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MÚSICA PARA O FINAL DE SEMANA
A música para este final de semana atende a uma sugestão da minha amiga Oneize para saudar a chegada da Primavera. E escrevi Primavera com inicial maiúscula porque, como todo o mundo, acho que é uma estação para ser vivida e apreciada. O detalhe da gravação é que ela é do Leonardo, que, em princípio, se trata de um cantor de músicas sertanejas e, por isso, é visto com algum preconceito, mas, eu espero que todos gostem da interpretação dele para “Sol da Primavera”, de Beto Guedes e Ronaldo Bastos. Portanto, senhoras e senhores, Leonardo canta “Sol da Primavera”.
SOL DA PRIMAVERA
LEONARDO
COMPOSIÇÃO BETO GUEDES & RONALDO BASTOS
Quando entrar setembro E a boa nova andar nos campos Quero ver brotar o perdão Onde a gente plantou Juntos outra vez
Já sonhamos juntos Semeando as canções no vento Quero ver crescer nossa voz No que falta sonhar
Já choramos muito Muitos se perderam no caminho Mesmo assim não custa inventar Uma nova canção Que venha nos trazer
Sol de primavera Abre as janelas do meu peito A lição sabemos de cór Só nos resta aprender
Aprender
Para cantar com o Leonardo, o link está ao lado
Escrito por Ernâni Motta às 20h25
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FIM DE SEMANA
Então, o fim de semana não poderia ser melhor, com o início da Primavera. O por do sol hoje foi simplesmente o “bicho”. Quem teve a oportunidade de acompanhar, com certeza, maravilhou-se com o espetáculo.
Nestas horas, sinceramente, esqueço das trapalhadas dos homens de Brasília. Aliás, até torço para que um ou outro tenha a chance de apreciar esses shows que a natureza nos concede. Quem sabe, com isso, eles se comovam e se tornem mais humanos? Já seria um bom começo, vocês não concordam?
Os meteorologistas disseram que teremos um fim de semana de sol e calor. Então, quem gosta de praia que aproveite! Eu prefiro ficar de papo com os amigos, molhando a garganta com um chopinho gelado. Tanto que amanhã, à tarde, vou lá no MOC – Movimento Cultural da Zona Oeste –, aqui, em Campo Grande-RJ, para ouvir música, poesia, assistir a um bom filme, jogar conversa fora e beber uma gelada. Detalhe: na volta não virei dirigindo!
E você já tem programa para este início de Primavera? Espero que seja o melhor possível, aquele tão esperado, nos últimos tempos, ok?
Sendo assim, tim-tim!
Escrito por Ernâni Motta às 20h24
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SEM CPMF ELES NÃO VIVEM
Lula, o pai dos pobres, disse quarta-feira que é impossível governar sem a CPMF, o famigerado imposto do cheque. A Federação das Indústrias de São Paulo, liderando entidades empresariais do país, disse que é, sim, possível.
O chefe de relações institucionais e governamentais da Fiesp, Sérgio Barbour, declarou: “O presidente teve quatro anos para fazer a reforma tributária e já sabia que o prazo da CPMF se expiraria em dezembro próximo. Então, não há argumento para recriar um imposto neste momento”.
Se dá para governar ou não sem a CPMF, eu não sei. Agora, o que está mais uma vez sendo usado como moeda de troca são as diretorias das estatais, Banco do Brasil inclusive.
O governo não consegue administrar sem a CPMF e os aliados de Lula não conseguem viver longe das estatais. Que vergonha!
Escrito por Ernâni Motta às 20h23
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COELHO, O BOTINUDO
A violência no futebol brasileiro tem sido motivo de protesto dos principais e mais sérios cronistas esportivos e de todos os que um dia viram o esporte ser praticado com elegância e categoria.
Mas, a cada dia que se passa, vemos que a truculência toma conta dos nossos estádios, com o beneplácito de dirigentes, técnicos e árbitros. No domingo, no jogo entre Atlético Mineiro e Cruzeiro, que já foi considerado um dos clássicos brasileiros, o jogador Coelho do Galo agrediu o seu colega de profissão, Kerlon, por ter este aplicado o chamado drible da foca.
Durante a semana, o caso foi comentado e condenado aos borbotões, a exceção do próprio Coelho, que disse que fez uma falta dura, mas não agressão, e de um jogadorzinho do Fluminense, do Rio.
Se futebol fosse mesmo “coisa de homem”, como alguns gostam de dizer, o Coelho teria saído algemado do estádio.
Escrito por Ernâni Motta às 20h22
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O QUE OUVI
Enquanto escrevia os posts, ouvia Carly Simon e Grover Washington Jr.
Escrito por Ernâni Motta às 20h21
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DIA DO TEATRO
Fui lembrado pela minha amiga, Kiara Guedes, do “Neste Instante” – link ao lado – de que hoje é o Dia do Teatro.
