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TEMPORAL NO RIO
O Rio de Janeiro viveu horas de verdadeiro pesadelo, ao final da tarde e início da noite de ontem, com o temporal que caiu sobre toda a cidade. Ruas dos mais diversos bairros foram transformadas em verdadeiros rios e lagoas. Faltou luz em 17 bairros e algumas cidades da baixada fluminense, o trânsito viveu o maior engarrafamento de todos os tempos, carros foram arrastados, trens da Supervia e barcas que fazem a travessia Rio-Niterói pararam. A defesa civil contabiliza oito mortes, seis das quais num shopping, no bairro da Penha, Zona Norte da Cidade.
Motoristas que estavam presos no engarrafamento em toda a extensão da Avenida Brasil foram assaltados. O Comando da PM deu ordem para que o policiamento seguisse a pé, já que os carros não podiam passar, o que fez com os assaltantes corressem para as favelas que ficam ao longo da avenida.
A Defesa Civil informa que os bairros mais prejudicados são os da Zona Oeste, embora, aqui, em Campo Grande, a luz tenha sido cortada em pontos isolados e não tenha visto nenhum trecho alagado, quando passei logo após, ao temporal, por diversas ruas do bairro.
Aos meus amigos que manifestaram preocupação com a minha segurança, juntamente, com minha família, digo que estamos bem e não tivemos nenhum problema decorrente da tempestade.
Escrito por Ernâni Motta às 12h41
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MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA
Tempo Rei Gilberto Gil
Não me iludo Tudo permanecerá do jeito que tem sido Transcorrendo Transformando Tempo e espaço navegando todos os sentidos Pães de Açúcar Corcovados Fustigados pela chuva e pelo eterno vento Água mole Pedra dura Tanto bate que não restará nem pensamento
Tempo rei, ó, tempo rei, ó, tempo rei Transformai as velhas formas do viver Ensinai-me, ó, pai, o que eu ainda não sei Mãe Senhora do Perpétuo, socorrei
Pensamento Mesmo o fundamento singular do ser humano De um momento Para o outro Poderá não mais fundar nem gregos nem baianos Mães zelosas Pais corujas Vejam como as águas de repente ficam sujas Não se iludam Não me iludo Tudo agora mesmo pode estar por um segundo
Tempo rei, ó, tempo rei, ó, tempo rei Transformai as velhas formas do viver Ensinai-me, ó, pai, o que eu ainda não sei Mãe Senhora do Perpétuo, socorrei
Para cantar com o Gil, o link está ao lado
Escrito por Ernâni Motta às 17h29
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FIM DE SEMANA
O fim de semana chegou, com a marca de que é o primeiro dos 52 deste 2006. Ano que teremos finais de semana, queira Deus, de muitas comemorações, de muitas alegrias.
O calor diminuiu e parece que praia a moçada não terá... Mas, o Maracanã promete mais um domingo de muita empolgação. Só espero que a Secretaria de Segurança Pública tome providência a fim de evitar que os acontecimentos desagradáveis do domingo passado não se repitam.
Fim de semana, de qualquer maneira, é fim de semana. E quem não gosta, sobretudo, nós brasileiros, a quem Papai do Céu reservou o mais festeiro dos espíritos.
Não tem praia, vá ao cinema, leia um livro, visite um velho amigo, aproveite para por em dia o papo com a família, enfim, mexa-se! Quem sabe, você não descobre coisas interessantes e que estavam passando despercebida à sua vista.
Escrito por Ernâni Motta às 17h27
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PALOCCI NA CPI DOS BINGOS
As pessoas têm o direito de discordar da política econômica comandada pelo ministro Antonio Palocci Filho, mas, não podem negar que ele é inteligente, sereno e que domina muito bem o ministério que administra. A tranqüilidade que a medicina lhe impôs, por alguns momentos, incomoda seus opositores. Caso do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), que ontem o chamou de frio, por não se abalar diante dos seus questionamentos.
O que vi:
Heloisa Helena – cobra respeito e decoro dos seus pares, no entanto, trata as pessoas com frases agressivas, como, por exemplo: “... as pessoas da base de sustentação ou de bajulação do governo”.
ACM – Impressionante! Fez mil elogios a Palocci e se disse não de “direita”. Só faltou chamar o ministro de companheiro.
Demóstenes Torres (PFL-GO) – acha sempre que está participando de um júri e tenta ganhar a discussão no grito. Palocci viu-se obrigado a pedir ao senador para não ser interrompido.
