Ernâni Motta


MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA

LENDAS E MISTÉRIOS DA AMAZÔNIA

(Catoni, Jabolo e Waltenir)

Puxador: Gera

Nesta avenida colorida

A Portela faz seu carnaval

Lendas e mistérios da Amazônia

Cantamos neste samba original

Dizem que os astros se amaram

E não puderam se casar

(A lua apaixonada chorou tanto) BIS

(Que do seu pranto nasceu o rio e o mar)

E dizem mais Jaçanã, bela como uma flor

Certa manhã viu ser proibido o seu amor

Pois um valente guerreiro

Por ela se apaixonou

Foi sacrificada pela ira do pajé

E na vitória-régia

Ela se transformou

Quando chegava a primavera

A estação das flores

Havia uma festa de amores

Era a tradição das Amazonas

Mulheres guerreiras

Aquele ambiente de alegria

Só terminava ao raiar do dia

(Ô esquindô lá, lá

Ô esquindô lê, lê

Olha só quem vem lá

É o saci pererê). BIS

Para cantar o samba da Portela, o link está ao lado



Escrito por Ernâni Motta às 15h51
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NÃO DEU TEMPO...

Eu havia preparado uma pauta, com alguns acontecimentos desta semana, mas, fui vencido pelo tempo. Agora, só depois do Carnaval!

Queria comentar com vocês a declaração do presidente de que faz campanha 365 dias, por ano; a burocracia do INSS para recadastrar aposentados e pensionistas; o compromisso assinado pelo prefeito José Serra de ir até o fim do seu mandato, a vontade do relator da CPI dos Correios, deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), de quebrar os sigilos do PT; a decisão do STF de abrandar a Lei dos Crimes Hediondos e, principalmente, o fato de ter lido no Diário do Amapá que, ao chegar em Macapá ontem, o senador José Sarney “foi recepcionado por uma multidão de correligionários, simpatizantes e políticos de diversos partidos”.



Escrito por Ernâni Motta às 15h47
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É CARNAVAL!

A Banda em Macapá, os bonecos gigantes de Olinda, o maracatu do Recife, o axé de Salvador, as escolas de samba do Rio e de São Paulo. É o povo na rua para viver o Carnaval. E não há como ser indiferente a ele, até mesmo aqueles que aproveitam os dias de folga e refugiam-se em retiros e orações estão influenciados de algum modo por esse fenômeno cultural mundial. E que no Brasil, ganhou contornos especialíssimos.

Em mim, particularmente, bate uma saudade dos bailes do Trem, do Círculo Militar, do Macapá e do Santana Clube. Era uma maratona e tanto, mas, o fôlego, aos 20 e poucos anos, suportava com sobras. Todavia, o Carnaval, por vezes, fico com a sensação de que parou no tempo. Não há mais fantasias, marchinhas, corso, nada... Até os Cloves sumiram! O Carnaval contemporâneo é sinônimo de violência. Nada mais contraditório em si mesmo, se pensarmos que “as pessoas entregavam-se aos folguedos de Momo para desopilar e esquecer as dificuldades e agruras”.

É. Acho que o Carnaval está próximo do fim, pois, para me referir à alegria que ele distribuía gratuitamente, usei uma frase tão antiga quanto as marchinhas da Emilinha. Aliás, que deve estar animando um grande Carnaval, lá no Céu.

Aqui, no Rio, o desfile das Escolas de Samba é considerado o maior espetáculo da Terra, mas, ao povo carioca não é permitido dele participar. As escolas cada vez mais se afastam de suas comunidades de origem.

A criação da Cidade do Samba era um sonho dos dirigentes do Carnaval carioca, mas, os moradores vizinhos das escolas não terão mais oportunidade de acompanhar a construção dos carros alegóricos, a criação das fantasias, a montagem do enredo.

