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MÚSICA PARA O FINAL DE SEMANA
A “jovem guarda” foi um movimento que marcou a música popular brasileira, na década de 60, do século passado, que foi pautada por muitas transformações, no comportamento e costumes dos povos. Sinceramente, acho que chamar a “jovem guarda” de movimento é meio exagerado, pois, penso que todo movimento tem objetivos, o que não foi o seu caso. Pelo menos, há pouco tempo, assisti a uma entrevista do Erasmo Carlos, pela TV, e ele declarou mais ou menos o seguinte: - não tínhamos pretensões políticas, estávamos a fim de nos divertir. Bom, mas esta é uma discussão que vou deixar para outra hora, porque agora, quero convidá-los a ouvir um dos marcos da “jovem guarda”... Senhoras e senhores, “Pensando nela”, cantam The Golden Boys.
Pensando Nela
Golden Boys
tarde fria chuva fina e ela a esperar condução pra ir embora mas sem encontrar um problema de aparente e fácil solução eu lhe ofereci ajuda e dei meu coração
toda vez que chove eu me lembro da garota quase sonho que me deu tanta emoção e ao lembrar eu sinto novamente seu perfume envolvente que me aperta o coração
eu a encontrei e logo me apaixonei a semana inteira nela muito eu pensei foi amor eu sei não nego eu não sou assim vivo só pensando nela que nem ligou pra' mim
Para cantar com os Golden Boys, o link está lado
Escrito por Ernâni Motta às 19h15
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FIM DE SEMANA
Cá estamos, em mais um final de semana. O último deste novembro, penúltimo mês deste ano de 2006. O que já nos dá um cheirinho de Ano Novo.
Mas, antes que nos empolguemos com a expectativa de um ano novo, é bom que demos uma passada na escrivaninha da vida e verifiquemos se há alguma coisa que possamos fazer ainda neste. Afinal, um Ano Novo com suas promessas sempre nos faz bem, entretanto, é sempre muito bom chegarmos ao final do ano velho com a consciência do dever cumprido.
Bom, mas, final de semana, na verdade, não sei se é para nos determos nessas reflexões... Final de semana é para, com certeza, ficarmos de perna pro ar, relaxando, pois, é assim que surgem os grandes projetos, nascem as grandes idéias, somos premiados com o que a vida tem de melhor a nos oferecer. Então, relaxe e aproveite o fim de semana da melhor forma que lhe for possível. Eu vou tentar!
Sendo assim, tenha um excelente final de semana!
Escrito por Ernâni Motta às 19h15
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PENSANDO A VIOLÊNCIA
Não tenho conhecimentos acadêmicos para discutir o assunto, mas, como todo cidadão brasileiro, ando estarrecido com a violência, ainda que tome todos os cuidados para não entrar na paranóia de sair de casa somente por extrema necessidade, na rua andar assustado e desconfiando de todos em minha volta, e ver, em qualquer lugar, um potencial assaltante à minha frente.
Ouvi, por muitos anos, alguns diagnósticos sobre o problema, com soluções que me pareciam de fácil aplicabilidade, não fosse a má vontade dos políticos. Entretanto, indicações, como, por exemplo, melhoria salarial da polícia, programas educacionais dirigidos à infância e à juventude, e geração de emprego para adultos não me parecem suficientes para diminuirmos o ritmo acelerado que tomou conta da violência em todos os cantos do país. Sinceramente, tenho minhas dúvidas se a solução passa por programas como esses.
Senão, vejamos, um jovem, quando se inscreve para o concurso das Polícias, sabe previamente o salário que lhe está sendo oferecido e, acredito, tem conhecimento dos perigos que o serviço tem. Portanto, ao optar pela profissão, deve saber da sua relação custo/benefício, ou seja, aceitar ser “polícia”, com seus riscos e um salário considerado medíocre, é uma decisão que não pode ter embutido o vislumbre de melhorias em curto prazo.