José Jorge (PFL-PE) – acusou Palocci de não ter comando sobre o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, mas, não lembrou de que houvera sido ministro da Minas e Energia, no governo passado, sem ter comando sobre a Petrobrás e a Eletrobrás, para ficar somente em dois exemplos.
Enfim, Palocci pode ter a discordância de gente de dentro do governo que participa, pode ter sua vida vasculhada por CPIs, Ministério Público, xeretas de primeira hora, mas, até agora, ninguém, ninguém conseguiu denunciá-lo por incompetência.
Escrito por Ernâni Motta às 17h26
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O sistema republicano adotado no Brasil, a cada troca de governantes, dá partida a uma corrida vergonhosa pelos cargos públicos, o que demonstra o quanto este país está loteado. Com conseqüente má prestação de serviços ao contribuinte, que recolhe, compulsoriamente, seus impostos.
No Amapá, a troca de senadores (com a cassação de um deles), pelo que tenho lido, em algumas colunas de jornais locais, ameaça implantar um troca-troca na direção dos mais diversos órgãos federais instalados no estado.
Cabe ao presidente da República, aos governadores ou aos prefeitos eleitos escolherem seus assessores diretos, desde que guardado o interesse público, ou seja, sem nepotismos ou protecionismos. Agora, porque houve a troca de senadores, sair-se trocando todos os dirigentes dos mais diversos órgãos públicos, no mínimo, é por em dúvida a capacidade dos que saem e dos entram.
É verdade que isto é uma prática imoral que se sucede pelo Brasil todo, desde que se tem notícia de eleição neste país e que, portanto, não é um “privilégio” de ninguém, muito menos dos amapaenses. O que não diminui a vergonha de sua ocorrência.
Este é um dos motivos dos maus serviços públicos que nos são prestados. A falta de capacitação, de treinamento e de compromisso, além da descontinuidade, formam funcionários relaxados e desinteressados.
Talvez, as denúncias de “jabá”, contra a imprensa amapaense, se fundamentem também nesse troca-troca, comentado pelos próprios colunistas locais. Porquanto, ao contrário de estar se louvando a atitude, deveria se estar condenando-a.
Este ano é um ano de eleições, e bom seria se o eleitor brasileiro contestasse a famigerada frase de Pelé, quando declarou: “o povo não sabe votar”. E com seu voto dissesse não aos interesseiros e exploradores.
Escrito por Ernâni Motta às 17h22
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CAIU A VERTICALIZAÇÃO
A Câmara dos Deputados derrubou a chamada verticalização. Num bom português, diria que se instalou a “suruba política”, quando ninguém tem compromisso com ninguém.
A coisa foi tão “zoneada” que conseguiu colocar Antonio Carlos Magalhães e José Sarney em campos opostos. Depois disso, não se precisa dizer mais nada.
Escrito por Ernâni Motta às 17h21
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ELE É FERA MESMO
Romário em entrevista coletiva ontem:
ORIGENS: - Sou favelado nato. E gosto de falar favela mesmo. Hoje vejo as pessoas chamando favela de comunidade e não acho legal. Nasci no Jacarezinho, numa casa atrás da dos meus tios, minha mãe dava um duro danado. Eu e meu irmão tínhamos de trabalhar para ajudar no sustento. Minha história muitos já conhecem. Por isso mesmo seria ingrato com Papai do Céu se dissesse que não sou feliz com tudo o que conquistei.
SAÍDA PRECOCE: - Não acho que tenha saído precocemente para a Holanda. Saí com 22 anos, se fosse hoje seria até tarde. Mas imaginem o que foi um favelado do Jacarezinho parando em Eindhoven, 22 graus abaixo de zero e sem falar uma palavra do idioma. Aliás, eu mal falava português naquela época (risos). Mas fui chegando e conquistando meu espaço.
MELHOR NA ÁREA: - Dentro da área, só vejo o Pelé acima de mim. Se existe alguém melhor do que eu, não vi jogar.
Reproduzido de O GLOBO de hoje
Escrito por Ernâni Motta às 17h17
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VISTORIA, QUE VISTORIA?
O Globo de hoje traz uma matéria em que mostra carros da administração estadual com placas de Curitiba-PR. É mais uma da dupla Garotinho/Rosinha, com o objetivo de fugir da vistoria anual, que não é obrigatória no Paraná.
