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MÚSICA PARA FINAL DE SEMANA
A música para o final de semana há de nos convidar à alienação, diante da grande pizza preparada – ou seria perpetrada? – pelo Senado Federal, na quarta-feira. Se bem que pensando melhor, acho que o Senado é que tentou me alienar... Sei lá, entende? Sem saber se fui ou se quero ser alienado, fui buscar socorro para a minha loucura, com Os Mutantes. E a música para este final de semana não poderia ser outra “Balada do Louco”, cantam Os Mutantes.
BALADA DO LOUCO
OS MUTANTES
COMPOSIÇÃO: ARNALDO BAPTISTA E RITA LEE
Dizem que sou louco por pensar assim Se eu sou muito louco por eu ser feliz Mas louco é quem me diz E não é feliz, não é feliz Se eles são bonitos, sou Alain Delon Se eles são famosos, sou Napoleão Mas louco é quem me diz E não é feliz, não é feliz Eu juro que é melhor Não ser o normal Se eu posso pensar que Deus sou eu Se eles têm três carros, eu posso voar Se eles rezam muito, eu já estou no ar Mas louco é quem me diz E não é feliz, não é feliz
Sim sou muito louco, não vou me curar Já não sou o único que encontrou a paz Mais louco é quem me diz E não é feliz Eu sou feliz
Para cantar com Os Mutantes, o link está ao lado
Escrito por Ernâni Motta às 19h29
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FIM DE SEMANA
Mais uma semana que tenho uma sexta-feira ocupada, a ponto de me impedir de vir até aqui, desejar a vocês os meus bons votos de fim de semana sereno, com saúde e inteiramente entregue ao lazer.
Mas, estamos em pleno final de semana, não é verdade? Tivemos um sábado típico de verão carioca, o que é colírio para os olhos, se é que vocês me entendem. Aliás, por falar em olhos, o que tirou do ar ontem foi, exatamente, a falta de poder enxergar. Daqui a pouco, conto melhor. Então, antes que eu esqueça, tenham todos um final de semana de muita paz, de muitas alegrias e muita saúde.
Agora, voltando ao verão carioca, nós precisávamos que a Mãe Natureza não fosse madrasta, porquanto os homens que escolhemos para nos representar no Congresso Nacional, esses se divertiram como nunca a zombar da nossa boa fé, nesta semana.
O maior medo que atitudes, como a Senado Federal, na quarta-feira, me causa é o de o povo acirrar ainda mais o velho pensamento: “político é tudo sem vergonha, eu não voto em mais ninguém”. Quando o que devemos fazer é aprender a votar, com racionalidade, coerência e serenidade.
Aproveitemos, pois, o final de semana para conversar com os amigos, com os de casa, e procurar disseminar a idéia de que somos inteligentes e que precisamos de inteligentes para nos representar e nos governar. Se possível, sem esquecer o chopinho, já que o calor está escaldante.
O que, você não bebe um chopinho? Tudo bem, o que interessa é que aprimoremos a nossa consciência política e cidadã. Então, tim-tim!
Escrito por Ernâni Motta às 19h28
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CADÊ OS MEUS ÓCULOS
Pois é, ontem, experimentei a dificuldade de ficar algumas horas sem poder ver direito. É que a oftalmologista recomendou-me a troca de óculos e, em letras maiúsculas, escreveu que “as cursas bases” das minhas lentes deveriam ser obedecidas. Isto fez com que a ótica precisasse dos meus óculos para atender a recomendação da médica.
Foram umas cinco horas vendo o que se passava ao longe, porém, sem conseguir ler absolutamente nada que fosse grafado com letras menores. Só para vocês terem uma idéia, fomos almoçar, eu e minha filha, e na hora de pagar a conta, tive de impostar a senha na máquina, apostando que conhecia o teclado, porque enxergar, mesmo, que é bom...
Assim, quando a ótica me entregou de volta os meus óculos, nossa, que alívio!
Escrito por Ernâni Motta às 19h28
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VELHOS TEMPOS
Esta quinta-feira me levou de volta aos meus bons tempos de moleque, ou melhor, de mais novo, já que moleque não deixei de ser, nem estou vontade. É que no dia 13 de setembro comemora-se a criação do Território Federal do Amapá, por Decreto do presidente Getúlio Vargas, em 1943.
E uma das partes da festa era a realização de um desfile dos alunos das principais escolas do Amapá, na principal avenida da capital. Estou fora do Amapá há muitos anos, por isso, não sei se ainda há o desfile.
Mas, era uma empolgação própria de quem é jovem e acredita no seu potencial. Havia uma disputa pra lá de acalorada entre o Ginásio de Macapá e o Colégio Amapaense, o que fazia dos dois os principais protagonistas da comemoração.
