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MÚSICA PARA O FINAL DE SEMANA
A música para este final de semana de muita chuva é um Choro. Um Choro, como gostam, que assim se diga, os seus fãs mais ardorosos, e não um “chorinho”. Uma pérola criada pelo inesquecível Waldir Azevedo e cantada pelo coral “Flor Amorosa”, que conheci hoje, mas, que já tem todo o meu respeito e que, seguramente, conquistará o de todos os visitantes deste humilde blog. O “Flor Amorosa”, que é nome de um dos mais belos Choros, é composto por quatro lindas vozes femininas que cantam com uma harmonia maravilhosa. Então, senhoras e senhores deliciem-se, com as vozes do “Flor Amorosa” cantando de Waldir Azevedo: “Pedacinhos do Céu”.
Pedacinhos do Céu
Flor Amorosa
Composição: Waldir Azevedo
Sei que me amas com grande fervor, Há em teus lábios mil frases de amor. Entretanto, eu preciso ouvir a voz da razão Para saber se direi sim ou não.
És para mim um formoso troféu, Vejo em ti pedacinhos do céu. Porém preciso refletir mais um pouquinho Para não desiludir ao meu doído coração, Que ainda sente a emoção De uma ingratidão.
Afinal, com amor, com fervor e muito apreço, Agradeço A beleza, a nobreza e a grandeza do troféu. Julgo-me feliz, pois sempre quis E tudo fiz, para exaltar um grandioso amor E incluir neste chorinho, Entre beijos e carinhos, Pedacinhos lá do céu.
Escrito por Ernâni Motta às 20h08
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FIM DE SEMANA
Há horas em que uma vitória acontece em meio a tantas incertezas, que ficamos meio aturdidos, sem saber o que fazer. E parece que foi isso que aconteceu com a oposição, leia-se DEM e PSDB, com a derrubada da prorrogação da cobrança da CPMF, na madrugada desta quinta-feira.
Talvez, isto tenha sido o ápice dos acontecimentos políticos desta semana. Mas, ao que parece, não só a oposição ficou meio tonta, como o próprio governo, que, do alto de sua prepotência, não acreditava que um dia pudesse ver o Senado rejeitar uma de suas propostas.
Na verdade, acho que o Brasil todo ficou meio perplexo, com tal acontecimento, pelas razões acima e pela descrença que tem nos políticos. Se bem que os sítios de noticias já publicam informações de que governo e oposição estariam pensando em recriar a CPMF. Fruto, provavelmente, das incertezas que tomou conta de todos.
Mas, eis que o final de semana é chegado, então, que todos esfriem a cabeça e reflitam sobre o que verdadeiramente é melhor para o povo brasileiro.
Como chove muito, nesta Cidade Maravilhosa, vou ficar em casa, assistindo a um bom filme, no Canal Brasil, enquanto posso usufruir a tecnologia da TV por assinatura, porquanto as operadoras já anunciam que aumentaram os preços das mensalidades para transmitirem os seus sinais em alta definição.
E você tem algum programa especial para o fim de semana? Então, aproveite como puder. Se não, crie um, aquele que mais lhe encha o peito de boas emoções.
E tim-tim!
Escrito por Ernâni Motta às 20h07
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UM "MEA-CULPA" MÚTUO
Foi, no mínimo, risível ver o PSDB e o DEM, na noite de quarta-feira que invadiu a madrugada de quinta-feira, defenderem a rejeição da PEC (Projeto de Emenda Constitucional) que prorrogava a CPMF, uma das invenções do governo FHC, que eles apoiavam.
Os discursos dos senadores dos dois partidos eram alternados com os dos do PT, que foi um crítico contundente à criação do famigerado “imposto do cheque”. Os dois lados faziam um “mea culpa”, lembrando o tempo passado.
De qualquer maneira, acho que o PT mostrou-se mais patético diante do fato, e o máximo da coisa foi o presidente declarar que é uma “metamorfose ambulante”.
Por isso, se houve um perdedor nessa disputa, acredito que foi o próprio presidente da República, que, em seu tom autoritário, jamais imaginou que seria derrotado no Senado. Porquanto, usou das mesmas “armas” que tanto condenou em governos anteriores, ou seja, concedeu benesses, com cargos públicos, aos sedentos senadores, no intuito de vê-los mudando de posição.
E, por isso, também, não acredito que tenha havido algum ganhador. Pois, como se sabe, o governo, em sua sanha arrecadatória, já acena com aumento de outros impostos e congelamento de salários dos funcionários públicos.