Até dos blocos para se participar tem-se que comprar abadás, credenciais e não sei mais o quê. Não, os blocos não são mais a aglomeração dos bebuns e seus amigos que saiam batendo lata e improvisando estandartes, ensaiando passos desengonçados e cantando paródias. Agora, para se ser um pouco palhaço é preciso pagar.

Para não dizerem que estou muito amargo, vou abrir uma gelada e torcer para que o Sol continue a brilhar por todos os dias deste Carnaval, que vocês todos possam aproveitar da melhor forma que lhes convier esses dias e que a gente possa viver muitos carnavais.



Escrito por Ernâni Motta às 15h46
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ALÔ, BRASINHA!

O Santana vem ! E eu vou !



Escrito por Ernâni Motta às 15h34
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PESQUISA.

O Datafolha deixou a oposição completamente ouriçada! Lula, diz o medidor de opinião pública, acaba com Serra também no segundo turno. Será?

Pelo sim, pelo não, o triunvirato que comanda o PSDB fala em prévias, com medo de tirar Serra da prefeitura, entregá-la ao PFL e, por fim, ter de amargar uma derrota.

Mas, para entender melhor esse jogo, leia o blog da Helena Chagas. Para começar a sentir o sabor da análise dela, uma palhinha abaixo:

Ecos do Datafolha

É GASOLINA PURA numa fogueira que já andava alta o Datafolha de hoje. Tá certo que pesquisa a oito meses das eleições tem que ser relativizada. Mas esta cai como uma bomba no colo de muita gente. Sobretudo porque, além de ser o quarto levantamento confirmando a tendência de crescimento de Lula de dezembro para cá - agora ele já vence Serra fácil no segundo turno -, mostra que esse crescimento se deu em grande parte entre os eleitores que têm curso superior (18 pontos percentuais) e os que ganham acima de dez salários mínimos (16 pontos percentuais).

O link está ao lado




Escrito por Ernâni Motta às 17h33
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EMPURRANDO COM A BARRIGA

Os governos sempre que se vêem frente a frente com alguma decisão, que sabem, provocará a ira da massa, dão um jeitinho de empurrar para frente.

Fernando Henrique, por exemplo, no primeiro mandato precisava fazer a reforma da Previdência, mas, também, queria o segundo mandato, então, resolveu deixar pra depois.

Foi eleito para um segundo mandato, mas, ainda assim, fez uma reforma meio capenga e deixou para o seu sucessor.

Lula assumiu e viu que a Previdência era um barril de pólvora e foi obrigado a completar a reforma. Os analistas, entretanto, acham que a Previdência , necessitará de uma nova reforma.

Agora, Lula se diante do rolo da telefonia. Troca de pulso para minutos ou não? Na dúvida, resolveu deixar para o ano que vem... Se for reeleito, terá um abacaxi para descascar, se não, jogou no colo do sucessor.



Escrito por Ernâni Motta às 17h28
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O LUCRO DOS BANCOS

Os dois maiores bancos particulares do país somaram um lucro de R$ 10,8 bilhões. Somente os dois maiores: Bradesco e Itaú. Some a isto, BB, Caixa, Unibanco e outros e outros... É coisa para chegar aos 20 bi.

Enquanto isto, os aposentados e pensionistas vêem seus benefícios comprometidos, com uma acachapante história de empréstimo descontado em folha. As microempresas fechando portas, por não suportarem os juros cobras sobre os empréstimos para custeioeu escrevi custeio, não foi investimento –, pois, com as  taxas na estratosfera, neste país, ninguém tem o direito de pensar em crescer. E haja desemprego, e haja redução da contribuição previdenciária e outros tributos... E para compensar o governo aumenta a carga tributária, em cima da classe média.

E os bancos aumentando os lucros!



Escrito por Ernâni Motta às 17h28
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CARNAVAL E POESIA

O Carnaval também é tempo de romantismo? Se você acha que sim, faça uma visita ao blog da Elza Fraga.

Ela é uma amiga de longas datas, mas andávamos meio sumidos um do outro. Até que esta semana a reencontrei, trocamos algumas idéias e entre elas a dos blog. Descobrimos, então, que estávamos juntos na blogosfera sem nunca termos nos encontrado.