Embora, seja bom que se reconheça, há, seguramente, policiais honestos, probos e cumpridores de seus deveres mesmo com todos os riscos do ofício e um soldo pouco digno. Daí, os chamados desvirtuamentos de conduta tão visto, ultimamente, entre os policiais não podem ser justificados pelos baixos salários.
Não seria o caso de se repensar as polícias?
Escrito por Ernâni Motta às 19h14
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EDUCAÇÃO SERIA TUDO?
Já a questão educacional, no meu entender, merece ter aprofundada a sua discussão, porquanto os menores infratores não têm origem, exclusivamente, nas classes menos favorecidas.
Aliás, tomei conhecimento de alunos de escolas particulares que agridem colegas e professores, demonstrando total desequilíbrio emocional. Também, sei que podem ser casos pontuais e que, portanto, devem ser tratados como exceção, entretanto, há um noticiado aumento desses casos.
O pior disso é que adolescentes dessas camadas mais privilegiadas estão indo para as ruas atacar pessoas, com a "prerrogativa" de possuírem uma compleição avantajada, conseqüência das horas de exercícios físicos, nas chamadas academias voltadas ao fisiculturismo.
Assim, a revolta que leva os menores a delinqüir pode ter várias origens, a partir da falta de oportunidades, entre os menos favorecidos, até ao excesso delas, nos mais abastados. Será que vontade política, de fato, resolve a questão e encontra o equilíbrio necessário?
E não esqueçamos que esses jovens serão adultos amanhã, e podem se tornar perigosos e temidos bandidos.
Escrito por Ernâni Motta às 19h13
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O TRABALHO DIGNIFICA O HOMEM
A geração de emprego, segundo os estudiosos da violência, seria uma maneira de diminuir as distâncias entre as diversas camadas da sociedade, abrindo oportunidades e distribuição de renda. Pode ser. Afinal, todo cidadão quer comer, beber e dormir, minimamente bem, com a remuneração obtida a partir do seu trabalho.
Mas, isto também me faz pensar se seria tudo... Pois, já vi muitos pais de família amargando anos de desemprego e nem por isso se entregaram a uma vida bandida.
O trabalho dignifica o Homem, quantas vezes já ouvi essa frase, porém, quantos já jogaram fora as oportunidades, num descaminho da assertiva?
Logo, o trabalho é uma necessidade, não há o que se discutir, entretanto, é preciso ensinar a muitos que é uma necessidade para eles mesmos.
Escrito por Ernâni Motta às 19h09
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SOLDADO DE UMA GUERRA PERDIDA
Evidentemente, não é meu interesse tratar o problema de forma reducionista, pois, sei, perfeitamente, que há uma complexidade envolvendo-o. E que, por isso mesmo, merece um aprofundamento das análises sócio-antropológicas e de seus questionamentos políticos. Sei, porém, que os discursos inflamados, dos momentos em que a crise se torna mais aguda, tornam-se inócuos, na primeira esquina seguinte dos acontecimentos.
Preocupa-me o desenho que tenho à frente, que é o povo se mostrando sem paciência para esperar por soluções políticas, e ao que tudo indica não acreditando mais nas chamadas associações representativas da sociedade organizada, e está disposto a tratar o assunto como uma “guerra” verdadeira.
Se isto acontecer, de fato, e Deus permita que minhas ilações estejam equivocadas, nossas ruas virarão campos de batalhas, nossas casas trincheiras e o cidadão um soldado de uma causa perdida.
Escrito por Ernâni Motta às 19h08
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POR QUE TANTO ÓDIO?
O que me levou a essas elucubrações foi o assassinato da senhora Ana Cristina Giannini Joahannpeter, na noite de quarta-feira, num dos mais movimentados cruzamentos do Leblon, bairro de classe alta, desta Cidade Maravilhosa.
E, antes que alguém pense que me comovi com a morte dessa senhora, por ser ela do chamado high society, quero dizer que a violência e a morte tornam todas pessoas semelhantes, pelo menos, para mim. De maneira que, mais do que ser ela pertencente à parte mais destacada da sociedade, o que me incomoda, verdadeiramente, é a truculência investida no ato.