Escrito por Ernâni Motta às 20h05
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CONSCIÊNCIA, O QUE É CONSCIÊNCIA?
Muitos foram os ensinamentos que a acalorada discussão, sobre a prorrogação ou não da cobrança da CPMF, deixou.
Uma delas seria o povo pensar e repensar o que um político quer dizer, de fato, quando fala em “consciência” ou “voto consciente”.
Até há poucos dias, o senador Magno Malta (PR-ES) declarava-se contrário à prorrogação da CPMF, particularmente, porque o governo não o atendeu na promessa de conceder cargos a seus aliados, nos portos do seu Estado. Bastou uma conversa, com o Ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro Filho, em que lhe foi garantido os cargos reclamados para que o senador mudasse de posição.
E aí, em seu discurso, em defesa da prorrogação do tributo, na quarta-feira, à noite, Magno Malta disse que votava pela manutenção da CPMF, porque tinha a consciência de que os recursos arrecadados seriam destinados para o atendimento à população menos assistida.
Se, de fato, é assim que a “consciência” do senador entende, porque ele antes se mostrava contrário à sua cobrança?
Consciência, no dicionário político, fiquei com a impressão, tem outra definição.
Escrito por Ernâni Motta às 20h00
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ONDE ESTÁ A VERDADE?
Ainda quanto à prorrogação da cobrança do “imposto do cheque”, o governo repetiu à exaustão que se a proposta para continuar a cobrança da CPMF, até 2011, não fosse aprovada, os programas de assistência social seriam extintos, pois não há outra fonte de recursos, que os sustentem.
No entanto, quando os relógios já mostravam a chegada da quinta-feira, o presidente fez chegar ao plenário do Senado, através de seu líder, na Casa, senador Romero Jucá (PMDB-RR), uma carta, assinada por ele, em que se comprometia a utilizar todo o valor arrecadado na Saúde e que a cobrança seria extinta em 2009.
Sendo assim, o presidente mentiu nalgum momento. Ou quando afirmou que não tinha outra fonte que atendesse aos programas sociais, ou quando, no desespero de última hora, enviou a carta ao Senado. Ou será que ele agora vai acabar com o “bolsa família”?
Escrito por Ernâni Motta às 20h00
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DO EX BLOG DO CESAR MAIA, HOJE:
A MALDIÇÃO! Na época da publicação do decreto federal de 10 de março de 2005, de numero 5392, um "exotérico" (sic) afirmou e garantiu, que todas as pessoas que participaram da reunião que deu origem ao decreto, seriam amaldiçoadas pelos espíritos da justiça. Eram Lula, Zé Dirceu, Palocci e Humberto Costa. Zé Dirceu foi cassado. Palocci demitido do ministério da fazenda. Humbertinho viu cair em sua cabeça vampiros e sanguessugas e hoje está no ostracismo. E agora Lula desmonta com a CPMF. A maldição prevista pelo "exotérico" (sic), se confirmou. Yo no creo en brujas... pero que las hay, las hay!
Escrito por Ernâni Motta às 19h58
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PARA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DE POESIA
LIBERDADE
(Alcinéa Cavalcante)
Estou liberta.
Nada acorrenta meus pulsos.
Nada me amordaça.
Nada me tira o direito
de ir e vir.
De longe vem uma música
que susteniza o amor
e bemoliza tristezas.
E um sol bochechudo me chama
para a vida.
Escrito por Ernâni Motta às 19h58
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DA SEÇÃO TENDÊNCIAS DEBATES DA FOLHA DE S. PAULO HOJE:
Jejuo também por democracia real
ACUSAM-ME de inimigo da democracia por estar em jejum e oração combatendo um projeto do governo federal autoritário, falacioso e retrógrado, que é o da transposição de águas do rio São Francisco.
Meu gesto não é imposição voluntarista de um indivíduo. Fosse isso, não teria os apoios numerosos, diversificados e crescentes que tem tido de representantes de amplos setores da sociedade, inclusive do próprio PT.
Vivêssemos uma democracia republicana, real e substantiva, não teria que fazer o que estou fazendo. Um dos mais graves males da "democracia" no Brasil é achar que o mandato dado pelas urnas confere um poder ilimitado, aval para um total descompromisso com o discurso de campanha, senha para o vale-tudo, para mais poder e muito mais riquezas. Tráficos de influências, desvios do erário, porcentagens em obras públicas e mensalões são práticas tradicionais na política brasileira, infelizmente, pelo visto, ainda longe de acabar. A sociedade está enojada e precisa se levantar.