A Elza é uma poeta de uma sensibilidade admirável, querida dos seus amigos, por ter a capacidade de transformar todos os momentos da vida em invejosos versos.

Vá visitá-la, o link está ao lado!



Escrito por Ernâni Motta às 17h27
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O GLOBO

Rio, 22 de fevereiro de 2006
‘Vou levar esta história para o resto da vida’, diz Katilce, que beijou Bono

Dicler Simões
Especial para O GLOBO

VOLTA REDONDA. “Vou levar esta história para o resto da vida”, disse ontem a bancária de Volta Redonda Katilce Miranda Almeida, de 28 anos, casada e com um filho, que conseguiu o que mais desejavam milhares de mulheres que assistiram ao show do U2 na noite de segunda-feira, no Morumbi, em São Paulo: subir ao palco, fazer carinhos em Bono Vox e ganhar um selinho dele. A bancária foi puxada para o palco pelo vocalista da banda quando ele interpretava “With or Without You”, a canção predileta da fã, que ontem passou a tarde em seu apartamento, em Volta Redonda, dando entrevistas. Antes de ser chamada ao palco, ela deu um biscoito ao cantor, que aceitou.

— Ele pediu para eu ficar parada e ajoelhou. Bono passou a mão na minha barriga, enquanto eu passava a mão na cabeça dele — contou, emocionada.

Bono e seu grupo levaram ao delírio 73 mil fãs no Morumbi. Houve um momento, porém, em que apareceu no telão uma imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a multidão ensaiou uma vaia.

Marido confessa um pouco de ciúme

O marido de Katilce, Gustavo Fonseca, disse que sentiu um pouco de ciúme ao ver o beijo que sua mulher ganhou de Bono. Ele foi a São Paulo, comprou o ingresso para a mulher, mas não foi ao show.

— Senti um pouco de ciúmes na hora, mas depois entendi que fazia parte do show. Não tem por que a gente ficar em crise. Senti ciúmes, mas também orgulho de ela ter conseguido realizar um sonho de muito tempo. Fiquei feliz por ela, porque fã é assim mesmo — disse, meio sem graça.

Katilce tirou férias do trabalho na agência bancária no Centro de Volta Redonda para poder ir ao show do U2. Ela entrou sábado na fila do Morumbi, dormindo sozinha numa barraca de camping. A bancária ficou emocionada ao relembrar o que chamou de o mais importante momento de sua vida, e disse que o sacrifício foi compensador:

— Valeu a pena todo o sacrifício. Fui sozinha e fiz vários amigos na fila do estádio.

Até a noite, Katilce tinha recebido quase 200 telefonemas de amigos, colegas de trabalho e da imprensa. Em sua página no orkut, por volta das 21h, já eram registradas mais de 210 mil mensagens. Depois de chegar de São Paulo, às 14h, a bancária voltou à rotina e só após resolver os problemas da casa e da família foi conversar com a imprensa. Depois, interrompeu a entrevista para buscar o filho na escola.

— Vou levar uma vida normal, como era antes do show — disse, negando que tenha recebido convites para posar para uma revista masculina.

Já a irmã da bancária, Waleska Miranda, sentiu-se mal depois de ver a cena do beijo. Ela custou a crer no que via:

— Foi muita emoção. Ela é do jeito que vocês estão vendo aí. Muito tranqüila. Estou grávida de dois meses e até tive um sangramento.

Meu comentário: Sem comentários!