Há um componente com fortes tintas de ódio na psique do rapaz que cometeu o delito, que me deixa perplexo e a questionar, o que há na mente de alguém para odiar tanto seu semelhante?
Seria ter de conviver com as diferenças? Seriam as faltas de oportunidades? Ou seria o afastamento de Deus? Num Deus, “como quer que você O conceba”, como está escrito no poema.
Eu gostaria de viver o suficiente para ver ações transformadoras que tornassem os Homens menos violentos, menos revoltados, com menos perversidade, e com mais urbanidade, mais solidários e crentes em si mesmos, em seu próximo e, acima de tudo, em Deus.
Escrito por Ernâni Motta às 19h07
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LITERATURA BRASILEIRA É PREMIADA NA FRANÇA
A presidente da Rede de Escritoras Brasileira – REBRA –, Joyce Cavalcante, será laureada na próxima Cerimônia Solene de Entrega das mais altas insígnias, pela Societé Académique des Arts, Sciences et Lettres, em Paris, França, no mês de maio de 2007, como reconhecimento aos seus serviços prestados às artes, ciências, letras e Cultura.
A cearense Joyce Cavalcante é autora de oito livros e receberá seu prêmio, junto com outras personalidades mundiais, o que a torna uma das principais representantes da literatura brasileira.
Parabéns, a Joyce!
Escrito por Ernâni Motta às 18h53
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DA TRIBUNA DA IMPRENSA HOJE
O açougueiro, o camelô e o jornalista
Carlos Chagas
BRASÍLIA - O "seu" Manoel, dono do açougue da esquina, é craque na arte de cortar carne. Dá gosto vê-lo tirar filés e costelas, com o seu facão. Por conta disso, estará autorizado a operar alguém de apendicite?
O camelô da pracinha é outro craque. Convence todos os que passam diante de sua banquinha e vende quantos produtos apresente. Poderá, por suas qualidades oratórias, vestir beca, entrar num tribunal e defender uma causa?
Dizem que jornalista é quem nasce com o dom de escrever e, por isso, a exigência do diploma para o exercício da profissão é extemporânea e desnecessária. Ora, o dom de escrever faz o escritor, que mesmo sem ser jornalista está autorizado a publicar seus escritos em qualquer jornal ou revista, enriquecendo-os.
Ser jornalista não é melhor nem pior do que ser escritor. É apenas diferente, na medida em que o jornalista necessita dispor de conhecimentos sobre edição, diagramação, composição, marketing, fotografia, audiovisual e outras atividades ligadas à atividade. Além disso, torna-se imprescindível ao jornalista conhecer História, Geografia, Filosofia, Ética, Economia, Semântica, Línguas e outras ciências capazes de levá-lo ao bom desempenho de suas funções.
Onde um jovem conseguirá adquirir sistematizadamente esses conhecimentos senão nos bancos universitários, nos cursos de Comunicação? Claro que o dom de escrever e a experiência, como nas diversas profissões que exigem diploma, tornam-se fundamentais, mas parece indiscutível a vantagem de receber de forma ordenada e didática todo esse cabedal.
Houve tempo em que não se exigia diploma para o exercício da medicina. Curandeiros dedicavam-se à atividade de minorar doenças, mas, como o mundo anda para frente, faz séculos que o diploma de médico é obrigatório. Tiradentes não dispunha do diploma de dentista, mas depois da exigência do diploma não parece melhor para todos nós procurarmos um consultório odontológico?
Custou, para os jornalistas, a hora da obrigatoriedade do diploma. Mas chegou, em 1969. De quando em quando pretendem contestá-lo. Democracia é assim mesmo, cada um pensa como quer e defende os pontos de vista que bem entende. É preciso, porém, desfazer equívocos. Muita gente se insurge contra o diploma de jornalista alegando o dom de escrever.