Estudei no Ginásio de Macapá que era uma escola profissionalizante, com oficinas de marcenaria, mecânica, gráfica, sapataria, serralheria e outras que não me recordo ao certo. E era lá, nas oficinas, que se preparavam as alegorias, que seriam apresentadas no desfile do dia 13, naturalmente, que tudo sob o maior sigilo para que a surpresa fosse maior, não só para os nossos “adversários”, como para a platéia, que se dividia entre torcedores do GM e do CA.
Desfilar na Avenida Fab, seguindo a banda do GM que obedecia a batuta do mestre Oscar, era um orgulho incalculável e um privilégio. O sol equatorial de Macapá ficava mais radiante, quando os primeiros acordes começavam a ser tocados e o bater das botas cadenciado tinha a fibra e pujança daqueles jovens. Mas, como diz a música “o que passou é passado”. Só espero que o Ginásio de Macapá, a despeito de todo descaso que os nossos governantes têm para com a Educação, continue a formar homens de bens, dispostos a mudar para melhor, verdadeiramente, o Amapá.
Escrito por Ernâni Motta às 19h27
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UMA FRASE VELHA
A absolvição do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), na quarta-feira, foi um marco na história política deste país. A frase é velha e batida, todavia, extremamente verdadeira. Um marco vergonhoso, mas que não pode ser transformado num muro de lamentações.
As reações indignadas que vimos, desde o plenário do próprio Senado, até ao mais recôndito cantão desse país, só serão válidas se partirmos para o aperfeiçoamento de nosso espírito crítico e democrático. Senão, mais alguns dias e tudo já estará esquecido, tudo já não passará de um marco empoeirado que de nada serve ou serviu.
Os 40 senadores que votaram pela absolvição de Renan, para mim, devem ter alguma convicção do que fizeram. Logo, ainda que discorde frontalmente deles, respeito-os. Agora, os seis que se abstiveram foram omissos, fracos e covardes. Qualquer desculpa que apresentem é um vilipêndio ao eleitor, que estava certo de que novos tempos poderiam ser inaugurados pelo Senado.
A mais desdita decepção para mim foi saber que o senador Aloísio Mercadante foi um dos que se abstiveram. Ele que por tantas vezes discursou na tribuna do Senado mostrando-se comprometido com a Ética, indignado com as leviandades de um ou outro político, notadamente, da base governista, a quem ele se opunha. Sinceramente, a cada dia que passa, mais me convenço de que o Partido dos Trabalhadores é um “amontoado”, que não sabe o que é respeito e seriedade.
E dizer que houve “traições” de gente da oposição é querer culpar o vizinho por nossos erros. O senhor Renan Calheiros, acobertado pela condição de presidente do Senado ameaçou funcionários e seus pares, achincalhou a imprensa e mostrou que, com a ajuda do Palácio do Planalto, faz o que quer, a hora que quiser e ninguém tem nada a ver com isso.
Escrito por Ernâni Motta às 19h24
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MAIS UM DISCURSO TÉCNICO
Na véspera do dia das eleições, no ano passado, recebi uma mensagem, através do meu celular, que acusava a candidata do PC do B, Jandira Feghali, de apoiar o aborto e outras sandices mais. Como a senhora Jandira aparecia, em todas as pesquisas, liderando a disputa para o Senado, o bom senso recomendava que se acreditasse que a mensagem estaria vindo de um dos outros candidatos. Resumo da ópera, Jandira perdeu a eleição para o candidato do PP, Francisco Dornelles. Até hoje, ninguém investigou o caso, mesmo depois de a chamada grande mídia ter denunciado o fato.
E o que vimos, na quarta-feira? O senhor Francisco Dornelles fazer um discurso em defesa de Renan, com uma patética desculpa de que via a acusação do ponto de vista técnico e não político. E, por isso, votava pela absolvição de seu presidente, pois, a acusação que lhe era imputada somente a Receita Federal poderia de fazer.
Na mesma esteira, foram o senhor Paulo Duque, que assumiu o Senado com a eleição de Sergio Cabral para o governo do Rio de Janeiro, e Marcelo Crivella.
Estamos muito bem servidos de senadores no Rio de Janeiro...
Escrito por Ernâni Motta às 19h22
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BOM APRENDIZ PÕE LIÇÃO EM PRÁTICA
Na noite que antecedia o dia da votação da Emenda Constitucional que permitia a reeleição do Presidente da República, houve, segundo os jornais denunciaram na época, uma verdadeira procissão saindo do Congresso Nacional rumo ao Palácio do Planalto e no dia seguinte a Emenda foi aprovada com folga. O PT rangeu dentes e excomungou FHC e toda a sua base aliada. Mas, tomou a lição e guardou para uma hora certa.