Escrito por Ernâni Motta às 16h48
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ESPORTES

Rio em ação

Por: Alan Bittencourt 

Hoje é dia de Copa do Brasil e os quatro (ex-)grandes do Rio entram em campo. Será que vem mais vexame por aí? Vamos torcer para que Flamengo, Vasco, Botafogo e Fluminense ao menos garantam a classificação. O que é
obrigação, a julgar pelos adversários. O Flamengo estréia contra o ASA, de Alagoas. Já o Fluminese faz seu primeiro jogo na competição contra o Operário-MT.
O Botafogo recebe no Maracanã o Operário-MS. O Alvinegro venceu por 2 a 1 a primeira partida e se classifica mesmo se perder por 1 a 0. Enquanto isso, o Vasco recebe o Botafogo-PB, com quem empatou em 1 a 1 no jogo de ida. Um empate sem gols leva o Vasco à segunda fase.
Mas do jeito que as coisas estão no futebol carioca, tudo pode acontecer.

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O Fluminense anunciou seu novo treinador: Paulo Campos, que nunca treinou clube de ponta no Brasil. É uma aposta no escuro, mas para o bem do time, Nelsinho Baptista e Tite recusaram convite para treinar o Tricolor.
Sorte da torcida do Fluminense.
Leio no Globo que este mesmo Paulo Campos, que era auxiliar de Vanderlei Luxemburgo, teve problemas com a torcida do Real Madrid. Motivo: acusou o meia Gutti, que é espanhol, de simular contusão para não enfrentar o
Barcelona. Os médicos do Real negaram qualquer simulação e Paulo Campos teve que pedir desculpas para o jogador. Lamentável.
Isso é que é ser discípulo do Vanderlei!

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Desculpe se eu sou insistente, mas eu não me conformo. Após o empate vergonhoso diante do Friburguense, o técnico do Flamengo, Valdir Espinosa, anunciou que iria fazer mudanças na zaga. Saiu Ronaldo Angelim e entrou
Renato Silva. O Fernando, não! O Fernando Canelinha tem vaga cativa no Flamengo, seja qual for treinador.
Será que é difícl enxergar que Fernando está na profissão errada? Como pode um jogador brucutu ter tanto prestígio no Flamengo?



Escrito por Ernâni Motta às 15h58
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E AS PEDRAS ROLARAM

Copacabana virou o palco dos brasileiros ou todos os brasileiros, num passe de mágica, viraram cariocas? Foi com esta dúvida que fui dormir no sábado. Mas, uma coisa é certa, foi o maior espetáculo que o mundo do rock já presenciou.

               foto: O Fuxico

             

E os deuses do rock’n roll abençoaram Copacabana, para que a chuva que maltratara a cidade, nos últimos dias, desse um tempo e corpos suados cantaram, dançaram, vibraram ao som da mais antiga banda de rock em atividade – The Rolling Stones!

         foto: Folha Imagem

     

Para tanta emoção fazia-se necessário que a noite fosse esticada e mais uma vez as divindades do rock tomaram suas providências e o horário de verão encerra-se, exatamente, naquela noite para torná-la 3 mil e 600 segundos mais longa. Assim, Mick Jagger, Keith Richards, Ron Wood e Charlie Watts puderam fazer uma massa de 1 milhão e 300 mil, segundo o Corpo de Bombeiros, pessoas irem ao delírio.

“Copacabana, esta é a melhor festa del mundo” – gritou o empolgado sexagenário Mick Jagger, num portunhol completamente desculpável e aceitável. A comunicação já havia se completado, sem a necessidade premente das palavras, as variações das sete notas musicais encarregaram-se de unir mentes e corações, num clamor intrínseco de paz!

E a paz sobrevoava Copacabana. Tanto que, fora aqueles que exageraram na dosagem de álcool, nenhum caso mais grave foi registrado. E a Cidade Maravilhosa pôde dizer aos quatro cantos do mundo: - aqui, não se sabe o que é terrorismo e todos os Homens têm o direito de cantar, dançar e se emocionar.

