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MÚSICA PARA O FINAL DE SEMANA
A Música para este final de semana, em que se comemora da Independência do Brasil, tem de ser uma que represente o que há de mais intrínseco do povo brasileiro, foi o que pensei. E não foi fácil chegar a alguma conclusão. Então, achei que, com a junção do sertanejo, na mais perfeita acepção do termo, com um ícone da música urbana, conseguiria traduzi o meu desejo. Assim, a música para fim de semana é “Meu Primeiro Amor”, um dos maiores sucessos de Cascatinha & Inhana, dupla sertaneja símbolo de brasilidade, que pontuou a Música Brasileira, nos anos 50, cantada por Nara Leão, musa inspiradora da Bossa Nova. Espero que vocês gostem. Gostaria de dizer, antes, à minha amiga, Oneize Amoras, que a sugestão dela não deu colocar hoje, porém, não está esquecida, aguarde. Senhoras e senhores, “Meu Primeiro Amor”, canta Nara Leão.
MEU PRIMEIRO AMOR
NARA LEÃO
Saudade, palavra triste Quando se perde um grande amor Na estrada longa da vida Eu vou chorando a minha dor Igual uma borboleta Vagando triste por sobre a flor Seu nome sempre em meus lábios Irei chamando por onde for Você nem sequer se lembra De ouvir a voz deste sofredor Que implora por teu carinho Só um pouquinho do seu amor Meu primeiro amor tão cedo acabou Só a dor deixou neste peito meu Meu primeiro amor foi como uma flor Que desabrochou e logo morreu Nesta solidão sem ter alegria O que me alivia são meus tristes ais São prantos de dor que dos olhos caem É porque bem sei quem eu tanto amei Não verei jamais
Para cantar com a Nara, o link está ao lado
Escrito por Ernâni Motta às 15h04
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FIM DE SEMANA
O fim de semana está do jeito que o brasileiro e, particularmente, o carioca gostam. Feriado um dia maravilhoso, de muito sol e calor. Motivo, com certeza, para que o povo esqueça das agruras que os políticos lhe impõem.
E aí é para se pensar no seguinte: se o Congresso Nacional é o nosso reflexo, por nossa escolha, e nos basta um dia de sol e calor para esquecermos os desmandos, a corrupção e outros destemperos praticados por eles, acho que não temos muito o que reclamar.
Aliás, sem querer ser o baluarte da moral e dos bons costumes, fico me perguntando, quem fura o sinal, quem desrespeita as filas, quem trapaceia, enfim, quem quer só se dar bem pode reclamar dos políticos desonestos e corruptos? E o número de pessoas, que agem dessa maneira, só aumenta... Logo, o que vai chegar lá em Brasília não pode ser “flor que se cheire”, mesmo.
Seria muito bom que neste final de semana, em que se comemora a Independência do Brasil, procurássemos pensar na nossa cidadania, em toda a sua extensão, e começássemos uma nova caminhada, por uma estrada que seja pontuada pelo respeito aos nossos semelhantes e, sobretudo, a nós mesmos, pela consciência do quanto é importante a nossa participação na construção desse país, por nossas demonstrações de ética, nos atos mais insignificantes que possam parecer. Acredito que aí, sim, iríamos votar em homens e mulheres dignos das nossas escolhas e eles, por sua parte, nos representaria com muito ardor, trabalhando de verdade por melhores condições de vida para todas as classes que representam o povo brasileiro.
Sempre que converso sobre isso com alguém, ouço como resposta: mas, se eu for pensar nisso, vou parece um otário, enquanto os outros estão se dando bem por aí... É possível, que num primeiro momento sim, porém, quando passarmos a agir de modo coletivamente, seguramente, tudo muda.
Como o fim de semana é prolongado, fica aqui o meu convite à reflexão sobre tudo isso, sem esquecer, naturalmente, de que o lazer é um dos nossos direitos como cidadãos e cidadãs. Sendo assim, pelo Dia da Pátria, tim-tim!
Escrito por Ernâni Motta às 15h01
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PRÊMIO FEUC DE LITERATURA
A Rita Gemino e o Américo Mano, coordenadores do concurso, avisam que o “Prêmio FEUC de Literatura 2007” está as inscrições prorrogadas até o dia 30 próximo, em virtude da realização da XIII Bienal do Livro, que acontece de 13 a 23 deste mês, no Riocentro, no Rio de Janeiro.
