, a palavra, certamente, é outra.
Assistir pela TV, em preto e branco, as aventuras da “Viagem ao fundo do mar” ou da “Terra de gigantes”, disfarçadamente, de mãos dadas, com toda a família dela, em volta, fazia parte daquela história de amor. Até que ela diz que não suporta mais o zumbido daquele submarino velho que servia de trilha sonora à “Viagem ao fundo do mar”, então, puxa-me pelo braço e me leva para a varanda. E lá, primeiro levo uma bronca: - Nossa! Não sei como você agüenta esse povo todo, na sala. E determinava: - Você é um medroso, sabia? Para depois me consolar: - me beija!
A minha timidez era despropositada, e não sei por quantas vezes ensaiei à frente de um espelho, mil e uma palavras... Umas de carinho, outras de ousadia, do jeito que ela gostava, mas que se esvaíam dos meus pensamentos, assim que entrava na casa dela. Ah, não! Dessa timidez não quero ter saudades.
Saudade! Onde estavas que só agora nos encontramos? Ou será que fui eu que sempre me recusei a te encontrar? A partir de agora fica combinado o seguinte: vou dividir minhas atenções entre você e a expectativa. Quero ter as duas, por perto. Acho que uma alimentará a outra, e as duas, a mim. Desse modo, poderei dizer: sou feliz!
Ernâni Motta
Rio, 09/06/2005.
Escrito por Ernâni Motta às 15h21
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LUZ NO FIM DO TÚNEL
09/11/2005 - 09h45
Vacina resiste a parasita da malária da Folha de S.Paulo
Pesquisadores liderados por Pierre Druilhe, do Instituto Pasteur, em Paris, dizem ter realizado com sucesso a primeira fase de testes clínicos (em humanos) de uma vacina contra a malária. Aplicada em 36 voluntários saudáveis, a fórmula induziu a produção de anticorpos contra a doença, os quais se mostraram capazes de atacar o parasita Plasmodium falciparum.
A vacina produz uma resposta contra a MSP-3, uma proteína que se posiciona na superfície do plasmódio na fase em que ele invade as células do sangue. Os cientistas produziram essa proteína em laboratório e uniram a ela substâncias responsáveis por ativar o sistema de defesa do organismo contra invasores.
Cerca de 60% dos indivíduos que receberam três doses da vacina geraram anticorpos contra a MSP-3. Para verificar se isso lhes daria imunidade contra o parasita, os pesquisadores extraíram os anticorpos do sangue deles e o incubaram junto com o P. falciparum. Depois, com a intenção de verificar se o mesmo aconteceria num organismo vivo, eles infectaram camundongos com o plasmódio e aplicaram neles os anticorpos dos vacinados. O resultado, em ambos os casos, foi a destruição dos parasitas.
Segundo Druilhe e seus colegas, trata-se do "primeiro teste clínico de uma vacina contra a malária a demonstrar claramente sua atividade contra o parasita". Os pesquisadores ainda precisam realizar mais duas fases de testes clínicos antes de confirmar a eficácia da fórmula. O estudo foi publicado on-line no periódico científico de livre acesso "PLoS Medicine" (www.plosmedicine.org).
Escrito por Ernâni Motta às 14h55
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DO BLOG DO FERNANDO RODRIGUES
Renan dá mais tempo para Planalto evitar prorrogação de CPI dos Correios
O presidente do Senado e do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), acaba de manobrar para dar mais tempo ao Palácio do Planalto na operação para derrubar o requerimento de prorrogação da CPI dos Correios.
Renan estava presidindo, agora de manhã, uma sessão do Congresso. Estava então para ser lido um requerimento com 222 assinaturas de deputados e 30 assinaturas de senadores pedindo a prorrogação do prazo de funcionamento da CPI dos Correios. Foi quando Renan derrubou a sessão –que será retomada ao final do dia ou início da noite, dando prazo para os governistas retirar assinaturas do documento.
Renan alegou que era necessário conferir as assinaturas antes da leitura do requerimento. Do ponto de vista estritamente regimental, o presidente do Senado e do Congresso está correto. Ocorre que isso é uma mera formalidade. O requerimento poderia ter sido lido e as assinaturas conferidas depois.
Ao terminar a sessão, Renan deliberadamente impediu que o líder do PSDB na Câmara, Alberto Goldman (SP), apresentasse um argumento a favor da leitura do requerimento.