Há políticos -e, infelizmente, não são poucos - que, por onde passaram na vida pública, deixaram um rastro de desmandos, corrupção, enriquecimento ilícito etc. Como ainda funcionam o clientelismo eleitoral, a mitificação de personagens, as falsas promessas de campanha, o "toma-lá-dá-cá" e mais deseducação que educação política do povo, esses políticos conseguem se reeleger e galgar posições de alto poder em governos, quaisquer que sejam as siglas e as alianças.
Na campanha do candidato Lula, o tema crucial da transposição era evitado o máximo possível. Mas as campanhas eleitorais, à base do marketing e das verbas de "caixa dois" das empresas, são tidas e havidas como grandes manifestações do vigor de nossa democracia, que, com urnas eletrônicas, dá exemplo até aos EUA...
O projeto de transposição não é democrático, porque não democratiza o acesso à água para as pessoas que passam sede na região semi-árida, distante ou perto do rio São Francisco. O governo mente quando diz que vai levar água para 12 milhões de sedentos. É um projeto que pretende usar dinheiro público para favorecer empreiteiras, privatizar e concentrar nas mãos dos poucos de sempre as águas do Nordeste, dos grandes açudes, somadas às do rio São Francisco.
A transposição não tem nada a ver com a seca. Tanto que os canais do eixo norte, por onde correriam 71% dos volumes transpostos, passariam longe dos sertões menos chuvosos e das áreas de mais elevado risco hídrico. E 87% dessas águas seriam para atividades econômicas altamente consumidoras de água, como a fruticultura irrigada, a criação de camarão e a siderurgia, voltadas para a exportação e com seriíssimos impactos ambientais e sociais. Esses números são dos EIAs-Rima (Estudos de Impacto Ambiental/Relatório de Impacto sobre o Meio Ambiente), públicos por lei, já que, na internet, o governo só colocou peças publicitárias. O projeto de transposição é ilegal e vem sendo conduzido de forma arbitrária e autoritária: os estudos de impacto são incompletos, o processo de licenciamento ambiental foi viciado, áreas indígenas são afetadas e o Congresso Nacional não foi consultado como prevê a Constituição. Há 14 ações que comprovam ilegalidades e irregularidades ainda não julgadas pelo Supremo Tribunal Federal. Mas o governo colocou o Exército para as obras iniciais, abusando do papel das Forças Armadas, militarizando a região. A decisão do TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região, de Brasília, em 10/12 deste ano, obrigando a suspensão das obras, é mais uma evidência disso.
O mais revoltante, porque chega a ser cruel, é que o governo insiste em chantagear a opinião pública, em especial a dos Estados pretensos beneficiários, com promessas de água farta e fácil, escondendo quem são os verdadeiros destinatários, os detalhes do funcionamento, os custos e os mecanismos de cobrança pelos quais os pequenos usos subsidiariam os grandes, como já acontece com a energia elétrica. Os destinos da transposição os EIAs/Rima esclarecem: 70% para irrigação, 26% para uso industrial, 4% para população difusa.
Temos um projeto muito maior. Queremos água para 44 milhões de pessoas no semi-árido. Para nove Estados, não apenas quatro. Para 1.356 municípios, não apenas 397. Tudo pela metade do preço previsto no PAC para a transposição.
O Atlas Nordeste da ANA (Agência Nacional de Águas) e as iniciativas da ASA (Articulação do Semi-Árido) são muito mais abrangentes, têm prioridade no abastecimento humano e utilizam as águas abundantes e suficientes do semi-árido.
Fui chamado de fundamentalista e inimigo da democracia porque provoquei que o povo se levantasse e, disso, os "democratas" que me acusam têm medo. Por que não se assume a verdade sobre o projeto e se discute qual a melhor obra, qual o caminho do verdadeiro desenvolvimento do semi-árido? É nisso que consiste a nossa luta e a verdadeira democracia.
Dom Luiz Flávio Cappio, 61, é bispo diocesano da cidade Barra (Ba) e autor do livro "Rio São Francisco, uma Caminhada entre Vida e Morte".
Escrito por Ernâni Motta às 21h18
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O BISPO TEM RAZÃO
Tenho evitado entrar na discussão sobre a transposição das águas do rio São Francisco, por falta de conhecimento da causa. Ainda que até hoje, achasse que a greve de fome feita pelo bispo de Barra, na Bahia, um dos estados beneficiários das águas com “Velho Chico”, fosse tão somente com o objetivo de ser do contra. Mas, tal pensamento parecia-me demasiadamente radical, o que levaria o senhor bispo às raias do fundamentalismo, o que me custava acreditar.