O “Prêmio FEUC de Literatura 2007” objetiva incentivar a criação artística e premiar seus autores. É dividido em três categorias: Aluno da FEUC (estudante da Faculdade, da Pós-graduação e do Colégio Magali), Comunidade, para os residentes no Rio de Janeiro e não alunos da FEUC, e Outros Estados. Para informações sobre como participar, premiação e demais explicações, acesse o site da FEUC: www.feuc.br.
Escrito por Ernâni Motta às 15h00
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PARA COMENTAR
O post abaixo foi publicado originalmente no blog do meu amigo Pepê Matos – link ao lado –, no dia 28 de agosto passado, e por achá-lo de uma pertinência aguda e insofismável, resolvi reproduzi-lo aqui para em seguida tecer os meus comentários, naturalmente com a anuência do autor.
Evidentemente que eu poderia fazer os comentários que achasse conveniente no próprio blog dele, mas, certamente, lhe tomaria bastante espaço, o que poderia ser pouco prudente. Além de que gostaria de o meu amigo entendesse que a idéia de republicar o post dele aqui é uma forma de demonstrar a minha admiração pela pessoa inteligente e equilibrada que ele é.
Escrito por Ernâni Motta às 12h40
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O QUE DISSE O PEPÊ MATTOS:
Essa questão sobre quem hoje se formou em Jornalismo e está na imprensa é quem já labutava antes do diploma, não deixa de ser uma verdade – mais exatamente uma meia-verdade. Parte dos profissionais já eram figurinhas carimbadas na mídia. Afinal, para quem já trabalhava na mídia e não possuía o canudo, nada mais natural que procurassem obtê-lo nas 377 faculdades particulares daqui de Macapá. É tanta faculdade que dá e sobra pra tantos pretendentes. E quanto à qualidade do ensino? Isso é discutível, sob qualquer ponto de vista. Mas esse não é o caso de se discutir aqui. Ou é?
Há que se ressaltar que novos (e belos) rostinhos femininos (e por que não dizer, talentosos ou, no mínimo, promissores) pipocam nos telejornais locais. São tantos que fica até difícil lembrar dos nomes e onde trabalham.
No mais, redações jornalísticas tucujus são em sua grande maioria comitês políticos disfarçados. Há que se tomar cuidado onde se trabalha: caso contrário, não esqueça de pegar sua bandeira e o adesivo pro carro.
A continuação dos estudos é imprescindível nos nossos dias, sejamos assalariados, desempregados ou em vias de se ingressar no mercado de trabalho. Estudar nunca pode ser visto como atraso para ninguém. Faz bem pro ego, pra pele e oxigena o cérebro, além de outros benefícios a curto, médio e longo prazos. Afinal, nas 378 faculdades particulares – do meu último parágrafo até aqui já deve ter aparecido mais uma – existentes por cá, tem de tudo pra se manter atualizado intelectualmente. Vai ver que já deve ter algo como Curso de Graduação em Comentário em Blogs, Sites e Perfis do Orkut.
Eu, que já tive a oportunidade de participar efetivamente, como dizia o Barxellos, em duas oportunidades (Letras, em 1995, e Gestão de escolas, em 2003), sei o que estou falando, ainda que para meu emprego atual isso não tenha nenhuma utilidade.
De lá pra cá assistimos a estagnação ampla, geral e irrestrita na UNIFAp, onde não se avançou em termos de implantação de novos cursos que viessem atender à demanda dos milhares de alunos da rede pública que concluem o ensino médio. Por outro lado, e é o que se espera num ambiente propício à expansão das oportunidades de mercado, a rede privada se expandiu em pouco tempo oferecendo às classes mais abastadas inúmeras instituições de ensino superior com diversos cursos. Sem entrar no mérito da qualidade – até porque creio que, sem querer desmerecer o cabedal dos mestres, o que vale mesmo é o interesse do aluno em aprender além do conteúdo curricular – as particulares só tendem a crescer mais, uma vez que o ensino público superior não dá voto e política educacional é coisa de intelectuais do contra.
Infelizmente, no Amapá ainda se vive um ambiente em que os veículos de comunicação estão nas mãos de políticos, de onde se depreende que os conteúdos das mídias nada mais são que regurgitações das entranhas deles. E assim a população continua desinformada e acrítica...
Nesse ambiente as injunções políticas são tão latentes que até a vida dos profissionais correm perigo. Ficamos imaginando como é possível trabalhar dentro dos padrões de ética e respeito á liberdade individual se os próprios donos desses veículos, quando não são políticos, são umbilicalmente ligados a. Como fica o profissional nestes casos? E o sindicato dos jornalistas? E os outros veículos “irmãos” quando sabem da perseguição imposta a profissionais da imprensa? E a notícia? Enfim, são inquirições que levam-nos a pensar que quase tudo que sai na imprensa é tudo mascarado, feito pela metade, deturpado na essência. Que imprensa temos, então? A que merecemos?