É compreensível que o governo queira impedir a prorrogação da CPI dos Correios. Sem prorrogação, a investigação termina em 15 de dezembro. Com prorrogação, vai até 15 de abril (ou 11 de abril, conforme a conta que se faça).
Seria o pior pesadelo para Lula: o caso do “mensalão” se estenderia até o início do processo eleitoral de 2006.
Escrito por Ernâni Motta às 14h46
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BOMBA D'ÁGUA
Um homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede.
Eis que ele chegou a uma cabana velha, desmoronando, sem janelas, sem teto. Andou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico. Olhando ao redor, viu uma velha bomba de água, bem enferrujada. Ele se arrastou até a bomba, agarrou a manivela e começou a bombear, a bombear, a bombear sem parar.
Nada aconteceu.
Desapontado, caiu prostrado, para trás. E notou que ao seu lado havia uma velha garrafa.
Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu um recado que dizia:
"Meu amigo, você precisa primeiro preparar a bomba, derramando sobre ela toda água desta garrafa. Depois faça o favor de encher a garrafa outra vez, antes de partir para o próximo viajante”.
O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água!
De repente, ele se viu num dilema. Se bebesse aquela água, poderia sobreviver. Mas se despejasse toda aquela água na velha bomba enferrujada, e ela não funcionasse morreria de sede.
Que fazer?
Despejar a água na velha bomba e esperar vir a ter água fresca, fria, ou beber a água da velha garrafa e desprezar a mensagem. Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba.
Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... E a bomba e pôs-se a ranger e chiar sem fim.
E nada aconteceu!
E a bomba foi rangendo e chiando.
Então, surgiu um fiozinho de água, depois, um pequeno fluxo e finalmente, a água jorrou com abundância!
Para alívio do homem a bomba velha fez jorrar água fresca, cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela ansiosamente. Encheu-a outra vez e tornou a beber seu conteúdo refrescante. Em seguida, voltou a encher a garrafa para o próximo viajante. Encheu-a até o gargalo, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota:
"Creia-me, funciona. Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta”.
Várias lições preciosas podemos extrair desta estória:
Quantas vezes temos medo de iniciar um novo projeto, pois, este demandará um enorme investimento de tempo, recursos, preparo e conhecimento.
Quantos ficam parados satisfazendo-se com pequenos resultados, quando poderiam conquistar significativas vitórias.
E você?...
O que falta para despejar esta garrafa de água que você guarda e está preste a beber e conseguir água fresca em abundância de uma nova fonte?
(Autor desconhecido)
Escrito por Ernâni Motta às 17h28
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DANDO PITACO
LIDO HOJE NO BLOG DO BONFIM SALGADO:
POBREZA INTELECTUAL
Hoje, cedinho, comentava com o Izael marinho, editor do Diário do Amapá, referindo sobre a pobreza e mesmice dos assuntos dos Blogs de Macapá. Só se fala em política, em Assembléia Legislativa, em Lucas, Jorge Amanajás, Eider Pena e outros menos cotados. Falta conteúdo. Falta cultura. Faltam assuntos mais vivos. Por que não deixamos os Zés Dirceus, CPIs e Lulas de lado, para comentar sobre livros, cultura?
Bonfim, meu caro, acho que você está visitando sempre os mesmos blogs, pois, há gente a escrever, exatamente, o que você deseja. Por exemplo, o Paulozab (o link dele está aí, ao lado). As histórias que ele conta, acho que devem lhe agradar.
Escrito por Ernâni Motta às 15h39
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UM POUCO MAIS DE PITACO
DA COLUNA "FROM" DO JORNALISTA LUIS MELO DO DIÁRIO DO AMAPÁ, EDIÇÃO ELETRÔNICA DE HOJE:
Blog
"De repente, a Internet virou um festival de “blogueiros” —o que é muito bom para o exercício da livre expressão.
Mas, se praticado com respeito e priorizando sempre a informação — e não expondo apenas a vaidade venal de quem os produz."
Meu comentário: Prezado, Luis Melo, blog é um diário, que o seu criador faz dele o que melhor lhe apetecer. Querer direcioná-los pode ser lido como um ato de censura, ou levá-los a mesmice, da qual os blogueiros tentam fugir. Enfim, um blog não é para se estabelecer compromissos com ninguém nem com nada. Ou melhor, um blog tem compromisso, sim, com o seu autor.
Quanto à vaidade, ela é uma atitude inerente ao ser humano e assim deve ser interpretada e vivida. Adjetivá-la, sobretudo, com má vontade não é o melhor caminho. Se algum blog, como este, por exemplo, não lhe agrada, você dispõe do mais democrático modo de desprezá-lo, basta não acessar.