Como morei, ao final da década de 70, do século passado, na Capital pernambucana e tive oportunidade de visitar alguns municípios dos estados de Pernambuco e da Paraíba seria ou é, por outro lado, um gesto egoísta, não só do Dom Frei Luiz Flavio Cappio, como de parte de todo o povo dos demais estados, que como a Bahia, que têm suas terras banhadas pelo grande rio, negar um pouco d’água a seus irmãos sedentos.
O artigo de Dom Luiz publicado, hoje, na Folha de S Paulo, porém, é esclarecedor e convincente. Acredito que tenha dirimido não só as minhas dúvidas, mas, também, a de tanta gente que desconhecia mais detalhadamente o assunto.
Quando residi no Recife, ouvi, por diversas vezes, discussões que orientavam para a transposição das águas do rio São Francisco e até mesmo do Tocantins. Acreditava-se já naquela época nessa possibilidade.
Todavia, depois que se lê o artigo do bispo, pode-se perceber que Lula e seu governo não abraçaram a causa dos defensores da transposição das águas, com o objetivo de atender aos miseráveis que morrem de sede a séculos, naquela região. E sim, mais uma vez, para atender aos “poderosos”.
Dom Luiz está coberto de razão. Lula chantageia os menos favorecidos, fazendo-os acreditar que serão beneficiados com a tal transposição. Que vergonha! Aliás, mais uma.
Escrito por Ernâni Motta às 21h17
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DO EX-BLOG DE CÉSAR MAIA, DE 10/10/2007:
Estado de SP
Saúde pública no Rio sofre com negligência
1. Um exemplo é o Hospital Estadual Rocha Faria, em Campo Grande, na zona oeste do Rio. A constante falta de materiais hospitalares básicos leva a improvisações que podem colocar em risco a saúde dos pacientes. No lugar de coletores de urina para os internos da sala de atendimento masculina, foram usadas garrafas Pet de refrigerante e água mineral. Médicos do hospital contam que a improvisação costuma ser com tubos de soro esterilizados, mas, no fim de novembro, nem esse material estava disponível.
2. Do lado de dentro, a situação é ainda pior. Há seis meses, o tomógrafo não funciona. Em frente da sala de trauma, para onde são levados os casos mais graves, baratas circulam pelo corredor sob o olhar dos funcionários. Em menos de 50 minutos, nove baratas saem do arsenal, local em que medicamentos e insumos são armazenados.
3. Ali, já passaram por cima de tudo, caixas de algodão, gaze e seringas. Atravessaram o corredor, entraram na sala de trauma, subiram pelas paredes, se esconderam debaixo das camas e nos cantos da sala. Ao notar a presença do fotógrafo, uma auxiliar de enfermagem grita: "filma mesmo que isso aqui é um absurdo." E complementa: "Ganho menos de R$ 500 e não é para matar barata."
Meu comentário: César Maia pode até estar certo, em reproduzir em seu ex-blog a denúncia do jornal paulista. Mas, é bom que se lembre que os hospitais do município não experimentam situação melhor do que a do Rocha Faria.
É o roto falando do esfarrapado!
Escrito por Ernâni Motta às 21h16
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DESESPERO PELA CPMF
No desespero para ver aprovada a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que prorroga a cobrança da CPMF, até 2011, Lula prometeu à bancada do PSDB, no Senado, aplicar integralmente os valores arrecadados com o “imposto do cheque”, em seu objetivo original, ou seja, na saúde.
Os tucanos, porém, não aceitaram a proposta e declararam que iriam votar contra a continuidade da CPMF.
Num grito final, Lula disse-se disposto a assinar um termo-compromisso, que garantia a proposta anterior, e mais, que em 2009 seria o último ano de cobrança da contribuição. Houve senador do PSDB que balançou diante do anunciado, entretanto, alguém lembrou de promessas anteriores que não foram cumpridas. Aí, voltou tudo a estaca zero.
Este é o problema do governo Lula, falta de credibilidade.
Escrito por Ernâni Motta às 21h11
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SENADO TEM NOVO PRESIDENTE
Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) é o novo presidente do Senado Federal, eleito, hoje, com 64 votos, dos 81 senadores.
O novo presidente presidirá o Senado da República até fevereiro/2009, completando o mandato de Renan Calheiros (PMDB-AL), que renunciou ao cargo, após denúncias de quebra do decoro parlamentar.
Os jornais de hoje, entretanto, trouxeram informações de suposta utilização de “caixa 2”, em sua campanha para o Senado, em 2006.
Será que sai um rato e entra outro?
Escrito por Ernâni Motta às 21h09
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