Enquanto isso, o carioca que se dane. Um arranhão na lataria, uma lanterna trincada, um pneu que não esteja cem por cento são motivos para se ser reprovado nas tais vistorias.
Não sou contra a vistoria, acho até mesmo necessária, mas, que seja obrigatória para todos, inclusive, para quem arrecada as taxas cobradas pelo serviço.
Escrito por Ernâni Motta às 17h16
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CADÊ ELAS?
E as “cobaias humanas” de São Raimundo do Pirativa, no município de Santana, no Amapá? Não estão esquecidas não, né?
Escrito por Ernâni Motta às 17h12
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FAÇA O SEU ROTEIRO
Vamos viajar! É sempre bom conhecer lugares diferentes, você não acha? Então, o que está esperando? A grana anda curta, então, acesse o link abaixo e dê asas à sua imaginação:
http://www.alovelyworld.com/index2.html
Escrito por Ernâni Motta às 18h41
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O MÍNIMO É O MÁXIMO!
O martelo está batido. O novo salário-mínimo é de R$ 350, a partir de 1º de abril. Apesar da coincidência da data, diz o presidente que é pra valer.
É o maior reajuste efetuado desde 1985, ou seja, Lula igualou-se a Sarney.
Até nisso!
Escrito por Ernâni Motta às 18h32
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VOU FICAR RICO! OBA!
Nada como um ano eleitoral. O governo avisou ontem que estuda a possibilidade de reajustar as aposentadorias e pensões pagas pelo INSS, no mesmo percentual que reajustou o salário-mínimo, ou seja, 16,44%.
Escrito por Ernâni Motta às 18h30
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VIVA O VERÃO!
O último fim de semana foi como há muito não se tinha, por aqui, nesta Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Começou com as homenagens, na sexta-feira, ao padroeiro e se estendeu noite adentro de domingo.
Como diz a música: “praia e sol, Maracanã, futebol – domingo!” Com a temperatura batendo os 40ºC, não podia ser de outro modo, praias lotados, com corpos seminus (mas, bota “seminus” nisso!), bronzeados, sarados e não sarados, jovens, não jovens, homens, mulheres, enfim, de todos os tipos para todos os gostos. Do Leme ao Pontal não havia espaço para mais ninguém.
E o maraca? Que beleza! Depois de nove meses em reforma, não podia reabrir noutro dia. Um domingo de Sol, com um clássico e um placar elástico, como gostam de falar os cronistas esportivos. Botafogo 5 X 3 Vasco da Gama.
Aí, meu amigo, haja chope para completar a lista de carioquices, ou melhor, para comemorar a vitória do meu Fogão. Botafogo-ô-ô-ô!!!
Escrito por Ernâni Motta às 16h39
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DENUNCIANTES X DENUNCIADOS E VICE-VERSA
A Folha do Amapá há alguns dias publicou uma lista, na qual denuncia órgãos da imprensa e jornalistas amapaenses de terem recebido recursos para “favorecerem” a atual gestão do Estado.
Não fiz qualquer comentário sobre o assunto, por dois motivos: primeiro: somente a Folha publicou a relação, segundo: precisava ouvir os denunciados, o que me era, praticamente, impossível, por morar noutro estado.
Porém, na sexta-feira, outro jornal amapaense traz nova relação, na qual consta a Folha do Amapá e outros jornalistas que teriam prestado “serviços” ao governo anterior, numa tentativa de “dar o troco” à denúncia inicial.
Não vejo nenhuma ação que fira a ética ou possa ser considerada imoral numa relação mídia-governo. A qualquer tempo, em qualquer lugar, governos vão utilizar os serviços dos meios de comunicação para divulgar seus feitos e serviços e devem, sim, pagar por isto.
Quanto ao jornalista, a palavra é o seu instrumento de trabalho, tanto faz se dita ou escrita. Usá-la, portanto, para tirar o seu sustento diário é lícito e justo, desde que, naturalmente, atenha-se ao oficio de informar, que é o seu trabalho, assim como é a casa construída pelo pedreiro.
Porém, ao ver a tentativa de se mostrar que quem denuncia também pode ser denunciado, fiquei com a impressão de que a relação governo e meios de comunicação, no Amapá, não se restringia a uma operação comercial e/ou profissional. Pareceu-me que se tratava de um plano custeado pelo erário para a manipulação da opinião pública, o que para mim e, por certo, à sociedade amapaense é um tiro de morte na credibilidade da imprensa local. Embora, saiba que há no Amapá jornalistas probos, coerentes e dignos da profissão que escolheram.