Você já se perguntou se as pessoas sentem-se confortáveis com tudo o que você escreve, na sua coluna? E considere que o jornal, o leitor paga para lê-lo.
Escrito por Ernâni Motta às 15h35
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BLOGOSFERA MENOS ILUMINADA
Sou uma pessoa de poucos feitos, se é que tenho algum, mas, aos que me dedico, o faço com a maior paixão. Pode ser que não sejam as obras mais admiráveis, aliás, tenho consciência das minhas limitações, graças a Deus. Por isso, em tempo algum, ufanizo-me com eles, porquanto sei, têm muito a melhorar. E para isto preciso de tempo para me dedicar, como bem gosto, e poder fazer o melhor possível, para que possa dividi-los com os que me estão próximos.
Por isso, acho que entendo as razões da minha amiga Alcilene, em deixar o “Repiquete no Meio do Mundo” de quarentena. Sei do carinho que ela tem pelo seu blog, pelo respeito aos seus visitantes, pela paixão com que passa as informações. E o tempo, seguramente, está a lhe faltar, o que a impossibilita de dedicar-se como ela bem gosta de fazer.
Porém, minha querida, Alcilene, isto não diminui a falta que já está fazendo, com o seu texto leve, conciso, audacioso, sem perder a coerência, franco e aberto. Estamos, acredite, a reclamar desde já a sua ausência, porém, nos esforçaremos em compreendê-la.
Mas, volte logo.
Escrito por Ernâni Motta às 15h25
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OUTRO RECADO
Vânia Beatriz, você não me disse se a crônica que fiz, após submeter-me à cirurgia, reforça a sua tese sobre os homens. Acho que não, de qualquer maneira, a opinião é sua
Escrito por Ernâni Motta às 15h22
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ENCONTRO NA PINHEIRO
A Faculdade Pinheiro Guimarães, onde fiz meu curso de Jornalismo, promoveu, nesta segunda-feira, um encontro com o ex-alunos. O objetivo era o de não deixar que os discentes perdessem o contato com a Faculdade e entre si. Para tanto, foi feita uma pesquisa, entre os presentes para que apontassem as atividades que possibilitassem a interatividade desejada.
O primeiro passo foi a realização de uma palestra sobre “marketing pessoal”, proferida pela professora Maria de Souza, da direção do Sebrae-RJ.
Particularmente, achei interessantíssima a iniciativa. Tive o grato prazer de reencontrar gente, que, sinceramente, não lembrava mais e aqueles, com quem solidifiquei grandes amizades. E mais, fez-me perceber o quanto o tempo é cruel e veloz!...
Escrito por Ernâni Motta às 15h19
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ENTREVISTA DO PRESIDENTE
Como tive o compromisso na Faculdade, não pude assistir à entrevista do Presidente, ao programa “Roda Viva”, na TV Cultura, ontem. Mas, o que li nos jornais, hoje, não me surpreendeu, foi o esperado.
Uma coisa, Lula falou certo, responsabilidade não se delega. Se ele sabia ou não do esquema do mensalão não diminui nem aumenta a sua culpa no episódio.
Agora, francamente, acho que ele não sabia mesmo. Por um motivo único e simples, sindicalista não gosta de trabalhar e Lula é um deles, o que lhe impede de tomar conhecimento do que acontece à sua volta. E o PT é chegado a uma repartição de poderes, entre comissões e mais comissões, que não se falam entre si. Se há quem discorde, é um direito que lhe está reservado.
Lula, para a decepção de seus eleitores, lembrou, um tanto tarde, que responsabilidade é indelegável.
Escrito por Ernâni Motta às 15h17
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DAQUI A POUCO, EU VOLTO
Alô, alô! O meu computador, ontem, voltou a se sentir mal. Então, tive recorrer ao Dr Breno, meu filho, que já lhe deu uma colher de sopa de xarope Angico Pelotense. Espero que o meu bichinho não tenha problemas tão cedo, novamente.
Daqui a pouco, atualizo o blog. Há algumas afirmações que precisam ser discutidas, fatos a serem contados e conversas a serem atualizadas.
Até já!
Escrito por Ernâni Motta às 10h41
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DE UM CARRO HOJE EM CAMPO GRANDE RJ
Lulla
Até eu acreditei!
Escrito por Ernâni Motta às 18h35
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