E nessa semana, o ministro chefe da Casa Civil, Walfrido dos Mares Guia, de cartilha na mão, pôs em prática a lição que o PT havia guardado. E assim Renan foi absolvido.
Escrito por Ernâni Motta às 19h22
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O PRESIDENTE DO SENADO DISSE QUE NÃO ESTÁ CANSADO, LOGO, NÃO HÁ PORQUE ELE PEDIR LICENÇA
Gostaria de lembrar que Lula afirmou, no início de seu primeiro mandato, que tinha experiência dos seus tempos de sindicalista, que era aberto ao diálogo e que, portanto, iria conversar com todo mundo, etc, etc...
Muito bem, agora, ele preocupado com a aprovação da emenda que prorroga a cobrança da CPMF, o imposto do cheque, no Senado Federal, já que a oposição ameaça não votar, sugere que Renan se licencie, como uma forma de acomodar as coisas.
Pois, eu concordo com o presidente do Senado, ele não tem que se afastar nem de licença, nem de férias, nem de coisa nenhuma, afinal, ele foi absolvido pela maioria de seus pares. Ele tem mais é que ficar lá no lugar dele, conquistado, inclusive, com a ajuda de Lula.
O presidente que use os seus argumentos e sua experiência de sindicalista, aberto ao diálogo para convencer a oposição de que o País não pode dispensar o tal imposto. Ou, então, que a sua base aliada garanta a aprovação da emenda.
Ah! Parece que o presidente já não está tão aberto ao diálogo, tanto que ontem ele não quis responder à repórter do Estadão que, em Copenhague, lhe fez uma pergunta sobre o caso Renan.
Escrito por Ernâni Motta às 19h21
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BOA MÚSICA
Enquanto escrevia os posts, ouvia Dilermando Reis e Waldir Azevedo.
Escrito por Ernâni Motta às 19h19
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RENAN ESCAPA DA CASSAÇÃO
O Senado Federal termina de divulgar que o plenário absolveu, por 40 votos a 35, o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), da acusação de quebra de decoro parlamentar.
É uma afronta ao sacrificado povo desse país. A sessão secreta para decidir pela cassação de Renan Calheiros foi um final anunciado de uma história vergonhosa, abusiva e desrespeitosa. Na manhã de hoje, segundo a Globo News, o clima era de pró-cassação, o que terminou por não acontecer e o que fez com que o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) declarasse que houve “traições”.
É bom que se diga, contudo, que “traição” maior foi para com o povo brasileiro. E mais uma vez o Partido dos Trabalhadores, que segundo afirmou a cientista política Lucia Hipólito, na semana passada, seria o fiel da balança, vira as costas para aqueles que o levaram ao planalto central.
Escrito por Ernâni Motta às 16h51
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BB x PT
Câmara Federal cogita transferir contas de funcionários para banco privado
Segundo discurso proclamado pelo deputado André Vargas (PT-PR), a direção da Câmara dos Deputados estaria pensando em transferir as contas-salário dos funcionários da casa para um banco privado. Atualmente, os servidores da Câmara recebem pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. O deputado lembrou que bancos privados não têm nenhum compromisso com questões sociais como Bolsa Família e o Orçamento Geral da União, e que ainda praticam “concorrência predatória”. Além disso, o discurso citou também a importância do BB e da CEF para o desenvolvimento na política agrária e habitacional do país. O deputado alegou ainda que vantagens para o erário da casa não justificariam tamanha desvalorização dos bancos públicos.
Fonte: Agência ANABB com informações da Contraf/CUT
Meu comentário: E pensar que vi e ouvi muitos sindicalistas invadirem a agência, onde eu trabalhava, para gritar palavras de ordem contra o governo, sobretudo, o de FHC, a quem acusavam de querer privatizar o Banco. O presidente da Câmara dos Deputados, é bom que se alerte, é deputado pelo Partido dos Trabalhadores, originado nas centrais sindicais.
Escrito por Ernâni Motta às 16h21
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VERGONHA NACIONAL
O Senado Federal tem vivido, nos últimos 100 dias, o mais vergonhoso período de sua História, ainda que tenha servido de palco para o destempero de um de seus membros, em 5 de dezembro de 1963, quando Arnon Afonso de Farias Mello, senador alagoano, matou o seu colega José Kalaira.