Ao profissional da imprensa, no meu ponto de vista, cabe manter-se constantemente atualizado, seja através das inúmeras ferramentas à disposição (se não tiver, consiga) ou de cursos existentes por cá. Jornalista que não lê (não só sobre jornalismo), não assiste tv, não se interessa pela notícia é como seminarista que só entra pra seminário pensando naquilo que é motivo da dor de cabeça dos católicos.
Muitos profissionais da tv nem sequer checam antes de ir pro ar o que gravaram e se checam não corrigem, como quem diz: "Ah, deixa ir pro ar assim mesmo, o povão não vai reparar". Ah, se repara... Vejo inúmeras edições de repórteres se comportando como quem está num programa de auditório do Olimpio Guarany ou num de polícia, com o repórter tirando sarro do acusado por um crime, ou pior ainda, como se estivesse apresentando um daqueles programas às 5 da manhã em rádio AM (hein? Já existem nas FM, também?), batendo panelas, enxotando bois e cabras, botando o galo pra cantar, etc.
São poucos os que têm uma postura de um âncora dum jornal de grande repercussão. Não basta ler os manuais de etiqueta. Observar o estilo dos nomes incensados de nosso telejornalismo, também pode ser de grande ajuda. Adapte-o, absorva-o e crie (e corrija) seu estilo. Sem mistérios.
Escrito por Ernâni Motta às 12h40
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O MEU COMENTÁRIO:
Quero iniciar o meu comentário, manifestando a minha concordância com o Pepê, quando ele diz: “Afinal, para quem já trabalhava na mídia e não possuía o canudo, nada mais natural que procurassem obtê-lo nas 377 faculdades particulares daqui de Macapá”.
Ora, aprender é algo que o ser humano realizará em todo o decorrer de sua existência. O fato de alguém exercer uma profissão não lhe dá a compreensão completa do ofício, a ponto de não necessitar adquirir algum aprendizado a mais. Ainda que isso se dê em uma das “377 faculdades particulares” que o meu amigo, com sua fina ironia, diz ter em Macapá.
Ainda no mesmo parágrafo, ele lembra da qualidade do ensino das faculdades de Macapá, mas diz que não o caso de discutir agora o assunto. Que me desculpe o Pepê, mas penso diferente dele, não só é para se discutir, como é para se deixar claro que nenhuma faculdade “faz” o doutor e que o aluno aplicado e interessado robustece o seu aprendizado com o mais pífio dos ensinamentos, se é que existe algum ensinamento pífio.
Portanto, de uma intensa relação professor/aluno em que se busque a qualidade a partir do interesse de um em ensinar e do outro em aprender, aprofunda-se, não raramente, o desenvolvimento intelectual de ambos. E estou certo de que o autor do post sabe perfeitamente disso.
Assim, pode-se dizer que o aluno tem a responsabilidade de cobrar conhecimentos do professor, com o objetivo de se tornar o profissional competente, que ele, o aluno, quer ser. E ao professor vale a pena lembrar que seus conhecimentos se esvaziam com o passar do tempo, o que faz com que viva eternamente com a necessidade de se reciclar e ampliar as suas idéias.
Quanto às redações, em sua maioria, serem “comitês políticos disfarçados”, eu diria que isto não é privilégio de Macapá, infelizmente. Os interesses são proporcionais ao tamanho do “meio”. Quem não lembra de uma frase que a esquerda brasileira repetiu por muitos anos que dizia: “A Globo te faz de bobo”, para ficar somente num exemplo. Era notório, lembram?, a defesa que a TV do falecido Roberto Marinho fazia do Palácio do Planalto.
Isto, no entanto, não quer dizer que o jornalista não possa agir com isenção e imparcialidade. Pode ser difícil, mas a evolução do Homem é contínua, ainda que, por vezes, pareça lenta. Eu quero crer que as redações ainda serão sedes de credibilidade e responsabilidade, mesmo que seja uma tarefa para as futuras gerações. Porém, como as gerações se alternam cada vez mais celeremente, é de se acreditar que os “comitês políticos” mudem de endereço também em espaço de tempo não tão longo assim. E as mídias passem a exercer, de fato, o seu papel.
Alguém pode dizer que sou um sonhador, e que os profissionais que estão lá nas redações, hoje, precisam levar o sustento de suas famílias para casa todos os dias e que por isso não podem esperar por mudanças de longo prazo. Concordo plenamente também, mas alguém precisar sonhar, para que as mudanças possam se realizar. E eu me proponho a isso!