Esquecem-se de que o dom da palavra não faz o advogado, nem o de cortar carne, o médico. O que muitos pretendem é evitar um conjunto profissional formado por antecipação, nos bancos universitários. Futuros jornalistas em condições de chegar às redações em condições de reivindicar melhores condições de trabalho, tanto éticas quanto financeiras. Querem a classe desunida para poder manipulá-la, podendo contratar qualquer um que se disponha a não questionar e não se impor.
O Superior Tribunal de Justiça reconheceu, dias atrás, a necessidade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Quem reivindicava era um médico, valendo ressaltar que jamais a equação desenvolveu-se ao inverso, ou seja, nunca um jornalista solicitou, nos tribunais, o direito de exercer a medicina sem diploma de médico. A situação parecia definida de uma vez por todas, mas por conta desses intrincados meandros da Justiça o Supremo Tribunal Federal suspendeu a decisão, por medida liminar.
Tudo bem, aguarda-se a decisão do mérito. Enquanto ela não vier, aqueles que, sem diploma, conseguiram o registro de jornalista poderão continuar a exercer a atividade. Não haverá, assim, que celebrar a decisão da mais alta corte nacional de Justiça como um golpe mortal no diploma de jornalista. Tratou-se apenas de medida cautelar. Não deixa de ser irônico verificar como certos meios festejaram a sentença preliminar. Pelo motivo já exposto: impedir que os jornalistas atuem como categoria organizada. Reivindiquem. Rejeitem a transformação da notícia num agente a serviço de interesses não jornalísticos.
A obrigatoriedade do diploma exprimiu um avanço sensível na nossa profissão. E olhem que quem assina essa defesa emocionada não tem diploma da jornalista, apenas registro, depois de 48 anos ininterruptos do exercício do jornalismo, 25 como professor titular de Ética e de História da Imprensa...
Fica para outro dia argumentação paralela sobre outro tema que nos assola, como jornalistas. No caso, as sucessivas tentativas de governos variados para enquadrar a profissão nos limites de um pensamento político único, quem sabe até de um partido único. Ainda recentemente, tentaram criar o tal Conselho Nacional de Jornalismo, que permitiria a seus dirigentes, nomeados pelo governo, suspender do exercício da profissão os companheiros que não pensassem e escrevessem conforme suas concepções. Uma agressão à Constituição, proposta felizmente escoada pelo ralo, no Congresso. Mas é bom ficar alerta, porque sofremos ataques dos dois extremos. Sinal de estarmos na posição correta.
Escrito por Ernâni Motta às 18h22
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UMA BOA SEMANA!
Segunda-feira, como é o dia de folga da minha esposamante, abandono um pouco o blog para aproveitarmos, como der, o dia. E temos sempre uma ou outra pendência a resolver. Como nunca aprendi a me virar sozinho, dependo sempre dela para muitas coisas.
Mas, nesta segunda, estou por aqui, porque na sexta-feira, o meu bendito PC achou de pedir uma folga, o que me impediu da nossa conversa de final de semana. Não sei qual foi o meu estado de espírito por isso... Fiquei sem saber o que foi maior, se a minha tristeza ou ter ficado p... da vida. Mas, semana nova, vamu que vamu...
Preparei minha croniqueta, escolhi a música para nos deliciarmos, além dos demais posts e teve de ficar tudo guardado, por culpa da preguiça do PC. Tudo bem, tem nada, não. Sexta-feira que vem, se Deus quiser, eu coloco uma música nova para escutarmos no final de semana. Só não coloco a que escolhi para o que passou, porque sou botafoguense e, como todo bom botafoguense, sou supersticioso, portanto, aquela música nunca mais.
Bom, mas que todos nós tenhamos uma semana produtiva, próspera, com boas novidades e esbanjando saúde.
Escrito por Ernâni Motta às 12h30
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FERIADO PELA CONSCIÊNCIA NEGRA
Hoje, aqui na Cidade Maravilhosa, é feriado, Dia Nacional da Consciência Negra. A data foi escolhida em homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.