Emoção era a palavra de ordem. E aqueles quatro senhores não se fizeram de rogados e esbanjaram vitalidade para contagiar corações de todas as idades, que desde as primeiras horas do sábado acotovelava-se sobre as areias da Princesinha do Mar.

foto: Folha Imagem

Mas aquela emoção toda era pouca, e o palco começa a se mover entre os fãs em transe, quando faziam coro à “Miss You”. Então, os Rolling Stones puderam sentir mais de perto o calor dos cariocas e Jagger não resistiu e voltou a ensaiar algumas palavras em português: “Aqui está muito bom”. A minha dúvida do inicio se desfaz, os brasileiros tornaram-se todos cariocas. Jagger ainda perguntaria: “Tem gente de São Paulo aqui? E da Bahia? De Porto Alegre? Rio?” Mas, o estado de origem pouco importava, o que se queria mesmo era ouvir Rolling Stones.

Conta a história que “a maior banda de rock do planeta” começou sua caminhada, unicamente, para fazer contra-ponto aos Beatles e que eram garotos que gostavam de Muddy Waters e Chuck Berry. História, todavia, não se discute, narra-se. Portanto, se os Rolling Stones surgiram para ser o lado B dos Beatles, o tempo encarregou-se de dizer que não, a paixão pela música negra americana, porém, permanece viva e um dos apoteóticos momentos no sábado, à noite, foi quando cantaram “Night Time Is the Right Time”, de Ray Charles. E como não podia deixar de ser, com o acompanhamento da vocalista Lisa Fischer. A imagem de Ray Charles, ao fundo, abençoava aquele instante e lembrava a todos que o rock tem origem no blues.

Mick Jagger trocou de roupa quatro vezes, durante o show. Na última vestiu uma camiseta estampada com a Bandeira brasileira. Os quatro senhores demonstram que ainda têm fôlego para continuar o show, mas, o relógio diz que é hora de parar. Não antes de ouvirmos e cantar juntos: “I Can’t Get No – Satisfaction”.

foto: O Fuxico

Aí, cada um voltou para sua casa, com o coração revitalizado, o corpo cansado e a alma rejuvenescida. Satisfaction!



Escrito por Ernâni Motta às 12h01
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OS STONES E OS VIPS

No show dos Stones, havia VIP que era mais VIP do que outro VIP.

Era para ser tudo bem discreto: os vips A, 1.200 nomes da lista de Luiz Oscar Niemeyer, o empresário que trouxe os Stones ao Rio, ficariam do lado direito do palco. Veriam o show e ainda teriam direito a festinha privé no hotel Copacabana Palace, com a presença dos ídolos.

Os vips B, quatro mil pessoas da lista das empresas Claro e Motorola (as patrocinadoras que pagaram a conta do show, com estimados U$ 3 milhões), ficariam do lado esquerdo. E, claro, nem seriam informados que existia um grupo, digamos, “mais igual” do que o deles.

A informação é da colunista Mônica Bergamo, da Folha.



Escrito por Ernâni Motta às 11h00
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O SENADOR, OS STONES E O POVO

Delcídio Amaral ria da divisão de vips. “Quer dizer que eu sou B, é? Eu ia para [camarote A] como o Aécio, mas desencontramos. Tudo bem, meu lugar é com o povo”.

Acho que alguém precisa dizer ao senador o que é povo, pois, este tinha de ser dotado de pescoço de girafa para poder ver Jagger e seus camaradas, para ficar num exemplo rapidinho.



Escrito por Ernâni Motta às 10h59
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AINDA OS STONES...

Esta explicada aquela vitalidade toda que os Stones mostraram no show de sábado. Está na coluna do Ancelmo Gois, no Globo, de hoje:

 

Os quatro Stones, ao sair do Copacabana Palace rumo à passarela que os levaria ao palco, na praia, tiveram de passar pela cozinha para fugir da muvuca dentro do hotel.

No caminho, que estavam ali, filaram camarão das panelas e beberam, acredite, 17 latinhas de Red Bull.



Escrito por Ernâni Motta às 10h58
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AINDA OS STONES...

Os grã-finos do Edifício Chopin, na Praia de Copacabana, apostam até agora que a escolha do local do palco para o show dos Stones é coisa do pessoal do PSOL.