Volto a concordar com Pepê quando ele afirma que se faz necessário continuar a aprender, sem que eu queira ser tautológico. Mas, é preciso se repetir isso, até que os mais resistentes sejam convencidos e deixem de apregoar que o diploma só beneficia quem já está na mídia. Pois, não é. Certamente, muitos dos formandos, que são disponibilizados ao mercado a cada semestre, têm talento e saem das faculdades com cabedal suficiente para exercerem o Jornalismo, em sua plenitude, a despeito dos chefes de redações tacanhos e maquiavélico. Aliás, quando o articulista escreve que as 378 faculdades – ele diz que as faculdades particulares em Macapá se reproduzem a cada parágrafo que ele escreve – talvez, já estejam formando comentaristas de blogs, sites e perfis do Orkut, é para se considerar que o hipertexto ainda é recente e, portanto, com muito a ser desvendado, no que, de repente, pode-se enquadrar os graduados e/ou pós-graduados “comentaristas”. Meu camarada, nessa você passou de irônico para mordaz.
Já “a estagnação ampla, geral e irrestrita na UNIFAp” a que se refere o texto, pode-se pensar que este é outro problema que não é inerente somente ao Amapá. A Educação, malgrado os discursos do presidente Lula, é tratada neste país como coisa menor, sem que esteja me dando a exageros. Os professores são cada vez mais mal pagos, os cursos de aperfeiçoamento esfacelam-se mais e mais em meandros burocráticos, as escolas estão depredadas, pelo Brasil todo, e a evasão escolar é um mal invencível. Parece que a Educação é um problema sem solução, quando deveria ser a solução de todos os nossos problemas, perdoem-me pelo trocadilho.
Destarte, a rede privada assume irremediavelmente o papel de única formadora, quando deveria ser complementadora do papel do governo. Quero dizer categoricamente que não sou contra o ensino particular, porém, não posso me conformar que os governos relaxem em suas obrigações constitucionais de oferecer ensino público às crianças e aos jovens, notadamente, os das classes menos favorecidas. Ainda mais que, em bom número, as escolas particulares não demonstram outro interesse que não com o lucro e o governo, a cada ano que se passa, aumenta a sua sanha arrecadadora de impostos.
Para não me tornar repetitivo, fico por aqui, com um forte abraço ao meu amigo, Pepê Mattos.
Escrito por Ernâni Motta às 12h39
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RENAN: SESSÃO SECRETA DECIDE SUA CASSAÇÃO
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal aprovou, em tempo recorde, por 20 votos contra um, o relatório encaminhado pelo Conselho de Ética do Senado, com o pedido de cassação do mandato de Renan Calheiros (PMDB-AL). É a primeira vez que o Senado, em toda a história, vê o seu presidente responder a um processo de perda de mandato.
A CCJ, após aprovar o parecer do Conselho de Ética, encaminhou o pedido de cassação de Renan à mesa diretora do Senado. E a sessão que decidirá se Renan terá o seu mandato cassado ou não acontecerá já na semana que vem, e será totalmente secreta, por articulação do denunciado. É, talvez, sua última jogada para ver se consegue se salvar da degola.
É bom lembrar, entretanto, que o povo aguardará ansiosamente o resultado dessa votação.
Escrito por Ernâni Motta às 12h38
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QUE DESCANSE EM PAZ!
Morreu o tenor Luciano Pavarotti. É uma grande perda para a grande música, em todo o mundo.
Escrito por Ernâni Motta às 12h34
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RENAN: CONSELHO DE ÉTICA INDICA CASSAÇÃO
Terminou, neste instante, a reunião do Conselho de Ética do Senado, que aprovou o parecer dos senadores Marisa Serrano (PSDB-MS) e Renato Casagrande (PSB-ES), por 11 votos a quatro, com a indicação da cassação do mandato do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
O parecer dos senadores irá para a Comissão de Constituição e Justiça da Casa e em seguida a plenário.
Escrito por Ernâni Motta às 13h09
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RENAN: COMEÇA REUNIÃO DO CONSELHO DE ÉTICA
Começou a reunião do Conselho de Ética do Senado que define a vida parlamentar de Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente da Casa. A votação do relatório dos senadores Marisa Serrano (PSDB-MS) e Renato Casagrande (PSB-ES) se dará por votos abertos.
O Brasil aguarda, com ansiedade, a decisão dos senhores senadores. Se se dará pela moralização política do país ou se prevalecerá a falta de ética, num impiedoso espírito de corpo a vilipendiar a sociedade brasileira.
Escrito por Ernâni Motta às 11h44
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