De qualquer modo, é preocupante que pessoas, que deveriam difundir a verdade e a justiça, estejam tentando alterar a realidade e tirando proveito pecuniário disso. É, sim, imoral e antiético, depõe contra a categoria e compromete os governantes.
E em meio às denúncias o Sindicato dos Jornalistas do Amapá emite uma nota que nada diz, nada explica a sociedade. Não estou escrevendo este comentário como jornalista, devo deixar bem claro, mas, como cidadão, que quer ver denúncias sendo apuradas, culpados punidos e o dinheiro público reposto.
Dizer que não há jornalistas na relação da Folha, como fez o Sindicato, e que cabe a Diretoria Regional do Ministério do Trabalho fiscalizar o exercício da profissão por pessoas não qualificadas para tanto, é omissão, que me desculpem os dirigentes sindicais.
O que percebo ao ler a nota é que, no Amapá, a profissão de jornalista não é respeitada e quem se achar, minimamente, capaz ocupa o lugar que deveria ser de quem estudou para exercê-la. Daí, que cabe ao Sindicato, sim, fiscalizar e cobrar da Diretoria Regional do Ministério do Trabalho o cumprimento da Lei. De igual modo, exercer pressão junto ao Ministério Público, para que apure as denúncias publicadas nos dois jornais e, ao serem encontrados os culpados, que sejam punidos, de acordo com os códigos legais, em vigor.
A prática do jornalismo feita por quem não tem formação para tal cria aleijões, como, por exemplo, a falta de compromissos ético e moral com a profissão. Além de condenar ao desemprego centenas de jovens talentos, saídos semestralmente das faculdades.
Aos que defendem que portadores de cursos superiores podem exercer a profissão de jornalista, deixo bem claro que concordo em parte, com tal pensamento. A estas pessoas estão reservados espaços, em qualquer meio, para que difundam seus conhecimentos sobre as áreas de seus saberes, jamais para o cotidiano de uma redação.
Mas, para não me considerarem arrogante, concordo que há pessoas que, mesmo sem ter ido ao banco de uma faculdade de Comunicação, estão ou são competentes e habilitadas a exercer a profissão de jornalista. Isto, porém, vem diminuindo com o passar dos anos.
Escrito por Ernâni Motta às 16h36
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EU NÃO AGÜENTO POLÍTICO
A política, ou melhor, os políticos fazem-me rir! O saudoso Darcy Ribeiro, diziam as más línguas, em campanha para governador do Rio de Janeiro, subia os morros e comia de tudo que lhe era oferecido, conclusão, não passava da primeira ladeira.
Fernando Henrique disse que era meio mulatinho e em Caruaru-PE comeu buchada de bode, prato típico da região. Aliás, uma delícia! Sempre que vou ao Recife, não deixo de experimentar uma boa buchada e olha que não sou político.
Lula disse na Baixada Fluminense que não tinha cara do povo da Zona Sul carioca nem da Avenida Paulista, que tinha a cara daquele povo sofrido. Menos, presidente, menos... Aquele povo não sabe o que é churrasco faz muito tempo, mas bota tempo nisso. Enquanto Sua Excelência...
Agora, o governador paulista, Geraldo Alckmin, disse que é baiano para uma platéia pernambucana. Veja você!
Escrito por Ernâni Motta às 16h28
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DA COLUNA PAINEL DA FOLHA DE HOJE
Tudo acaba em pizza
Em novembro do ano passado, no depoimento de Emily Yamashita, presidente da seção paulista da Associação das Empresas Prestadoras de Serviços, à CPI dos Correios, o clima estava tenso. O deputado petista José Eduardo Cardozo (SP) fez o seguinte questionamento:
- Por favor, a senhora conhece ou saberia me dizer qual é a maior das franquias dos Correios hoje? Ou qual é a franquia mais rentável?
- Não temos acesso aos dados das franquias. Isso não é passado para nós, inclusive, aqueles dados que eu forneci com aquelas pizzas... -, respondeu ela, referindo-se a gráficos entregues à comissão.
- Não diga isso aqui –, advertiu Cardozo.
A depoente se assuntou, o parlamentar emendou:
- Pizza não é uma boa referência em Comissões Parlamentares de Inquérito!
Escrito por Ernâni Motta às 16h26
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