Uma dezena de metros atrás, eles assistiriam Jagger, Watts, Richards e Wood de suas janelas.

Que maldade!



Escrito por Ernâni Motta às 10h57
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AINDA OS STONES...

César Maia, o nosso prefeito, era o mais eufórico após a apresentação dos Stones.

Contou que o show custou ao município a mixaria de R$ 2 milhões. a arrecadação dos tributos deve se aproximar dos R$ 50 milhões.

A conferir!



Escrito por Ernâni Motta às 10h57
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CPI DESACREDITADA

O deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) disse à Folha, de hoje, em relação a apresentação do relatório final da CPI dos Correios, pelo relator, Osmar Serraglio (PMDB-PR):

“A CPI está entrando em um momento sensível. Temos de evitar que ela seja desacreditada. A proposta é fazer um relatório com consistência”.

 

Alguém precisa dizer ao deputado que a preocupação dele chegou tardiamente. A CPI está desacreditada.



Escrito por Ernâni Motta às 10h54
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ESPORTES

Ex-grandes

Por Alan Bittencourt


Você pode até não acreditar, caro leitor, mas houve um dia que o Rio de Janeiro teve quatro times grandes. Sim, o verbo é no passado mesmo. Teve, pois o que estamos vendo neste Campeonato Carioca é o prenúncio do que os torcedores destes clubes vão sofrer no Campeonato Braileiro.
Flamengo, Vasco, Fluminense e Botafogo possuem equipes que não dignificam suas histórias. Pois não é que na primeira rodada da Taça Rio nenhum dos quatro venceu?
Comecemos pelo Botafogo, campeão da Taça Guanabara e classificado para a grande final, que empatou em 1 a 1 com o Nova Iguaçu no Maracanã. Os alvinegros devem estar aliviados pelo resultado, pois o Nova Iguaçu merecia sair do estádio com uma goleada histórica.
Mas o que dizer de um time que leva gol de Marcos Denner?

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O Flamengo penou para empatar com o Fribuguense, na serra, em 3 a 3. Luizão estreou fazendo o que sabe: gols. Agora, o Rubro-Negro tem o homem-gol, mas continua fraquinho na defesa. Afinal, uma zaga formada por Fernando "Canelinha" e Ronaldo Angelim é de fazer o torcedor passar mal a cada ataque do adversário.
E o Peralta? Entrou no segundo tempo, não fez nada de útil e ainda foi expulso num lance sem qualquer perigo no meio-campo.
Uma coisa me deixou preocupado no time da Gávea. Renato cobrou o pênalti que livrou a equipe da derrota, mas ninguém foi comemorar com ele. O elenco é formado por panelinhas.
Triste Flamengo.

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No dia do entrega geral, a zaga do Vasco não poderia ficar de fora. Após o time virar, a muito custo, a partida contra a Portuguesa - o pior time do campeonato - um tal de Bebeto, que já tinha feito o pênalti que originou o primeiro gol do time da Ilha, resolveu trocar passes na entrada da área. Resultado: gol da Portuguesa.
Enquanto isso, Romário, que já está até contando gol de partida anulada, pagou o mico de usar a camisa 500, sem ter jogado este número de vezes pelo time da Colina.
Vem cá, o que é Valdiran?

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E lá se vai o primeiro técnico do Campeonato Carioca. E é Ivo Wortmann, do outrora favoritíssimo Fluminense. Após não conseguir dar um mínimo de padrão de jogo à equipe e a derrota para o Madureira, Ivo foi demitido. As especulações rondam as Laranjeiras, mas a diretoria promete anunciar o substituto ainda hoje.

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Comentário do jornalista do Sportv, o paulista Maurício Noriega, no programa "Troca de Passes": "...a Ponte Preta é um time que tem história...". Que história, cara-pálida? Quantos títulos paulistas possue este clube? E Brasileiros? Os paulistas se acham tão superiores que até inventam história.
Vai pentear macaca, Noriega!



Escrito por Ernâni Motta às 10h52
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