O Quilombo dos Palmares foi fundado em 1597, agregando uns 40 escravos foragidos de um engenho pernambucano. A organização de seus fundadores fez com em pouco tempo o quilombo se tornasse uma verdadeira cidade. Os negros, que conseguiam fugir do trabalho escravo e dos ferros, buscavam esconderijo e proteção no quilombo.
Contudo, em 20 de novembro de 1695 Zumbi foi traído por um de seus principais comandantes, Antônio Soares, que trocou sua liberdade pela revelação do esconderijo. Zumbi foi então torturado e capturado. Jorge Velho matou o rei Zumbi e o decapitou, levando sua cabeça até a praça do Carmo, na cidade de Recife, onde ficou exposta por anos seguidos até sua completa decomposição.
Escrito por Ernâni Motta às 12h30
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TOMARA QUE SEJA PRA VALER!
Parece que em 2007, vivermos novos tempos, verdadeiramente, no campo político. Primeiro foi o governador eleito do Rio, Sergio Cabral, que se encontrou com o prefeito da capital, César Maia, para juntarem forças em nome da governabilidade. Agora, tem-se a notícia de que Lula abre o diálogo com a oposição. E o escolhido para ouvir as primeiras promessas do presidente é um dos principais articuladores da oposição.
O Brasil precisa que essas coisas aconteçam para valer. Pois, o povo precisa de mais escola, hospitais, transporte e trabalho, urgentemente.
Escrito por Ernâni Motta às 12h29
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UMA CARONA PARA NOVOS TEMPOS
Lula foi ao sepultamento do senador Ramez Tebet (PMDB-MS), no sábado, e aproveitando a oportunidade ofereceu um carona de volta ao senador Arthur Virgilio (PSDB-AM), líder no Senado de seu partido e um dos mais vorazes opositores do presidente.
Na viagem, Lula falou a Virgilio de seu projeto de unir todos os ex-presidentes num conselho para discutir a agenda política do país.
Ontem, o tucano disse, segundo a Folha de S. Paulo, que o partido aceita negociar com o governo uma agenda para o desenvolvimento do país.
Alguém mudou e muito. Quem, Lula ou Virgílio? Pois, este durante a campanha eleitoral acusara, em plenário do Senado, o PT de contratar um ex-policial para investigar seus familiares, em Manaus. Na ocasião, o então candidato ao governo do Amazonas, pelo PSDB, disse que se fossem comprovadas as suspeitas: “daria uma surra até em Lula”.
Escrito por Ernâni Motta às 12h28
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DE VOLTA AO PASSADO
O ministro Gilmar Mendes, do STF, em liminar proferida, na semana passada, autoriza o governo a deixar de exigir diploma do curso de Jornalismo para conceder registro de jornalista aos interessados em exercer a profissão.. O mérito ainda será julgado pelo plenário do Supremo.
O despacho do ministro atendeu ao Procurador Geral da República, Antonio Fernando, que entende que a exigência é desnecessária e prejudica dezenas de pessoas que exercem a função, após sentença em primeiro grau de uma juíza paulista.
Se prevalecer tal medida, estaremos dando um passo de volta ao século passado. É o que penso.
Escrito por Ernâni Motta às 12h27
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DA COLUNA FROM ONTEM EM O DIÁRIO DO AMAPÁ
Bastou um toró pouco mais forte para desnudar a vulnerabilidade da cidade no quesito alagamento. Do Centro às periferias quase tudo ficou embaixo d’água, ontem. Mas problema, é bom que se diga, afeta até mesmo cidades como Rio e São Paulo.
Meu amigo, Luiz Melo, é verdade, até grandes cidades são afetadas por esse tipo de problema, isto, contudo, não diminui a responsabilidade dos governantes amapaenses, pela tal “vulnerabilidade”.
Escrito por Ernâni Motta às 12h26
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