Denunciado por uma revista de circulação nacional, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), do mesmo estado de Arnon Afonso de Mello, enfrentou a investigação realizada pelo Conselho de Ética da Casa, sem se afastar do cargo de presidente, alegando inocência. A revista denunciou Renan de ter se valido de recursos de um lobista, que presta serviços a uma empreiteira, para pagar a pensão da filha que ele teve com a jornalista Mônica Veloso e o aluguel do imóvel, onde as duas moravam.
E o circo dos horrores, em que foi transformado o Senado, presenciou hoje o mais deprimente dos espetáculos, com parlamentares se engalfinhando com seguranças do Congresso. É, sem dúvida nenhuma, o mais franco desrespeito à sociedade brasileira, que a cada ano, contribui com um pouco mais de três meses de seu salário para sustentar aqueles que devem legislar sobre o seu destino.
Tivesse o senhor Renan, nalgum arroubo de maturidade política, se afastado do cargo, seguramente, acontecimentos vergonhosos como esses teriam sido evitados. Acontece que político brasileiro acha-se o “dono do cargo”, quando, na verdade, foi-lhe apenas outorgado pelo povo, seu verdadeiro detentor.
É de se esperar primeiro que o Senado casse o mandato de Renan, numa demonstração de isenção, serenidade e grandeza política, e que o povo brasileiro não reconduza, nas próximas eleições, ao Congresso Nacional, nomes que não detenham senso de equidade, equilíbrio e conhecimento do verdadeiro papel de um parlamentar.
Escrito por Ernâni Motta às 16h04
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O DITO
O post abaixo foi publicado no blog "Repiquete no Meio do Mundo", da jornalista Alcilene Cavalcante, link ao lado, em 04/09/2007.
Papaléo votará com a bancada de senadores do PSDB
A respeito da nota aí embaixo, a assessoria do senador Papaléo Paes, liga pra informar que o senador votará com a bancada do PSDB, ou seja, pela cassação de Renan Calheiros.
Escrito por Ernâni Motta às 21h31
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PELO NÃO DITO
Agora, leiam o post abaixo, transcrito do blog do jornalista da Folha de S. Paulo, Josias de Souza, link ao lado, postado às 19h00, de hoje.
(O grifo é meu)
José Cruz/ABr
O líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), reúne toda sua bancada, nesta terça-feira (11), para recomendar que todos os senadores do partido votem a favor da cassação do mandato de Renan Calheiros. "Não tenho certeza sobre o resultado da sessão secreta, mas não vejo como Renan pode permanecer na presidência do Senado em virtude do processo e do desgaste a que ele se submeteu", disse Virgílio.
O tucanato já esboça também a posição que irá adotar em relação à sucessão interna do Senado. Vai se opor à eleição de José Sarney (PMDB-AP), nome preferido de Lula para substituir Renan no comando do Senado. "O PSDB não sabe o que quer, mas tem obrigação de saber o que não quer. Não dá para elegermos a omissão. Sarney foi o único brasileiro que não se manifestou sobre o caso Renan”, disse o líder do PSDB.
Embora não enxergue chances de vitória numa eventual candidatura oposicionista à presidência do Senado, o PSDB não exclui a hipótese de apoiar um nome alternativa, ainda que apenas para marcar posição. "Se percebermos que a velha oligarquia voltará à tona, poderemos lançar uma candidatura de protesto", reconheceu Virgílio. Conforme noticiado aqui no blog, o nome alternativo é o de Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE).
A despeito da recomendação de voto da direção tucana, Renan Calheiros espera obter pelo menos três votos na bancada do PSDB, de 13 senadores. São eles: Papaleo Paes (AP), Flexa Ribeiro (PA) e João Tenório (AL). Nesta segunda-feira (10), em pronunciamento no plenário, um dos “traidores” deu indicações de que deve mesmo votar pela absolvição.
“Não estamos julgando partidariamente”, disse Papaleo Paes. “Estamos julgando um cidadão que foi acusado de algo ilícito. Temos que dar o voto da nossa consciência. O que temos de analisar é se era o lobista que dava o dinheiro [para pagamento da pensão alimentícia da filha de Renan] ou se o presidente, por meio de seu amigo, provia o dinheiro”.
Papaleo recomendou cautela aos colegas: “De repente, podemos estar cometendo a maior injustiça, só por ouvir uma noticia aqui e ali. Uma suposição da imprensa vira uma condenação. Agora vem outra denuncia: supõe-se que tiraram dinheiro do Ministério da Previdência.”
O senador parece dar de ombros para o fato de que a peça que recomenda o expurgo de Renan não é uma notícia de jornal. O julgamento se dará com como base no relatório do Conselho de Ética. Contém achados de uma perícia da Polícia Federal. E traz a assinatura de uma colega de partido de Papaleo, a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS).
Escrito por Ernâni Motta às 21h30
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