Admito que meus conhecimentos sobre esta arte milenar é algo inferior a zero. Tanto que já ri ao assistir um drama e quase chorei, numa comédia. Mas, ao artista, esta figura ímpar tantas vezes esquecida e desconsiderada, aqui fica a minha humilde homenagem.
Agora, se não detenho conhecimentos técnicos sobre o teatro, não posso deixar de reconhecer a importância para o desenvolvimento do ser humano, o aperfeiçoamento de seu espírito crítico e a consolidação da Democracia.
Os grandes autores só se tornaram grandes porque tiveram a oportunidade de difundir suas peças, mesmo nos países totalitários. Tanto que não foi diferente no Brasil, quando vivemos os tristes anos das ditaduras, quer seja a de Vargas, quer ser seja a militar.
Teatro não rima, sob hipótese nenhuma, com censura, por seu espírito irreverente, irônico e livre. E o artista que consegue interpretar esse milagre pode-se considerar um deus no palco e quantos deuses existem mundo afora?
Para a Kiara, um MERDA bem gritado! E a partir dela por extensão a todos os artistas brasileiros.
Escrito por Ernâni Motta às 20h19
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NOTA DESAGRADÁVEL
Li, hoje, no “Fina Sintonia”, o blog do meu irmão João Lázaro, o Janjão, - link ao lado – que faleceu ontem, aqui, no Rio de Janeiro José Assunção.
Assunção foi meu contemporâneo de Ginásio de Macapá, onde foi discípulo de Mestre Oscar, tocando trompete na Banda do GM. Foi também um dos fundadores de “Os Cometas”, banda que, afirmo sem medo de errar, não deveu nada a qualquer grande nome da música brasileira.
Para ler mais sobe a vida e a obra de José Marinho Assunção, vá ao “Fina Sintonia”, que o Lázaro fez um post maravilhoso, digno do artista e ser humano especial que ele foi.
À família do Assunção, os votos de pesar do blog.
Escrito por Ernâni Motta às 20h19
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MADALENA ARREPENDIDA, ATÉ PARECE...
O senador Aloísio Mercadante (PT-SP) ocupou a tribuna do Senado, ontem, para defender o afastamento de Renan Calheiros, até o fim dos processos que tramitam contra ele.
Disse Mercadante: “O melhor para o senador Renan é que ele se licencie da presidência do Senado até a conclusão dos processos. Já disse isso reservadamente a ele e hoje me associo aos que pensam dessa forma. Acho que o Senado precisa desse gesto”.
Gostaria, entretanto, de lembrar ao senador Mercadante de que o gesto que o povo esperava do Senado e, notadamente, dele e de seus pares do PT, foi omitido por eles, quando se abstiveram na votação de cassação do mandato de Renan.
Esperei até o último momento que o Senado tivesse a grandeza patriótica de ceifar da política brasileira a figura de seu presidente e confesso que tive um misto de surpresa e tristeza, quando vi o resultado da votação. Porém, como o PT preferiu deixar Renan na presidência do Senado e, mais que isso, mantê-lo como Senador da República, concordo como o presidente do Senado de que não deve, mesmo, se afastar. Até porque acredito que ele não esteja, de fato, cansado.
Portanto, senhor Aloísio Mercadante convença seus parceiros de partido e aliados políticos que cassem o mandato de Renan, nas próximas votações dos processos que ainda restam contra ele.
Esse negócio de ir fazer discursinho agora não cola.
Escrito por Ernâni Motta às 20h16
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DA SEÇÃO "CARTAS DOS LEITORES" DE O GLOBO, ONTEM:
Não adianta extraditar o ex-banqueiro Cacciola se, quando chegar ao: Brasil, o ministro Marco Aurélio de Mello lhe conceder hábeas corpus. É dinheiro jogado fora.
Djalma Abdalla
Escrito por Ernâni Motta às 20h12
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DA SEÇÃO "PAINEL DO LEITOR" DA FOLHA DE S PAULO, 2ª FEIRA:
“Eleito com margem apertadíssima pelo Estado do Amapá, e não por seu Maranhão natal, que o projetou no cenário político, mas no qual não goza mais de prestígio de outrora que possa levá-lo a se eleger para o Senado, o sr. José Sarney, um dia após a tragédia encenada no Senado Federal e que teve participação decisiva sua, escreveu artigo publicado nesta Folha sobre o ocorrido em 11 de setembro de 2001 nos EUA, demonstrando total desprezo pelo sentimento de repugnância e reprovação do povo brasileiro pela falta de vergonha orquestrada por ele e seus compadres de poder no dia anterior. Não entendo como esse senhor ainda desfruta de tanto poder político para manobrar e aliciar tantos parlamentares, uma vez que muito pouco contribuiu para o desenvolvimento da nossa nação, apesar de tantas oportunidades de que dispôs até o momento. Filho da ditadura, deve ter sido dessa fonte que ele se fartou para arquitetar tamanha covardia contra o nosso povo”. Renato G de Bessa Couto (Belo Horizonte - MG
Escrito por Ernâni Motta às 20h10
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